“É Show ou é Fria”: 1 a 7/2

VENOM INC.

1 – The House – São Paulo

Para quem não sabe, esse é o grupo formado por parte da formação do Venom original – o guitarrista Mantas – e o baixista/vocalista Tony “Demolition Man” Dolan, que substituiu o próprio Cronos na banda entre 1989 e 1992. Como este detém os direitos do nome, foi montada essa “versão Inc.”, tinha em sua formação outro integrante do Venom original, o baterista Abaddon, que acabou saltando fora no ano passado e foi substituído por Jeremy Kling, ex-The Abscense. Ficou confuso? Não, né? E essa versão certamente vai tocar canções de clássicos álbuns do passado e do mais recente, o ótimo Avé (2017), já com o novo nome. É uma boa oportunidade para reforçar a sua ‘praia’ e – caso não se incomode com a ausência do Cronos – mergulhar de cabeça!

 

SAOSIN

1 – Teatro OdisseiaRio de Janeiro

2 – Fabrique – São Paulo

Há momentos em que tenho vontade de morar em alguma caverna só para ficar livre de ouvir essas tentativas de misturar esse chororô metido a hardcore com letras “sensíveis”, com vocalistas com timbres adocicados especialmente treinados para capturar a atenção de meninas revoltadinhas que acabaram de descobrir os prazeres da masturbação, como é justamente o caso desse grupelho californiano. Duvido sinceramente que a anunciada volta do vocalista original, Anthony Green, melhore as canções incrivelmente insuportáveis que os moleques fazem. Não assistiria a esse show nem se me prometessem mais duzentos anos de vida…

 

CLEAN BANDIT

1 – Audio – São Paulo

Tem gente que realmente capricha na hora de fazer músicas horríveis. É o caso desse trio inglês de música eletrônica vagabunda, tão rebelde quanto um crocodilo morto, e que faz a Demi Lovato soar como a Joan Jett. Construídas com os piores clichês do estilo, as canções servem apenas para desestabilizar o processo de amadurecimento normal de qualquer adolescente que já tenha um miolo bem mole e fedido. Passe longe dessa porcaria!

 

SÉRGIO BRITTO

1 – Bolshoi Pub – Goiânia

Um dos remanescentes da formação clássica dos Titãs vai mostrar as canções de sua carreira solo, que alternam bons momentos com alguns temas bastante insípidos, mas nada que venha a causar qualquer tipo de sensação mais exacerbada. Muito diferente dos shows com seu grupo, o astral aqui será bem mais intimista.

 

FLORA MATOS

1 – Circo Voador – Rio de Janeiro

Se Deus quiser, não terei nem que passar perto do Rio de Janeiro nesse dia…

 

MUMUZINHO

1 – Km de Vantagens Hall – Rio de Janeiro

Ele é um dos nomes mais ativos da tentativa de reerguer o pagode, algo que graças a Deus não rolou. Agora ele tenta mais uma vez ao lançar um DVD, A Voz do Meu Samba, que de samba mesmo não tem absolutamente nada: é um amontoado de pagodes xexelentos, repetitivos e sem um pingo de criatividade. E isso obviamente vale para suas apresentações, que não conseguem escapar da mesmice. Indicado apenas para quem costuma sair de casa para “beijar muito”…

 

MARINA DE LA RIVA

1 – SESC Vila Mariana – São Paulo

A boa cantora reaparece nos palcos com um novo show, Memórias de um Jardim, em que reforça sua relação com a música cubana com novas composições de sua autoria e interpretações curiosas de músicas de artistas tão díspares como o saudoso sambista Roberto Ribeiro e a cantora Gloria Stefan. Vale a pena ver até pela curiosidade…

 

YAMANDU COSTA & THADEU ROMANO

1 – SESC Pinheiros – São Paulo

O exímio violonista e o requisitado acordeonista dividem o palco para uma sincera e vibrante homenagem ao lendário e falecido sanfoneiro Dominguinhos, com um repertório calcado em cima dos dois álbuns que Yamandu gravou com ele, Yamandu + Dominguinhos (2007) e Lado B (2010). Para quem está nessa “vibe revisionista do Nordeste”, é programão.

 

GAL COSTA

1 – Teatro Castro Alves – Salvador

A julgar por aquilo que ouvimos em seu mais recente álbum, A Pele do Futuro, é muito provável que ela subirá ao palco com uma energia renovada, com a voz ainda melodiosa e insinuante, mostrando canções com uma abordagem bem mais encorpada do que de costume. Vale a pena dar uma conferida…

 

ARNALDO ANTUNES

1 e 2 – SESC Pompéia – São Paulo

Inquieto como sempre, ele retorna aos palcos agora apresentando canções de seu mais recente trabalho, Rstuvxz, e algumas versões, incluindo “Exagerado” (Cazuza) e “Vou Festejar” (Beth Carvalho), ou seja, ele certamente vai entregar algo ‘surpreendente’. Huuum, não sei não…

 

CÉU

1 e 2 – SESC Belenzinho – São Paulo

Boa cantora em disco e um pouco irregular ao vivo, ela se tornou um dos mais celebrados nomes da nova safra de cantoras brasileiras. Neste show ela vai mostrar canções de seus bons álbuns – incluindo o mais recente, Tropix -, o que é uma excelente pedida para quem não acredita que a música nacional vai além das “Anittas da vida”…

 

CHITÃOZINHO & XORORÓ

1 e 2 – Tom Brasil – São Paulo

Se você estiver esperando por novidades, nem passe perto da porta deste show. Agora, se você nunca foi a uma apresentação deles e tem certa curiosidade, esta é uma boa oportunidade. Acontece que a dupla está mais do que nunca se afastando daquelas baladas “dor de corno” horrorosas do passado e investindo em uma sonoridade bastante próxima do country rock, o que não deixa de ser uma boa notícia. Isso sem contar que a banda de apoio é uma das melhores da praça. Se você não for um cara preconceituoso, a hora é agora…

 

PAUL WINTER & CARLOS LYRA

1 a 3 – SESC 24 de Maio – São Paulo

Em 1965, o cantor/letrista Carlos Lyra e o saxofonista americano Paul Winter lançaram internacionalmente um dos mais belos discos da história da bossa nova, The Sound of Ipanema. Meio século depois, a dupla volta a se reunir e apresentar a maioria das canções do álbum e mais alguns temas em comum, tendo como apoio uma banda do mais alto calibre. Mostre que você pode governar o seu próprio cérebro e não perca esse show de maneira alguma!

 

CESAR CAMARGO MARIANO

1 a 3 – SESC Belenzinho – São Paulo

Dono de uma carreira de mais de meio século, o extraordinário pianista, compositor e arranjador aproveita a ocasião para voltar a tocar em trio – ao lado do baixista Sidiel Vieira e do baterista Thiago Rabello – e vai revisitar seu repertório mais antigo, que privilegiava tal formato nos tempos em que maravilhava nossos ouvidos com os temas tocados com o Sambalanço Trio e o Som 3. Como Cesar é incapaz de fazer porcarias, saia de sua casa sem pestanejar a fim de conferir esse show, independente do que ele irá tocar.

 

HUMBERTO GESSINGER

1 a 3 – SESC Pompéia – São Paulo

Não se engane: os shows da carreira solo do líder do extinto Engenheiros do Hawaii é exatamente uma extensão da carreira de sua ex-banda. A diferença é que ele não se cerca mais de músicos medíocres. As canções são as mesmas. Nessa apresentação acústica ele vai dar uma repassada no repertório de seus três DVDs gravados nesse formato, ou seja, é indicada serve apenas para quem já é “convertido” e desaconselhado para quem nunca suportou as letras ‘qualquer nota’ do cara.

 

LENINE

2 – Circo Voador – Rio de Janeiro

Dentro do atual cenário da MPB, poucos são os artistas que apresentam um trabalho tão consistente, coerente e de alto valor artístico quanto ele. Sempre surpreendendo a plateia com repertórios diferentes e com uma banda de apoio muitas vezes pesada para o tipo de som que faz, Lenine transforma cada uma de suas canções em manifestos poéticos muitas vezes sacolejantes – algo ainda mais raro de se ver e ouvir. Seu novo show, Em Trânsito, vai revelar muitas surpresas e não pode ser ignorado, justamente pelas qualidades de seu autor acima citadas. Vá sem medo!

 

DADO VILLA-LOBOS & MARCELO BONFÁ

2 – Fundição Progresso – Rio de Janeiro

Parece que a dupla não pode mais usar qualquer menção ao nome “Legião Urbana” por medida judicial impetrada pelo filho do falecido Renato Russo – fiquei sabendo por fonte segura que foi um pedido do próprio vocalista antes de morrer. O que ambos não podem fazer é cometer os erros bisonhos que apresentaram em cima do palco em todas as ocasiões em que se meteram a revisitar o repertório do grupo. Dito isto, espero que a plateia se divirta com o prometido – a execução na íntegra dos álbuns Dois e Que País é Este? – e não entre no clima histérico que acomete os fãs dos Los Hermanos, por exemplo.

 

PÉRICLES

2 – Carioca Club – São Paulo

Ele é um cara carismático e dono de uma bela voz. Com o fim do Exaltasamba, Péricles iniciou sua carreira solo e eu torço sinceramente para que ele se afaste completamente do som que fazia com seu finado grupo, voltando a fazer um samba de raiz com letras que tenham uma maior profundidade poética. A julgar pela música mais recente que lançou, “Até que Durou”, que estará presente em seu novo disco, infelizmente parece que isto não vai acontecer tão cedo. Pena…

 

TONINHO HORTA, WAGNER TISO, NIVALDO ORNELAS & JUAREZ MOREIRA

2 – SESC Pinheiros – São Paulo

Quatro músicos de primeira grandeza reunidos em um único show? Tocando suas próprias composições e ainda oferecendo suas versões para alguns clássicos da MPB? Não perca essa apresentação nem em caso de morte na família…

 

KLB

2 Teatro Positivo – Curitiba

O que posso escrever a respeito deste show sem gargalhar por horas seguidas? Como posso olhar para a cara de alguém que sai de casa para assistir a um show do trio sem sentir um misto de pena, tédio e desprezo? E os três rapazes são bem gente fina pessoalmente, mas o som é simplesmente h-o-r-r-o-r-o-s-o, feito especialmente para meninas com sacos de confete no lugar do cérebro. Não dá, pô…

 

OH MY GIRL

2 – Tropical Butantã – São Paulo
Era só o que faltava: sete meninas coreanas fazendo playbacks e papel de tontas e com músicas que não passam de uma imitação mais eletrônica das Spice Girls fazendo shows para fãs debilóides de kpop, o que por si só já é um pleonasmo. Indicado apenas para meninas que apresentam um grau de alpiste no lugar do cérebro…

 

ANATHEMA “Acoustic Resonance

2 – Carioca Club – São Paulo

3 – Célula Showcase – Florianópolis

Não, não é a banda inteira que vai se apresentar por aqui e sim dois de seus principais integrantes – os irmãos Daniel e Vincent Cavanagh -, mais o ex-baixista do grupo, Duncan Patterson, que vão tocar violões e ganhar uns trocados a mais em cima dos fãs. Bem, vai quem quer, né?

 

MARCELO GROSS

2 – Clandestino Estúdio – São Paulo

O ex-guitarrista do Cachorro Grande vai mostrar as canções de seus dois bons discos em carreira solo, Use o Assento Para Flutuar (2014) e Chumbo & Pluma (2017), ao lado de uma banda de apoio bem interessante. É uma boa pedida pelo simples fato de que ele consegue incutir em seu som as influências de Faces, Rolling Stones e de outros nomes do blues rock sem abrir mão de sua própria personalidade como guitarrista.

 

JOÃO SUPLICY & BIG BAND NA GAVETA

3 – Bourbon Street – São Paulo

Dono de um carisma próximo do zero e incapaz de produzir alguma canção que não seja medíocre, o irmão do Supla agora inventou um trio para mostrar o fraquíssimo repertório de seu mais recente disco, “João”, lançado no ano passado. Duvido que a presença de uma big band ao seu lado melhore o seu som, mesmo que todo mundo também se dedique a mostrar versões de canções de Elvis Presley, Tom Jobim e Beatles.  Ele deve ser um sujeito gente fina, mas na música não dá para encarar…

 

FERRUGEM

3 – P12 Parador Internacional – Florianópolis

Nunca tinha ouvido falar desse moço. Fui conferir suas músicas e tive a plena certeza que perdi preciosos minutos de minha vida só para ter a oportunidade de dizer a você: já sei onde NÃO estarei…

 

ROSA PASSOS

3 – SESC Pinheiros – São Paulo

Esta excelente cantora vai apresentar um show cujo repertório estará centrado em boleros e em várias pérolas do samba-canção de diversos compositores, além de canções que sempre foram presentes em sua própria carreira. Portanto, já sabe o que vai encontrar, né?

 

“OVERLOAD BEER FEST”

3 – Carioca Club – São Paulo

O evento vai reunir atrações muito legais. O veterano Overkill não faz show ruim e está comemorando uma carreira que já dura quatro décadas sem diminuir um grama sequer de seu thrash metal supersônico, algo que pode ser comprovado no mais recente álbum da banda americana, The Wings of War, que acabou de sair. De sua parte, os alemães do Tankard vão fazer a patifaria sonora de sempre, com um som pesado e sempre reverenciando o prazer de beber cerveja. Já os Ratos de Porão não vão decepcionar, já que estão em ótima forma e o som continua aquela “disgracêra” maravilhosa. Antes, chegue um pouco mais cedo e confira o som de bons grupos brasileiros, como o igualmente veterano DFC e os novatos Surra e Blasthrash. É um evento desaconselhável para gente “romântica”…

 

 

 

“A MÚSICA DE CLÁUDIO RODITI”

4 – Centro Cultural Veneza – Rio de Janeiro

Um excepcional time de músicos – o baterista Pascoal Meirelles, o pianista Kiko Continentino, o baixista Sérgio Barrozo, o trompetista Guilherme Dias Gomes e o saxofonista Idriss Boudrioua – vai subir ao palco e reverenciar a música do trompetista carioca Cláudio Roditi, que adquiriu fama internacional ao integrar a United Nation Orchestra, liderada por Dizzy Gillespie, e que também tocou e gravou com lendas do porte de Herbie Mann e McCoy Tyner, entre muitos outros. Será um show beneficente, cuja renda será revertida para custear o tratamento de Roditi contra um câncer. Aproveite e faça uma boa ação ao som de música de primeira qualidade.

 

HAMMOND GROOVES

5 – Bourbon Street – São Paulo

Aqui está um exemplo de apresentação que você não pode perder em hipótese alguma. Este trio – capitaneado por Daniel Latorre, um dos maiores experts em órgãos Hammond da América Latina – sempre faz shows espetaculares justamente tendo este lendário instrumento guiando baixo e bateria em levadas instrumentais sensacionais. Para “piorar”, o repertório é lotado de composições de Jimmy Smith, Booker T & The MG’s, Wes Montgomery, John Patton, Dr. Lonnie Smith, George Benson, Jimmy McGriff, Miles Davis, John Coltrane, Medeski, Martin &Wood e mais um monte de coisas bacanas do “jazz boogaloo”. Além disso, preste muita atenção aos sons do primeiro álbum dos caras, Funktastic. Simplesmente imperdível!

 

ROMERO LUBAMBO TRIO

5 – SESC 24 de Maio – São Paulo

Violonista/guitarrista extraordinário e com sólida carreira internacional – inclusive, ele mora há mais de 30 anos nos EUA -, Romero é daquelas umidades musicais que não age como um “ditador de estilo” com seu instrumento. Pelo contrário, ele sempre mantém sua mente aberta às mais diversas sonoridades, o que resulta em ótimos trabalhos como o seu mais recente álbum, Sampa. Tocando com o tradicional formato de trio, ele vai levar a plateia a um grau de fantasia sonora inebriante.

 

“TRIBUTO A JAIR RODRIGUES”

5 e 6 – Theatro NET – São Paulo

É absolutamente justo que Luciana Mello e Jair de Oliveira montem um espetáculo para homenagear o pai, o lendário e saudoso Jair Rodrigues, fazendo suas próprias versões de antigas canções do repertório dele, tipo “Disparada”, “Deixa isso pra Lá”, “Tristeza” e tantas outras. Como são talentosos o suficiente para não meterem os pés pelas mãos, os irmãos certamente propiciarão um espetáculo bacana. Só não concordo muito com o fato de apresentarem tudo com um formato mais acústico e ambos prometerem mostrar suas próprias músicas dentro de um evento como esse. Não é o momento, né?

 

MOMBOJÓ

7 – SESC Pompéia – São Paulo

Uma das bandas mais pretensiosas dos últimos tempos, esse pessoal de Recife faz um som que parece uma mistura de Los Hermanos com Belle & Sebastian, ou seja, é um troço duro de engolir. Com as desafinações do vocalista e guitarrista Felipe S, a coisa então se transforma em uma verdadeira tortura para os ouvidos da plateia. Sair de casa para ouvir som ‘perninha’ e letras pseudopoéticas não dá!

 

SAULO DUARTE

7 – Centro Cultural São Paulo – São Paulo

Em seu mais recente álbum solo, Avante Delírio, o cantor/compositor/guitarrista/produtor conseguiu alcançar uma sonoridade muito legal dentro do universo daquilo que sempre imaginamos em relação à música do Norte/Nordeste. Resta saber se conseguirá levar isso para o palco. Uma atração a mais é a presença do incensado Curumin na bateria. A se conferir…

 

EKTOMORF

7 – Teatro Odisseia – Rio de Janeiro
O grupo húngaro nunca conseguiu atingir alguns dos mais altos patamares do thrash metal mundial, o que para mim sempre um a injustiça, pois o som do quarteto é uma paulada de primeira categoria, muito influenciado pelo Sepultura, diga-se de passagem. Divulgando seu mais recente álbum, o bom Fury (de 2018), os caras vão fazer um show matador. Pode apostar!

2019-02-01T16:14:31+00:00

9 Comments

  1. pelle 1 de fevereiro de 2019 at 16:29 - Reply

    essas mina do clean bandit beleza nota 8,5 musicalidade nota zero.

  2. Sergio Sakamoto 2 de fevereiro de 2019 at 01:12 - Reply

    Muita critica repetida

    • Regis Tadeu 2 de fevereiro de 2019 at 02:12 - Reply

      Muito show repetido e sem qualquer mudança.

      • Sergio Sakamoto 2 de fevereiro de 2019 at 13:38 - Reply

        Não me entenda mal, mas tenho que concordar com o rapaz que escreveu que as críticas estão parecendo “copia e cola”.Você escreve muito bem para poder elaborar algo criativo e diferente. A repetição acaba deixando seu seguidores sem interesse de acompanhar o blog. Mas entendo que o site é seu e você escreve o que bem entender. Apenas acho que realmente está extremamente repetitivo.

        • Regis Tadeu 2 de fevereiro de 2019 at 20:19 - Reply

          Quando os shows mudarem, eu mudarei o texto. Enquanto eles continuarem iguais, assim serão os meus textos.

  3. Vinicius de Moura 2 de fevereiro de 2019 at 11:42 - Reply

    Ótima análise, Régis! Além desses eventos citados por você, vai ter também um que acontecerá hoje (02 de fevereiro) e amanhã (03 de fevereiro) no Sesc Vila Mariana que terá apresentação da Banda Black Mantra, Carlos Dafé, Gerson King Combo e Hyldon.

  4. Ademar 4 de fevereiro de 2019 at 11:16 - Reply

    O Clean Bandit já gravou com ANITTA! kkkk, não precisa dizer mais nada, vergonha alheia total.

  5. Juca 4 de fevereiro de 2019 at 12:51 - Reply

    Mesmos comentários pra muitas bandas e cantores, será que nenhum artista evoluiu ou mesmo piorou nas performances ao vivo?

    • Regis Tadeu 4 de fevereiro de 2019 at 14:26 - Reply

      Enquanto os shows continuarem iguais, assim continuarão as minhas impressões. Quando mudarem, escreverei novas impressões.

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