Ariana Grande – Desbancando Taylor Swift?

Eu fui lá e ouvi o disco, e percebi algo interessante: a Ariana Grande, aos 30 anos, ainda opta por cantar como uma menina de 16. Seu sétimo álbum de estúdio parece ser um amontoado dos clichês mais irritantes da música pop contemporânea. Ela o rotula como um álbum conceitual, mas na verdade é apenas mais uma tentativa de capitalizar a dor de um divórcio como fonte de inspiração. No entanto, em vez de inspirar, suas músicas só conseguem entediar quem as ouve.

Cada faixa é um desfile de melodias sem graça e letras que parecem saídas de um manual de autoajuda adolescente. É como assistir a um torneio de videogame sem os óculos, uma experiência exasperante. Ariana Grande se afunda em uma falsa vulnerabilidade e uma melancolia artificial que permeia todas as músicas do álbum. Ela parece presa em um ciclo interminável de autoquestionamento sobre seus relacionamentos, o que acaba se tornando tedioso para o ouvinte.

Começando com a introdução “End of the World”, que é apenas mais um lamento genérico, o álbum não consegue decolar. Faixas como “Bye”, Don’t Wanna Break Up Again” seguem a mesma fórmula sonora desgastada, com pouca originalidade ou inovação. O resultado é uma coleção de músicas que falham em oferecer algo novo ou emocionante.

No geral, o sétimo álbum de Ariana Grande é uma decepção para quem esperava algo mais significativo. Em vez de explorar novos territórios musicais ou desafiar as expectativas, ela opta pelo caminho seguro do pop genérico, sacrificando a autenticidade em prol do sucesso comercial.

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