A Meia Entrada e Outras Falcatruas dos Ingressos

Você ainda tem disposição física e condições financeiras para sair de casa e ir a esses mega shows e festivais que, de uns tempos para cá, inundaram o calendário musical brasileiro. Você conhece muito bem a enorme frustração ao tentar comprar ingressos, muitas vezes sem sucesso, especialmente para os fãs, esses eternos apaixonados que dedicam grande parte de suas vidas esperando pelo show de seu ídolo. Chegando a hora de adquirir os ingressos, é comum ficar acampado na porta e, na hora H, não conseguir garantir sua entrada. No entanto, todo esse cenário é dominado por uma realidade típica de países subdesenvolvidos, principalmente no sentido moral.

Atualmente, as empresas responsáveis pelas vendas dos ingressos enfrentam sérios problemas, incluindo a presença incalculável de cambistas. Algumas dessas empresas chegam a contratar seguranças durante o período de vendas nos guichês, uma prática obrigatória por lei. No entanto, esses seguranças, por lei, não podem abordar qualquer pessoa para verificar se é um cambista ou um comprador regular dos ingressos. Essa abordagem deve ser realizada por autoridades policiais e de fiscalização, que têm o poder e a autoridade para coibir práticas ilegais, como o cambismo.

Uma questão que sempre me ocorre é como as empresas conseguem vender uma grande quantidade de ingressos para a mesma pessoa, considerando que há um limite estabelecido por pessoa. Será que limitar e tornar obrigatória a compra de ingressos por CPF não resolveria o problema? Ou será que as empresas estão mais preocupadas em vender, não importando para quem, mesmo que seja um cambista que acabe adquirindo 45 ingressos. Será que as empresas realmente fiscalizam seus funcionários nos guichês para garantir que não facilitem tais práticas?

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