5 Discos Bregas Que Eu Adoro

A música popularesca brasileira anda num nível tão baixo, tão rasteiro, que realmente dá saudade daquilo que a gente chamava de música brega no passado, que era a música popularesca da época.

E nós estamos falando dos anos sessenta, anos setenta, anos oitenta. Foi por isso que realmente eu trouxe aqui para esse vídeo alguns cantores, alguns nomes aqui, que tinham um trabalho muito bom e que lançaram discos excelentes. Eu vou mostrar aqui para vocês.

Antes, eu quero contextualizar um pouquinho. Ao longo da última década, tornou-se muito comum deparar com reavaliações a respeito do enorme preconceito que a chamada música brega, que no passado era considerada uma música inferior – estou falando desde o final dos anos sessenta. Então, essa reavaliação começou a surgir com muita frequência, cara, apresentando basicamente uma sonoridade que sempre me remeteu, particularmente, a uma adaptação do repertório romântico da Jovem Guarda para um público que passava longe do samba, da Tropicália e da MPB mais elitista – vamos dizer assim.

A música brega forneceu uma série de artistas que, com imensas vendagens de discos – isso ao longo de muitos e muitos anos -, foi justamente essa turma responsável pela sobrevivência de todas as gravadoras em termos financeiros no passado.

Se não fosse por esses artistas considerados inferiores por uma sociedade esnobe, se não fosse por causa desses artistas, gente como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Milton Nascimento e quem mais você pensar, toda essa turma teria sido demitida sem dó, já que as vendagens dos discos desses artistas mais elitizados nunca chegaram próximas de 10% do que esses artistas bregas vendiam.

Para saber os 5 discos bregas que eu adoro, clique no botão abaixo e assista o vídeo.

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