Black Sabbath – 13 faz Dez Anos!

Há dez anos, esse disco foi lançado: “13”, do Black Sabbath, com três quartos da formação original. 10 anos de um álbum que, hoje, eu reouvi para fazer esse artigo. Na verdade, venho reouvindo esse disco ao longo dos anos, e vou falar a respeito dele aqui. Completou dez anos de lançamento.

Primeiro, preciso dizer que tenho uma regra básica de convivência que nunca deu errado: não dou a mão e muito menos um singelo “bom dia” para quem se orgulha de detestar o Black Sapo. Simples assim. Essa atitude minha me livra de ter que lidar com os paspalhos desse naipe, esses roqueiros de araque.

E vou dizer uma coisa para você, meu amigo e minha amiga, teve muita gente que quase entrou nesse clube de excluídos da minha convivência quando o Ozzy Osbourne, o Tony Iommi e o Geezer Butler anunciaram, na época, que voltariam a gravar um álbum só com canções inéditas e a excursionar, só que sem o baterista original, o sempre exausto Bill Ward, cheio de problemas de saúde.

Pior ainda quando eles anunciaram que o novo disco seria produzido pelo polêmico Rick Rubin e teria o baterista do Rage Against the Machine, Brad Wilk, substituindo o desastroso Bill Ward. Inclusive, em 2015, Ward lançou uma carreira solo com um dos discos mais constrangedores de todos os tempos, em todos os estilos, chamado “Accountable Beasts”, provando realmente que ele não tinha condições de fazer absolutamente nada.

Quando foi lançado, “13” mostrou que os detratores de plantão da banda se deram muito mal, e mesmo nos dias atuais, para mim, esse disco soa ainda melhor. Para você entender isso e, evidentemente, tirar suas próprias conclusões, é preciso que você saiba que uma das aspirações, uma das missões que Rick Rubin nunca escondeu, foi a de trazer…

Para saber minha opinião completa sobre o álbum 13, do Black Sabbath, clique no botão abaixo e assista o vídeo completo.

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