DJAVAN

12 e 13 – Credicard Hall – São Paulo

Sempre muito rigoroso com relação aos seus shows, Djavan certamente vai apresentar um espetáculo de alto nível, com músicos de apoio ultracompetentes, cenografia e iluminações caprichadas e com som de qualidade. O problema pode ser o repertório, que sempre traz excelentes canções ao lado de outras de nível muito inferior. Neste sentido, o show é uma loteria. A não ser que você seja pouco exigente e trate apenas de saborear o que o artista lhe apresentar. Neste caso, boa sorte!

 

VITOR ARAÚJO

12 – SESC Avenida Paulista – São Paulo

Este jovem pianista pernambucano se destacou no cenário instrumental brasileiro quando passou a injetar altas doses de improvisação dentro de obras eruditas famosas e a mostrar interpretações personalíssimas para canções conhecidas do repertório nacional e até mesmo para composições de bandas como o Radiohead, por exemplo. Mostrando as composições de seu mais recente e belo trabalho, Levaguiã Terê, de 2016, ele certamente vai mostrar um show desconcertante usando o seu piano ao lado de sonoridades percussivas, eletrônicas e orquestrais, junto com uma banda de apoio formada por integrantes dos grupos Mombojó, Cordel do Fogo Encantado e Baleia. Recomendo!

 

ANGELA RO RO

12 – Opinião – Porto Alegre

A cantora de voz inconfundível continua a divulgar o pavoroso álbum que lançou no ano passado, Selvagem, que evidenciou o quanto ela está cantando mal mesmo dentro do ambiente de um estúdio, em que desafinações e semitonações podem ser corrigidas – no caso dela, até certo ponto. Como ela também deve mostrar no show algumas de suas versões para canções de Cazuza, Caetano Veloso, João Donato e até Cole Porter, e prepare para uma experiência: pode acontecer de tudo, para o bem ou para o mal. Arrisque!

 

PEDRO LUIS

12 – Casa de Francisca – São Paulo

A extrema valorização do trabalho desse moço é um mistério para mim. Tanto com a sua associação com o grupo A Parede quanto com o coletivo carnavalesco Monobloco, Pedro nunca demonstrou qualquer coisa que valesse realmente a pena acompanhar em termos musicais e artísticos. E não é diferente em sua carreira solo. Por isso, nada vai justificar uma saída de casa para vê-lo e ouvi-lo assassinando na íntegra o cultuado álbum de estreia de Luiz Melodia, Pérola Negra, que é exatamente o que ele ameaça fazer nesse show. Credo!

 

CHITÃOZINHO & XORORÓ

12 – Auditório Araújo Vianna – Porto Alegre

Se você estiver esperando por novidades, nem passe perto da porta deste show. Agora, se você nunca foi a uma apresentação deles e tem certa curiosidade, esta é uma boa oportunidade. Acontece que a dupla está mais do que nunca se afastando daquelas baladas “dor de corno” horrorosas do passado e investindo em uma sonoridade bastante próxima do country rock, o que não deixa de ser uma boa notícia. Isso sem contar que a banda de apoio é uma das melhores da praça. Se você não for um cara preconceituoso, a hora é agora…

 

ED MOTTA

12 – Bolshoi Pub – Goiânia

Aqui também você tem garantia de boa música. Ed Motta sabe das coisas, é uma enciclopédia ambulante e trata de colocar todo o seu conhecimento nas canções e arranjos que constrói. O repertório é repleto de canções internacionais de bandas e artistas razoavelmente obscuros para o povaréu brasileiro que tocaram muito nas rádios das décadas de 70 e 80 – tipo os ótimos Shalamar, McFadden &Whitehead, BB&Q Band e muitos outros -, juntamente com algumas poucas canções do próprio Ed, tudo tocado com um esmero de deixar qualquer um de queixo caído. Não perca esse show de forma alguma!

 

CIDADE NEGRA

12 – Circo Voador – Rio de Janeiro

Hoje reduzido a um trio cercado por um monte de músicos contratados, a banda continua a mostrar suas canções envoltas em reggaesoul e pop rock, mas com resultados bastante diluídos em termos de qualidade. Além de um fraquíssimo ‘blablablá’ de amor, consciência política e social nas letras, você vai ter a oportunidade de verificar porque Toni Garrido é um dos vocalistas mais desafinados da história da música brasileira. Depois não diga que eu não avisei…

 

MELIM

12 – Teatro do Bourbon Country – Porto Alegre

Meu Deus do céu! Era só o que faltava: uma “versão Jack Johnson” do duo Anavitória!!! Jesus Cristo, que troço ruim do caralho! As canções são tão bobas e inofensivas que fazem a Mallu Magalhães soar como o Siouxsie & The Banshees no auge do pós-punk. Meu Jesus Cristo, quem criou esse troço?

 

EMMERSON NOGUEIRA

12 – Vivo Rio – Rio de Janeiro

É difícil acreditar que alguém saia de casa para assistir a um show em que um cantor/violonista sem o menor carisma apresente um típico repertório “pseudoclassic rock” de barzinho sem a menor ousadia nos arranjos e muito menos sem qualquer traço de criatividade até mesmo em suas interpretações. É o caso de pensar se determinadas plateias realmente não têm o menor senso crítico ou se Emerson é um gênio maquiavélico que hipnotiza as pessoas para que estas sirvam de cobaias para experimentos sônicos que ninguém ainda entendeu quais são. Sou mais a primeira hipótese.

 

LUAN SANTANA

12 Teatro Positivo – Curitiba

Cada época tem o ídolo popular que merece. Este garoto, dono de um repertório mais fraco que sopa de albergue noturno, com canções que trazem os piores clichês desse universo “dor-de-corno-sertaneja” e seus maneirismos em cima do palco, só consegue levar à histeria quem tem menos de quatro neurônios em funcionamento. É o exemplo máximo do ídolo que reina na estupidez da juventude descerebrada nacional. Mesmo que ele agora insista em mostrar um novo visual, com ternos bem cortados e fingindo uma elegância de plástico ao mostrar suas novas músicas, passe longe disso, pelo amor de Deus! Vá viajar, escalar uma montanha, voar de asa-delta. Faça um churrasco com os amigos, lave as suas cortinas, conserte seu chuveiro. Leve a patroa para um piquenique, surpreenda o namorado com uma lingerie bem sexy, lave suas cuecas no tanque. Leia um livro, jogue basquete com seus sobrinhos, assista a uma mesa redonda de futebol na TV. Pinte seu pijama de preto, bata um papo com o porteiro do seu prédio, faça uma galinhada com cerveja para os seus pais. Faça qualquer coisa, menos assistir a este show…

 

ELZA SOARES

12 – Teatro Castro Alves – Salvador

Assistir a uma apresentação desta outrora grande cantora é testemunhar o quão bizarro pode ser o show business brasileiro. Até concordo que a voz dela é inconfundível. Só que a esta altura do campeonato, isto não significa algo agradável. Pelo contrário. Elza continua exagerando absurdamente em suas cantorias, desafinando horrores e, para piorar, ela vai mostrar algumas canções de seu mais recente álbum, o horrível Deus é Mulher. Vergonha alheia em grau master, principalmente por sempre haver bobalhões “baba ovos” na plateia. Fuja disso!

 

BELO

12 – Teatro Guaíra – Curitiba

13 – Tom Brasil – São Paulo

Sempre penso que anos atrás ele passou uma temporada na cadeia pelos motivos errados: quem ‘cantava’ as ‘músicas’ que o sujeito mostrava nos shows não merecia outra coisa senão passar um bom tempo tomando água de caneca e tendo duas horas de sol por dia. Uma verdadeira aberração musical para quem gosta de samba, Belo continua impunemente nos dias de hoje a personificar o que de pior aquele troço que ficou conhecido como “pagode” propiciou. Suas péssimas canções fazem jus às interpretações que costuma cometer em cima dos palcos, o que torna cada um de seus shows – agora risivelmente batizados como “Belo In Concert” e com quase duas horas e meia de duração – uma espécie de castigo sonoro para quem se atreve a testemunhar essa presepada. Fuja disso!

 

MARIA GADÚ

12 a 14 – SESC Bom Retiro – São Paulo

Erroneamente chamada de “a nova Cássia Eller”, ela faz aquele tipo de som bem quadradinho, asséptico, sem risco, ideal para quem idolatra o Ivan Lins. O show costuma ter uma dinâmica meio arrastada e chega a dar sono em vários momentos, pois ela se apresenta sozinha ao violão. Fica a impressão de que ela passa o tempo inteiro cantando uma mesma música. Vá por sua conta e risco…

 

FAFÁ DE BELÉM

12 a 14 – SESC Vila Mariana – São Paulo

Dona de uma das vozes mais lindas da história da MPB, ela tem tudo para fazer um bom espetáculo. O problema será o repertório, coisa que Fafá nunca soube escolher muito bem ao longo de sua carreira. Torça para que ela esteja inspirada tanto na hora de abordar as canções de seu mais recente disco, do qual só ouvi uma horrível versão de “Toda Forma de Amor”, do Lulu Santos. Sinto que a plateia vai testemunhar toda a cafonice que sempre marcou grande parte de suas interpretações…

 

TIÊ

13 – SESC Pompéia – São Paulo

Dentro desta nova cena de cantoras que pululam entre o mainstream e o underground, o trabalho de Tiê é um dos mais simpáticos e livres de um “cabecismo poético” que por vezes resvala na pretensão no trabalho de algumas de suas “colegas”. Simples e bem arranjado, seu repertório traz pequenas pérolas que certamente vão atrair a atenção de quem não sabe nada a respeito dela. Dê uma checada de modo despretensioso.

 

DANIEL

13 – Teatro Bradesco – São Paulo

Infelizmente, ele não se cansa de endereçar sua voz para quem pensa que “romantismo” é ouvir letras tão consistentes quanto um pote de canjica, e ainda faz uma força descomunal para parecer um “bom moço” em cima do palco, secundado por uma banda de apoio competente. Nada além disso.

 

LEONARDO

13 Teatro Positivo – Curitiba

Se você pensa que “romantismo” é ouvir canções tão consistentes quanto um pote de canjica, com letras repletas de poesia de 5ª série de Primeiro Grau, cantadas por um sujeito até que boa-praça, mas que é incapaz de mostrar um pingo de ousadia em seu som, então este show é para você. É um espetáculo em que transbordam emoções de araque, em que até mesmo o resgate de músicas do passado de gente como Tião Carreiro, Chitãozinho & Xororó e João Mineiro & Marciano receba um tratamento indigente em termos musicais. Fuja!

 

HAMMOND GROOVES

13 – JazzB – São Paulo

Aqui está um exemplo de apresentação que você não pode perder em hipótese alguma. Este trio – capitaneado por Daniel Latorre, um dos maiores experts em órgãos Hammond da América Latina – sempre faz shows espetaculares justamente tendo este lendário instrumento guiando baixo e bateria em levadas instrumentais sensacionais. Para “piorar”, o repertório é lotado de composições de Jimmy Smith, Booker T & The MG’s, Wes Montgomery, John Patton, Dr. Lonnie Smith, George Benson, Jimmy McGriff, Miles Davis, John Coltrane, Medeski, Martin &Wood e mais um monte de coisas bacanas do “jazz boogaloo”. Além disso, preste muita atenção aos sons do primeiro álbum dos caras, Funktastic. Simplesmente imperdível!

 

GERALDO AZEVEDO

13 – Teatro Castro Alves – Salvador

Um dos grandes – e subestimados – nomes do que de melhor a música brasileira produziu a partir dos anos 70 vai se apresentar sozinho, acompanhado de seu violão, um banquinho e um microfone. Pela qualidade de seu repertório, sugiro que você não deixe de assistir a este show.

 

SIDNEY MAGAL

13 – Auditório Araújo Vianna – Porto Alegre

Não sei nem o que dizer… Sério. O cara é tão gente fina que nem dá vontade de escrever que a cafonice reinante em seus shows é um negócio que só vai agradar a quem for muito fã dele. Apesar de ele ter um repertório que vai muito além de “Sandra Rosa Madalena” e “Se Te Agarro com Outro”, o tratamento pasteurizado faz com que tudo soe como uma mistura do Daniel com o José Augusto. Que pena…

 

OSWALDO MONTENEGRO & RENATO TEIXEIRA

13 – Teatro Guaíra – Curitiba

Não tenho a menor ideia do que pode resultar o encontro entre dois nomes tão díspares em termos de qualidade musical. Tomara que o brilhantismo de Renato não seja contaminado pela chatice estratosférica e ‘pseudocabeça’ de Montenegro. É o mínimo que posso desejar a quem se aventurar a presenciar tal encontro.

 

RITCHIE

13 – Auditório Ibirapuera – São Paulo

Ao lado do grupo Black Tie, o cantor e compositor vai mostrar apenas canções do lendário Cat Stevens em versões ‘acústica-camerísticas’, com a participação especial do guitarrista Tuco Marcondes. Como Ritchie é dono de elegância musical inquestionável e o repertório é excelente, já sabe: pode comprar o ingresso sem susto.

 

MUMUZINHO

13 – Carioca Club – São Paulo

Ele é um dos nomes mais ativos da tentativa de reerguer o pagode, algo que graças a Deus não rolou. Agora ele tenta mais uma vez ao lançar um DVD, A Voz do Meu Samba, que de samba mesmo não tem absolutamente nada: é um amontoado de pagodes xexelentos, repetitivos e sem um pingo de criatividade. E isso obviamente vale para suas apresentações, que não conseguem escapar da mesmice. Indicado apenas para quem costuma sair de casa para “beijar muito”…

 

RAIMUNDOS e RATOS DE PORÃO

13 – Circo Voador – Rio de Janeiro

Tal dobradinha é absolutamente imperdível para quem deseja presenciar dois shows descabelados e com dinâmicas tão aceleradas e agradavelmente violentas dentro da pasmaceira que anda o rock nacional que um dia foi mainstream. É daqueles eventos em que é impossível ficar parado. Então se jogue!

 

ZÉ RAMALHO

13 – Km de Vantagens Hall – Belo Horizonte

Se existe um artista brasileiro com um repertório acima de qualquer suspeita na hora de montar um show, este é Zé Ramalho. Principalmente porque ele não é daqueles que deita nos louros do passado e está sempre compondo novas e instigantes canções. Pode apostar que o show será bem legal, com toneladas de hits e qualidade sonora impecável.

 

GILBERTO GIL & PARALAMAS DO SUCESSO

13 – Espaço das Américas – São Paulo

Essa certamente é uma dobradinha interessante. Serão dois shows separados, mas não tenho dúvida que Gil e a banda farão algumas canções juntos, o que pode tornar tudo ainda mais divertido. Eu iria…

 

ORISHAS

13 – Tropical Butantã – São Paulo
14 – Opinião – Porto Alegre

O trio cubano sempre fez uma deliciosa mistura de hip hop com música latina e isso sempre resultou em ótimos shows, capazes de sacudir as carcaças até mesmo de quem torce o nariz para o estilo. Vá por mim: é daquelas apresentações que você não pode deixar de testemunhar!

 

AMORPHIS

14 – Espaço 555 – São Paulo

A banda finlandesa faz uma mistura muito interessante de diferentes vertentes do heavy metal death, folk e progressivo -, o que resulta em um som meio difícil de rotular. Como estarão se apresentando em um local relativamente menor do que costumam tocar no exterior, a premissa é eu tudo soe como uma experiência bem interessante, principalmente para quem não tem muita familiaridade com esse tipo de soim. Boa pedida!

 

ROSA DE SARON

14 – Carioca Club – São Paulo

Era só o que faltava: turnê de despedida de integrante de banda gospel! A ‘façanha’ é desse grupo cujos integrantes, apesar de bons músicos, só conseguem fazer canções muito chatas. É um chororô que beira o insuportável, ainda mais porque o grupo anda agora sendo muito influenciado em termos sonoros pelo pavoroso Creed. Pois os caras agora resolveram fazer shows para que os fãs dêem adeus ao vocalista Guilherme de Sá, o que certamente acarretará mais uma turnê adiante para apresentar um novo vocalista e assim a coisa vai continuar girando para tirar uma grana dos fãs retardados. Ê, laiá…

 

WANDER WILDNER

17 – Opinião – Porto Alegre

Até hoje não consigo entender porque uma dúzia de gatos pingados idolatra este cara como se fosse um “segundo Messias”. O gaúcho ex-vocalista dos Replicantes tem uma carreira solo horrorosa, canta mal pra cacete, se julga um “punk brega” e vai tocar neste show várias músicas de seu mais recente trabalho, Existe Alguém Aí?, que tem lá seus bons momentos, mas insuficientes para apagar a má impressão. Vá por sua conta e risco.

 

ALCEU VALENÇA & ORQUESTRA OURO PRETO

17 – Teatro Guaíra – Curitiba

Não importa qual o projeto: se Alceu está envolvido, é certeza de altíssima qualidade de composições, sons e animação. Vá sem susto.

 

PÉRICLES

18 – Carioca Club – São Paulo

Ele é um cara carismático e dono de uma bela voz. Com o fim do Exaltasamba, Péricles iniciou sua carreira solo e eu torço sinceramente para que ele se afaste completamente do som que fazia com seu finado grupo, voltando a fazer um samba de raiz com letras que tenham uma maior profundidade poética. A julgar pela música mais recente que lançou, “Até que Durou”, que estará presente em seu novo disco, infelizmente parece que isto não vai acontecer tão cedo. Pena…

 

KAROL CONKÁ

18 – Opinião – Porto Alegre

Incensada por gente que pensa que “afinação” é apenas mais uma palavra no dicionário, essa moça tenta fazer um som que se aproxime – ou copie, se preferir -, as modernas produções da atual safra da pavorosa mistura de hip hop com r&b que rola nos Estados Unidos atualmente, mas tudo o que acontece é enervar a todo mundo com suas músicas bem ruins. Se duvida disso, tente ouvir o seu segundo e mais recente, Ambulante, sem ter a vontade de desligar tudo lá pela terceira faixa. Para piorar, nos show ela vem acompanhada apenas de um DJ. Fuja!

 

BELL e SAULO

18 – Espaço das Américas – São Paulo

Já sei onde NÃO estarei….

 

RUMBORA

18 – SESC 24 de Maio – São Paulo

Sem ninguém pedir, a banda voltou às atividades e promete resgatar canções de seu passado, nenhuma delas memorável ou que justificasse um retorno. Indicado só para saudosistas de uma época em que o rock brasileiro já apresentava uma irregularidade impressionante…

 

JÃO

18 – Teatro Castro Alves – Salvador

Não, não é o guitarrista do Ratos de Porão em carreira solo. É mais um desses moleques que algum empresário esperto tenta emplacar como a “nova esperança do pop brasileiro”, mas que só atrai a atenção de meninas que estão aprendendo a se masturbar. O fato de ter sido vencedor de um ‘prêmio’ como o MTV MIAW na categoria “Revelação” diz bem a respeito do tipo de som ridículo que esse moço faz. Nem pense em deixar sua filha assistir a esse troço…