“É Show ou é Fria”: 11 a 17/1

ELZA SOARES

11 – Teatro J. Safra – São Paulo

Assistir a uma apresentação desta outrora grande cantora é testemunhar o quão bizarro pode ser o show business brasileiro. Até concordo que a voz dela é inconfundível. Só que a esta altura do campeonato, isto não significa algo agradável. Pelo contrário. Elza continua exagerando absurdamente em suas cantorias, desafinando horrores e, para piorar, ela vai mostrar algumas canções de seu mais recente álbum, o horrível Deus é Mulher. Vergonha alheia em grau master, principalmente por sempre haver bobalhões “baba ovos” na plateia. Fuja disso!

 

BACO EXU DO BLUES

11 – Circo Voador – Rio de Janeiro

De vez em quando a mídia e alguns “mudérnussss” – principalmente os “caetanos velosos da vida”- elegem umas figuras queridinhas que passam a ser adorados por uma parcela “mudérnna” de um tipo de público que baba-ovo para qualquer coisa ‘antenada’, ‘mudéerna’. A bola de vez é esse sujeito metido a “rapper”, dono de um repertório formado por canções com a mesma batida e letras “ishpértas” mais fracas que café com leite de orfanato. Um troço simplesmente horrível. Felizmente, o ‘hype’ vai durar pouco…

 

MANEVA

11 – Carioca Club – São Paulo

Esse grupo é mais uma das provas vivas de que o reggae no Brasil é tratado como se fosse um ritmo em que é permitido fazer um som totalmente asséptico, sem um pingo de rusticidade sônica, com letras tão poéticas quanto a bula de um remédio, perfeito para embalar romances de casais de namorados que não vêem a hora de abrir um crediário para começar a comprar as tralhas que vão equipar o apartamento em que irão morar assim que saírem das casas de seus respectivos pais. E ainda tem gente que fica brava quando digo/escrevo que o reggae brasileiro é uma piada muito sem graça…

 

KAROL KONKA

11 – SESC Pompéia – São Paulo

Já sei onde NÃO estarei…

 

AMARO FREITAS

11 – SESC Pompéia – São Paulo

O trabalho deste pianista pernambucano é uma das mais surpreendentes revelações dos últimos tempos. Em seus dois álbuns, Sangue Negro (2016) e Rasif, lançado no ano passado, ele criou um amálgama sonoro que uniu o jazz a ritmos tradicionalmente nordestinos de uma maneira exuberante. Não tenho dúvida de que ele vai reproduzir no palco a excelência de suas composições de seus discos. Resumindo: não perca essa apresentação de maneira alguma!

 

BOOGARINS

11 – SESC Pinheiros – São Paulo

Essa é uma boa oportunidade para você conferir que a “babação de ovo” em cima do quarteto é absolutamente injustificada, seja pelas canções chatíssimas, pelos vocais desafinados, pela execução instrumental capenga e pela fluência sonora que nunca se consuma. Típico caso de “hype hipster” que já deu no saco, né?

 

JOÃO BOSCO

11 e 12 – Teatro Rival Petrobrás – Rio de Janeiro

Com mais de quatro décadas de carreira, um dos maiores violonistas do planeta – não, não estou brincando, é sério – vai dar uma repassada em seu imenso repertório de maneira técnica e brilhante, agora com uma abordagem mais intimista: apenas ele e seu violão. Vai tocar muitas de suas canções mais famosas e certamente vai conversar com a plateia, explicando detalhes a respeito dos arranjos, compositores e da maneira como ele pensou cada uma delas. Preste atenção ao domínio que ele tem do instrumento, algo próximo do assombroso. Imperdível!

 

IVAN LINS

11 a 13 – Imperator – Rio de Janeiro

Nessas apresentações, ele certamente deve misturar algumas canções de seu mais recente trabalho, América Brasil – que traz canções compostas em parceria com Vitor Martins que foram gravadas por outros artistas, com resultados igualmente chatos – com seus famosos e torturantes hits. Pode apostar: será um show muito enfadonho.

 

BIXIGA70

11 a 13 – SESC 24 de Maio – São Paulo

Outro show imperdível, já que se trata de um dos grupos brasileiros mais legais da atualidade. Os caras resgataram a sonoridade afrobeat de artistas africanos dos anos 70 – que misturavam jazz, rock e a típica sonoridade daquele continente – e acrescentaram um “molho” brasileiro estonteante. E ainda estão lançando um novo álbum, Quebra-Cabeça.  Showzaço!

 

LUDMILA

12 – Audio – São Paulo

Talvez se não fosse tão “dorminhoca” na hora de escolher seu repertório, essa moça poderia ter uma carreira mais elegante, mas ela prefere usar seu “timing pop” a serviço de canções aparentemente escritas em parceria com meninas com idade mental entre treze e quinze ou com sujeitos com tal característica. Prefiro ser congelado e ressuscitado daqui a 700 anos para não ter que ouvir porcarias como “Jogando Sujo”, “Clichê” e “Din Din Din”. Aposto um Fusca novinho como tudo isso piora muito ao vivo…

 

BELO

12 – Carioca Club – São Paulo

Sempre penso que anos atrás ele passou uma temporada na cadeia pelos motivos errados: quem ‘cantava’ as ‘músicas’ que o sujeito mostrava nos shows não merecia outra coisa senão passar um bom tempo tomando água de caneca e tendo duas horas de sol por dia. Uma verdadeira aberração musical para quem gosta de samba, Belo continua impunemente nos dias de hoje a personificar o que de pior aquele troço que ficou conhecido como “pagode” propiciou. Suas péssimas canções fazem jus às interpretações que costuma cometer em cima dos palcos, o que torna cada um de seus shows – agora risivelmente batizados como “Belo In Concert” e com quase duas horas e meia de duração – uma espécie de castigo sonoro para quem se atreve a testemunhar essa presepada. Fuja disso! Ah, vai rolar a apresentação de um tal de “Vitinho”, de quem nunca ouvi falar…

 

MARINA LIMA

12 – Circo Voador – Rio de Janeiro

Ela ainda está em uma fase muito ruim da carreira. Seu mais recente disco – Novas Famílias ­ – é simplesmente pavoroso e sua voz se tornou tão desafinada que seja a ser constrangedor ouvi-la em shows e em programas de TV. Até mesmo quando resgata canções antigas em suas apresentações o resultado é catastrófico. Que pena…

 

BLAZE BAYLEY

12 – Manifesto Bar – São Paulo

Sim, eu sei que o cara é motivo de riso e ofensas por parte dos fãs mais radicais do Iron Maiden, mas é preciso esclarecer não apenas que um dos discos que ele gravou com o grupo – X Factor – é muito melhor do que as pessoas imaginam como também que Blaze demonstrou que sua carreira solo vinha sendo interessante. Pena de depois de seus três primeiros álbuns a coisa toda degringolou de tal maneira que hoje Blaze justifica todo o escárnio que era endereçado a ele antes. Seus shows são deprimentes, assim como seus discos mais recentes. Que pena…

 

MARILIA MENDONÇA

12 – P12 Parador Internacional – Florianópolis

De tempos em tempos nossos sentidos são assaltados por porcarias musicais que parecem ter sido criadas por alguns produtores tão sádicos quanto oportunistas. Veja o caso desta moça cuja voz esganiçada é um dos troços mais pavorosos a surgir na música brasileira em muitas décadas, sempre a serviço de canções tão cretinas que chega a provocar dores insuportáveis nos ouvidos. Não é à toa que um de seus hits tem como título “Hoje Eu Tô Terrível”. Não é só ‘hoje’ não, minha filha…

 

DANILO CAYMMI

12 – SESC Vila Mariana – São Paulo

O multiinstrumentista/cantor/compositor faz delicada e interessante homenagem aos festivais da canção dos anos 60 e 70, quando novos artistas e compositores eram alçados ao sucesso por conta da qualidade de seus trabalhos e não por questões “lacradoras” e “rebolativas” dos dias atuais. Ao resgatar canções consagradas naqueles eventos – algumas delas defendidas por seus irmãos Dori e Nana Caymmi -, Danilo vai oferecer uma experiência musical rica e cheia de classe. Não desperdice tal oportunidade.

 

JUÇARA MARÇAL

12 – SESC Pinheiros – São Paulo

É uma pena saber que nesse show a boa cantora vai colocar sua interessante voz a serviço do repertório chatíssimo da veterana cantora francesa Brigitte Fontaine. Isso significa que vão rolar canções absolutamente insuportáveis, que talvez sejam atenuadas por arranjos bem sacados. Caso contrário, vai ser um porre sem fim…

 

ALICE CAYMMI

12 – SESC Pompéia – São Paulo

Da doçura da família Caymmi a Alice não tem nada. Sua voz é repleta de uma intensidade quase agressiva e a sua marcante presença de palco faz com que suas boas canções ganhem um atrativo a mais. O som é pop, mas não é babaca. Ótima pedida, principalmente para quem não a conhece.

 

SUPLA

12 – SESC Belenzinho – São Paulo

O bom e velho canastrão punk está lançando um novo álbum, o duplo e bilíngue Ilegal/Illegal, e certamente vai intercalar as novas e divertidas canções com suas hilárias músicas do passado. Como a banda de apoio é boa e eficiente em propiciar aquele clima de “punk rock tropical” e o “papito” é extremamente carismático, a tendência é que o show seja descompromissado e bem divertido. De quebra, vai rolar a participação especial de Glen Matlock, o ex-baixista dos Sex Pistols. Já tá bom, né?

 

AZYMUTH

12 e 13 – SESC Pompéia – São Paulo

Uma das maiores bandas brasileiras de todos os tempos, com sólida carreira internacional e tudo, o trio volta aos palcos desfalcado de um de seus mais emblemáticos integrantes – o falecido tecladista Jose Roberto Bertrami, agora substituído por Kiko Continentino -, mas não deve deixar de mostrar a excelência de sua mistura sensacional de samba, soul, funk e jazz. Ainda mais porque prometem apresentar na íntegra o seu primeiro e lendário álbum, Azymuth, de 1975 – sim, aquele que tem a clássica “Linha do Horizonte”. Outro espetáculo imperdível!

 

ANDRÉ ABUJAMRA

12 e 13 – SESC Santana – São Paulo

Aqui o velho maluco – no bom sentido, claro – vai mostrar as canções de seu mais recente projeto musical. Omindá, em que mais uma vez se propôs a misturar a música brasileira com sonoridades da península dos Bálcãs e da Armênia, ritmos africanos e latinos, reggae, música indiana e o que mais pintar em sua cabeça doida. Não é um show para quem tem dificuldades em assimilar diversas informações sonoras e cênicas ao mesmo tempo, da mesma forma que as canções não são palatáveis para gostos redundantes. É sim indicado para quem tem a mente e os ouvidos abertos e sem preconceitos.

 

TIÊ

12 e 13 – SESC Bom Retiro – São Paulo

Dentro desta nova cena de cantoras que pululam entre o mainstream e o underground, o trabalho de Tiê é um dos mais simpáticos e livres de um “cabecismo poético” que por vezes resvala na pretensão no trabalho de algumas de suas “colegas”. Simples e bem arranjado, seu repertório traz pequenas pérolas que certamente vão atrair a atenção de quem não sabe nada a respeito dela. Dê uma checada de modo despretensioso.

 

VIOLETA DE OUTONO

12 e 13 – Centro Cultural São Paulo – São Paulo

Para quem gosta de rock progressivo e de experimentações sônicas, ainda vale muito a pena assistir às apresentações deste grupo, que sobrevive desde os anos 80 fazendo o som mais improvável do mundo para quem se julga “descolado”. A formação original do trio vai apresentar um repertório dos três álbuns que lançaram – Reflexos da Noite (1986), Violeta de Outono (1987) e Em Toda Parte (1988). Vale a pena!

 

MELIM

13 – Carioca Club – São Paulo

Meu Deus do céu! Era só o que faltava: uma “versão Jack Johnson” do duo Anavitória!!! Jesus Cristo, que troço ruim do caralho! As canções são tão bobas e inofensivas que fazem a Mallu Magalhães soar como o Siouxsie & The Banshees no auge do pós-punk. Meu Jesus Cristo, quem criou esse troço?

 

ROSA DE SARON

13 – Circo Voador – Rio de Janeiro

Os integrantes são bons músicos, aquela coisa toda, mas canções deste grupo gospel são muito, mas muito chatas. É um chororô que beira o insuportável, ainda mais porque o grupo anda agora sendo muito influenciado em termos sonoros pelo pavoroso Creed. Jesus Cristo, que troço chato…

 

LEO SANTANA

13 – P12 Parador Internacional – Florianópolis

Uma pessoa que sai de casa para assistir a um show desse moço certamente perdeu o cérebro em alguma balada na semana passada. É uma profusão de músicas tão horríveis que chego a pensar que se trata de um algum tipo de evento organizado por uma entidade devotada a emburrecer ainda mais a Humanidade. Só pode ser isso…

 

DUCA BELINTANI

13 – SESC Belenzinho – São Paulo

Mais um guitarrista a buscar uma linguagem própria dentro do blues nacional, ele vai mostrar nesta apresentação algumas de suas boas canções autorais – como aquelas incluídas em seu mais recente álbum, How Long – e vários clássicos do gênero, como “Sweet Home Chicago” e “Crossroads”. É um show descompromissado que merece a sua atenção.

 

MARCELO D2
16 – SESC Bom Retiro – São Paulo

Podem falar o que quiserem, mas a fórmula “rap + samba” deste cara é muito bem temperada, com consistência instrumental e letras espertas, ideais para o estilo. Nos shows, isto costuma tomar uma proporção ainda mais contagiante, desde que D2 deixe lado os longos discursos e os papos furados que costumam permear suas apresentações e se concentre em cantar, ao lado de sua sempre competente banda de apoio. Se fizer isso, é showzão.

 

MAHMUNDI

17 – Circo Voador – Rio de Janeiro

A julgar por aquilo que ouvi em seu primeiro e autointitulado álbum, esta cantora e multiinstrumentista já poderia ser destacada como um dos melhores nomes da moderna música brasileira dos últimos tempos. As comparações com o tempo em que Marina Lima produzia boas canções não eram desmedidas, já que suas composições tinham doses explícitas do pop elegante e moderno que ela vinha criando até então. Pena que em seu mais recente trabalho, Para Dias Ruins, ela reuniu um repertório mais adequado a uma hipotética volta do Fat Family. Tomara que tal vacilo não tenha se espalhado para seus shows… E na abertura vai rolar show de Duda Beat, de quem também nunca ouvi falar.

 

FLORA MATOS

17 – Opinião – Porto Alegre

Se Deus quiser, não terei nem que passar perto do Rio Grande do Sul nesse dia…

 

TATÁ AEROPLANO

17 – Centro Cultural São Paulo – São Paulo

Já veterano dentro da cena underground, o cantor e compositor paulista está lançando seu quinto álbum, o interessante Alma de Gato, e pretende mostrar nesse show que já passou da hora de ele deixar para trás a irregularidade artística que vem marcando sua carreira desde o início. Vamos ver se agora vai…

2019-01-11T11:40:46+00:00

29 Comments

  1. Henrique Bordignon 11 de janeiro de 2019 at 14:56 - Reply

    Quero cumprimentá-lo pelo excelente vídeo de ontem, pois é imprescindível que se incentive o hábito da leitura neste país e creio que as biografias (autorizadas ou não) de rockstars e afins pode servir de gatilho para que a molecada e o pessoal de 20 e poucos anos (como eu) possa tomar gosto por ler e que faça disto um costume…

    Falando nisso, adquiri um songbook do Bob Dylan interessantíssimo que abrange o período clássico da carreira dele (entre 1961 e 1974 – uma pena que não contém as letras do lendário Blood On the Tracks) e as traduções que o autor fez são bem satisfatórias, por sinal. Além deste, segui as suas recomendações e baixei as obras do Keith Richards e do Jimmy Page e vou ler assim que possível.

    Abraços, tchê!!

    • Regis Tadeu 11 de janeiro de 2019 at 15:46 - Reply

      Valeu, Henrique! Abraço!

  2. João Pedro 11 de janeiro de 2019 at 17:43 - Reply

    Achei que não diria isso nunca, mas até que curti trabalho do tal do Baco Exu do Blues. Ouvi o disco do badalado rapper, o “Esú” achei bem criativo e algumas faixas interessantes e bem produzidas, principalmente a faixa título(não ouvi o novo disco dele).
    Estou entrando nessa nova safra do rap nacional agora; tem alguns caras bem bacanas. Se puder sugirir algo pra você Regis, tem um mineiro chamado Djonga; a produção é bem crua e simples só que o rapaz tem uma agressividade na lírica que me lembrou Racionais em início de carreira.
    Abração Regis; as indicações foram muito boas e só posso te agradecer por apresentar a Mahmundi.

  3. Guilherme 11 de janeiro de 2019 at 18:15 - Reply

    Pô dizer que o show do Supla vai ser bom é abusar dos nossos ouvidos

    • Regis Tadeu 11 de janeiro de 2019 at 22:17 - Reply

      “Divertido” é muito diferente de ser “bom”.

  4. Guilherme 11 de janeiro de 2019 at 18:17 - Reply

    Você fala tão mal do Belo, mas Chico Barney já disse que ele é o sucessor do Roberto Carlos…
    https://entretenimento.uol.com.br/colunas/chico-barney/2017/04/17/belo-firma-se-como-sucessor-de-roberto-carlos.htm
    Entre ele e o supla, Ainda fico com ele

    • Regis Tadeu 11 de janeiro de 2019 at 22:21 - Reply

      Você é algum tipo de idiota que pretende repetir essa mesma merda de opinião desse sujeito em todo comentário? Quer que eu escreva novamente a resposta que dei a você na semana passada ou terei que desenhar?

  5. Valter 12 de janeiro de 2019 at 07:55 - Reply

    Francamente, concordo com você em muitos pontos. Mas tem algumas incoerências da sua parte que eu acho bem estranhas. Por exemplo, em relação ao cantor Belo. Já vi você Regis, em programas de TV, metendo o pau no Alexandre Pires, dizendo até que ele tinha um bom vocal, mas as músicas dele eram horríveis. Agora, nesse artigo, você diz que o que o Belo produziu na época do “pagode em alta”, nos anos 90 e início dos anos 2000, é um lixo. NO ENTANTO, já vi você tecendo glórias ao PERICLES. Gosto do Pericles, gosto de verdade. Mas eu queria saber, e entender, qual é a diferença entre o que o Belo, o Alexandre Pires e o Pericles produzem em termos sonoros?

    Francamente, a impressão que fica, é que você não gosta do Belo (e ele tem esse ponto em comum com o Alexandre Pires), por ele ter pegado mulheres como Viviane Araújo e Graciane Barboza. Duas mulheres com lindas e belas fábricas de bosta. Assim como as do Alexandre Pires, vide Carla Peres, Sheila Melo, Simoni.

    Então, vamos ser mais coerentes Regis. Gosto de você, mas você não pode odiar músicos pelas mulheres deles (se for esse o caso), pois diferença sonora entre Belo, Alexandre Pires e Pericles, NO ECZISTE.

    • Regis Tadeu 12 de janeiro de 2019 at 11:23 - Reply

      Valter, se você não consegue perceber a diferença de qualidade entre o Péricles, o Belo e o Alexandre, o problema não é meu. É seu, pois você não entende porra nenhuma de música. E seu ‘argumento’ – que não gosto dos caras pelas mulheres que eles pegaram – é uma das maiores cretinices que li desde que comecei a trabalhar como jornalista. Você só pode ser um doente mental…

      • Valter 12 de janeiro de 2019 at 19:06 - Reply

        Beleza, qual a diferença sonora entre:

        Alexandre Pires – interfone
        Belo – briga de paixão
        Pericles – quero sentir de novo

        Veja só, eu estou falando do ponto de vista SONORO, qual a diferença entre essas três músicas? Fácil falar que eu não entendo de música, mas o tempo que você gastou falando isso, poderia ter feito uma breve explicação da diferença.

        E na questão das mulheres, é só uma tese, pois o Alexandre e o Belo são pegadores, o Pericles não. Eles fazem o mesmo som, e voce só desce a bota no Belo e no Alexandre.

        • Regis Tadeu 13 de janeiro de 2019 at 02:43 - Reply

          Se você deseja que eu elabore uma resposta completa e explicativa a respeito dessas “diferenças sonoras” e outros assuntos, seja sócio do meu “Grupo Secreto”. Mais informações no “Plano de Assinaturas e Recompensas” aqui no site.

          Com relação a sua ‘tese’, ela só prova que você é um débil mental.

          • Valter 13 de janeiro de 2019 at 08:26

            Obrigado Régis, mas dízimo eu não vou pagar por uma simples resposta. Se você quer montar um esquecema de planos assinatura, com vantagens especiais, sem problema. Agora essa sua abordagem, vire meu assinante e eu respondo isso ou aquilo de forma detalhada, é péssima. A imagem que fica é de uma espécie de bispo Macedo da crítica musical. E isso não é bacana.

            Fiz o questionamento numa boa, e voce veio com insultos e dizimos, então a discussão acabou, pois não foi essa a intencão, mas sim uma questão de fundo musical, que você enrolou, enrolou e não respondeu, e jogou o dízimo na minha cara.

            Um abraço pra você, e diante de tal postura, só posso concluir que a minha tese ganha força. Não sei se ela se enquadra a voce, mas é inegável que nas últimas 24 horas ela ganhou força.

          • Regis Tadeu 13 de janeiro de 2019 at 18:44

            “Dízimo”? Responder de graça a uma pergunta cretina como a sua? “Bispo Macedo da crítica musical”??? “só posso concluir que a minha tese ganha força nas últimas 24 horas”????
            HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!
            Positivamente, você é um idiota em busca de algum tipo de atenção. Por isso, seu tempo comigo acabou. Guarde seu ‘abraço’ hipócrita para alguém da sua família. Passar bem e adeus.

  6. Sandro Rafael da Silva 12 de janeiro de 2019 at 09:50 - Reply

    Régis, esse Melim é uma broxada em forma de música. Grande abraço.

  7. Diógenes 12 de janeiro de 2019 at 11:49 - Reply

    Você não pretende voltar a fazer o É show ou é fria no YouTube?

    • Regis Tadeu 12 de janeiro de 2019 at 17:49 - Reply

      Não.

  8. Eduardo 12 de janeiro de 2019 at 16:02 - Reply

    Boa tarde, Regis.

    A melhor coluna da internet terá ainda mais importância a partir dessa semana. Lerei com bastante atenção para saber onde deverei estar na hora que o BBB estiver passando…

    No mais, tenha uma boa semana.

    • Regis Tadeu 12 de janeiro de 2019 at 17:49 - Reply

      Obrigado pelo elogio, Eduardo. Boa semana para você também…

  9. Mateus 12 de janeiro de 2019 at 20:35 - Reply

    Parabéns pelo Blog Régis, tenho acompanhado os textos por aqui e os vídeos no youtube. Opinião sincera e sem enrolação, é isso.

    • Regis Tadeu 13 de janeiro de 2019 at 02:43 - Reply

      Obrigado, Mateus.

  10. Marcia 13 de janeiro de 2019 at 00:23 - Reply

    Regis, gosto dos seus comentários, sou historiadora, me interesso muito por música. A reflexão da música através da história musical do Oriente e do Ocidente é fantástica. Penso que a educação no Brasil e a busca pelo conhecimento é algo raro, principalmente nos dias atuais. Fico constrangida quando falam que sou de direita e opressora apenas porquê digo que não gosto do pseudofunk brasileiro, que o mesmo não passa de um pancadão com letras horríveis e bizarras. Tem uma esquerda no Brasil que quer manter o povo numa miséria Cultural horrível. Deixei de frequentar muitos debates porque quando eu falava de Beethoven ou Mozart me chamavam de opressora, burguesa. É muito difícil debater qualquer assunto no Brasil. Gosto de ler seus comentários, um dos raríssimos blogs que eu sigo. Parabéns!

    • Regis Tadeu 13 de janeiro de 2019 at 02:44 - Reply

      Obrigado, Marcia.

    • Mateus 15 de janeiro de 2019 at 10:07 - Reply

      Marcia, em relação a posição política, considero-me de centro-esquerda e ABOMINO o famigerado “funk carioca”.. os pagodes chechelentos e, como diz o Régis, as musicas “popularescas”. Perigosa, incoveniente e desnecessária essa generalização em rotular e julgar uma ideologia política como propagadores de uma cultura de lixo musical. Coisas e gostos ruins e bons são inerentes à quaisquer e aos mais variados espectros e segmentos políticos. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.. kk. Embora discorde de sua opinião, respeito-a.

  11. Pablo Melo 13 de janeiro de 2019 at 01:43 - Reply

    Boa noite Régis, tudo bem?

    Na sua opinião, o rap e hip hop “lacrador” da Karol Conka é horrível?

    Para mim, parece aqueles artistas que vivem apenas do cachê do SESC.

    Um grade abraço!

    PS1: Para nossa tristeza, O tsunami de chorume chamado BBB começará semana que vem.
    PS2: Gostei daquele vídeo onde falou de atrizes do “entretenimento adulto” que enveredaram para a música.

    • Regis Tadeu 13 de janeiro de 2019 at 02:45 - Reply

      Boa noite. Sim, é horrível.

  12. Bruno Firme 13 de janeiro de 2019 at 23:44 - Reply

    Porque tanta implicância com o Ivan Lins? Ele não tem aquela voz,mas as músicas dele são bem arranjadas e emocionantes.Foi por causa dele que comecei escutar Elis,Caetano e outros artistas brasileiros.E até escutar Azhimuty e Olivetti.
    Mesmo assim,continuo seu fã.Um abração

    • Regis Tadeu 14 de janeiro de 2019 at 00:39 - Reply

      Porque o Ivan Lins de hoje não tem nada a ver com o passado. Seus discos foram ótimos até o “Somos Todos Iguais Nesta Noite”, de 1977. Dali em diante, foi ladeira a abaixo. Assim como seus shows…

  13. Ademar 15 de janeiro de 2019 at 10:59 - Reply

    A Elza Soares nessa foto tá parecendo uma versão negra da cara da Jocelyn Wildenstein…

  14. César 15 de janeiro de 2019 at 23:48 - Reply

    O show do Violeta de Outono foi demais!!!

    Realmente não é para “descolados”.

    Abraços!

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