Discos lançados no Brasil sem que você tenha notado

Amanhã é feriado aqui em São Paulo e o final de semana está chegando. Por isso, para incrementar a sua trilha sonora para esses dias, resolvi trazer aqui exemplos que permearam uma conversa que tive com um grupo de amigos na semana passada, que girou em torno de bons discos lançados no Brasil e que quase ninguém tomou conhecimento, mesmo depois de muito tempo disponíveis por aí em formato físico ou nos “streamings da vida”.

São apenas algumas recomendações para que você tenha um final de semana diferente e mais divertido em termos sonoros. Ouça os álbuns com a máxima atenção, pois eles não podem passar despercebidos, mesmo que não sejam trabalhos bombásticos, grandiosos ou candidatos a “clássicos”. São apenas três bons discos que você talvez “passasse batido” ao vê-los em alguma loja, site ou mesmo ao navegar pela internet em busca de “novidades”.

 

CINEMASCOPE – Stains of Love

O primeiro álbum deste grupo grego liderado pelo DJ/produtor Leo Skiadas é um ótimo exemplo de como toda aquela sonoridade dark do synth pop dos anos 80 pode ser retrabalhada e gerar canções bem legais. Com forte influência do Depeche Mode, The Cure e daquelas bandas típicas do selo 4AD, o repertório traz pérolas surpreendentes, como você pode conferir nos links abaixo:

 

 

 

PITY SEX – White Hot Moon

Erroneamente considerado como uma banda emo nos Estados Unidos, esse quarteto americano soa mais como shoegazer pop do que qualquer outra coisa. A combinação das vozes e das guitarras de Brennan Greaves e da doce Britty Drake facilita a simbiose entre imagens e sons que voltam a nossa memória com delicadeza e energia ao mesmo tempo. Ouça abaixo algumas das ótimas canções do álbum:

 

 

 

WALTER SCHREIFELS – An Open Letter to the Scene

Ex-integrante do Gorilla Biscuits, uma das primeiras bandas da cena novaiorquina do hardcore a injetar certa melodia pop em seu som, o guitarrista se envolveu em uma série de projetos paralelos até chegar ao primeiro disco de sua carreira solo, que traz um punhado de belas canções cantadas com certo desleixo, mas que torna tudo ainda mais adorável. Ouça abaixo e se surpreenda:

 

 

E não esqueça que amanhã tem mais um “É Show ou é Fria”. Bom final de semana!

 

 

2019-01-24T12:08:55+00:00

5 Comments

  1. Henrique Brandão 24 de janeiro de 2019 at 13:57 - Reply

    Não sabia que a Pitty tinha discos em inglês, mas sempre achei ela sexy. Por isso o disco chama Pitty Sexy ,né ? Apesar dela não ter aparecido nos vídeo, achei bom .Ela é pradutora da banda ,né ?

  2. Sandro Rafael da Silva 24 de janeiro de 2019 at 15:28 - Reply

    Bom feriadão, Régis! Abraço.

    • Regis Tadeu 24 de janeiro de 2019 at 18:42 - Reply

      Obrigado. Para você também…

      • Henrique Brandão 24 de janeiro de 2019 at 20:51 - Reply

        Eu sou um humano invisível….seja um você também

  3. Lecter 29 de janeiro de 2019 at 22:47 - Reply

    Valeu Regis, não conhecia nenhuma desses discos, gostei muito do som.

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