Belo & Gracyanne – Separação Marketeira e Oportunista

Eu nem pretendia falar sobre esse episódio esdrúxulo da separação desse casal, e nem vou entrar em detalhes sobre isso aqui. Quem quiser saber mais pode procurar por aí. O que eu observei foi o quão deprimentes se tornaram as milhares de notícias que se espalharam a respeito, incluindo as tradicionais chacotas pelas redes sociais. A perversidade marketeira e a violência contra a capacidade do ser humano em raciocinar com um mínimo de esforço estão tão banalizadas que quase ninguém se choca mais com nada vindo desse pântano fedorento das subcelebridades.

Quando digo “quase ninguém”, me incluo fora disso, porque num país onde qualquer tragédia ou episódio de horror acaba virando meme, talvez eu não devesse mais me indignar com essa história do Belo. No entanto, nos últimos dias, não teve como desviar dos detalhes grotescos dessa separação, e o pior foi o choro falso do Belo em cima do palco num estádio estranhíssimo lotado aqui em São Paulo, logo no primeiro show da tal turnê de 30 anos do Soweto, que é outra cascata, porque o grupo também nunca ficou 30 anos reunido.

Foi uma cena que rodou a internet, convenientemente filmada e compartilhada, e depois explicada numa entrevista para o Multishow, claro, onde mais poderia ser? O Belo teve o disparate de dizer que só compareceu ao show no Allianz Park porque, abre aspas, “Ele ama o trabalho dele, né? Ele ama a arte e ele não deixaria de entregar isso pro público, ele, né? Que é o que ele faz desde criança, apesar de qualquer adversidade, apesar de qualquer coisa que ele esteja passando”, sério, é uma daquelas coisas que dá vontade de quebrar a TV. Uma picaretagem grotesca, o cara usando a…

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