AUTORAMAS

13 – SESC Bom Retiro – São Paulo

Uma das melhores bandas de rock do Brasil merece – e muito! – a sua atenção. A mistura de surf musicpunkgarage pop e new wave é divertidíssima e o grupo está lançando mais um álbum bacana, Libido, além de comemorar duas décadas de existência se apresentando por aqui e no exterior. Como o líder/vocalista/guitarrista Gabriel Thomaz (ex-Little Quail), a guitarrista/vocalista Érika (ex-Penélope) e seus comparsas sempre mandam muito bem em cima do palco, não tem erro: é show imperdível!

 

OS REPLICANTES

13 – SESC Belenzinho – São Paulo

Embora com metade da formação original – o guitarrista Claudio Heinz e seu irmão, o baixista Heron Heinz (baixo) – o som de uma das bandas mais divertidas da cena punk brasileira de outrora continua tão tosco como era antigamente. Indicado somente para quem não se incomoda em ouvir “Surfista Calhorda” e “Festa Punk” de qualquer jeito…

 

CLARICE FALÇÃO

13 – Teatro Castro Alves – Salvador

Por favor, me acordem quando este show chatíssimo terminar, sim? Obrigado. Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz… Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz…. Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz…

 

FUNDO DE QUINTAL

13 – Tropical Butantã – São Paulo

Embora seja bastante veterano – na verdade, um dos primeiros grupos de samba a ingressar no universo do que passou a se chamar pagode -, esta rapaziada se contenta em apenas fazer aquele sonzinho sem vergonha para derreter corações de ‘piriguetes’ com mini-saias e cabelo tingido com água de salsicha. Samba que é bom mesmo… Nada!

 

MANEVA

13 – Auditório Araújo Vianna – Porto Alegre

Esse grupo é mais uma das provas vivas de que o reggae no Brasil é tratado como se fosse um ritmo em que é permitido fazer um som totalmente asséptico, sem um pingo de rusticidade sônica, com letras tão poéticas quanto a bula de um remédio, perfeito para embalar romances de casais de namorados que não vêem a hora de abrir um crediário para começar a comprar as tralhas que vão equipar o apartamento em que irão morar assim que saírem das casas de seus respectivos pais. E ainda tem gente que fica brava quando digo/escrevo que o reggae brasileiro é uma piada muito sem graça…

 

INFORMATION SOCIETY

13 – Km de Vantagens Hall – Rio de Janeiro

Poucas coisas são tão picaretas e tão desprovidas de qualquer traço de sinceridade do que uma apresentação deste grande engodo musical que ainda hoje arrasta correntes por aí, como se fosse um zumbi apodrecido embaixo de um lençol puído e igualmente fedorento. É um festival de playbacks, tendo à frente um grupo de músicos sem o menor carisma e o vocalista Kurt Harland, um dos sujeitos mais intragáveis do show business. Não desperdice a sua grana com patifarias musicais deste naipe.

 

GAL COSTA

13 – Tom Brasil – São Paulo

A julgar por aquilo que ouvimos em seu mais recente álbum, A Pele do Futuro, é muito provável que ela subirá ao palco com uma energia renovada, com a voz ainda melodiosa e insinuante, mostrando canções com uma abordagem bem mais encorpada do que de costume. Vale a pena dar uma conferida…

 

FÁBIO JR.

13 e 14 – Credicard Hall – São Paulo

Não adianta anunciar a estreia de um “novo show”. Da mesma forma como acontece com Roberto Carlos, Fábio Jr. também vem há muito tempo apresentando um show bastante burocrático. Mas ao contrário do “Rei”, o pai do tal de Fiuk é um roqueiro enrustido e sacana, que sabe que um pouco de espontaneidade é caminho certo para cativar ainda mais as suas fãs, que nunca cessam de gritar em suas apresentações. De uma coisa você pode ter certeza: a banda de apoio do cantor é sempre um time de primeira grandeza em termos instrumentais. Já as músicas…

 

SIBA

13 e 14 – SESC Pompéia – São Paulo

Por muitos anos ele foi o guitarrista do grupo Mestre Ambrósio, um dos troços mais chatos surgidos nos anos 90 no Brasil. Com o fim da banda – graças a Deus -, Siba se meteu em uma carreira solo no qual faz um som bem mais interessante que sua ex-banda. Já com alguns discos na bagagem – o mais recente é Coruja Muda, lançado recentemente -, seu desejo em experimentar novas timbragens e ideias melódicas em um caldeirão musical em que cabem todos os regionalismos possíveis é bem vindo. Melhor seria se Siba cuidasse melhor de seus vocais e não desafinasse tanto, mas o tempo está aí para isto, né?

 

MADELEINE PEYROUX

13 – Teatro Guaíra – Curitiba

14 – Tom Brasil – São Paulo

A tímida e desengonçada cantora tem uma proposta artística corajosa, espontânea e verdadeira, que não esconde sua predileção pelo jazz, blues e folk, a ponto de muita gente compará-la com a mitológica Billie Holiday, o que é um exagero estratosférico. Mesmo assim, ela volta ao Brasil com uma apresentação imperdível, pois além de divulgar seu mais recente álbum, o ótimo Anthem, ela vai apresentar outras belas canções extraídas de sua discografia. É um evento classudo e descompromissado ao mesmo tempo. Não perca!

 

LOS SEBOZOS POSTIÇOS

13 a 15 – SESC Ipiranga – São Paulo

O projeto que reúne alguns integrantes da Nação Zumbi foi montado para fazer uma homenagem à música criada por Jorge Ben antes que este mudasse para Benjor. A coisa acabou rendendo um bom disco e cresceu a tal ponto que virou uma turnê. Agora, vão se apresentar tocando apenas o repertório de Bob Marley com o The Wailers. É uma daquelas apresentações que pode surpreender os mais incautos.

 

EDU LOBO, ROMERO LUBAMBO e MAURO SENISE

13 a 15 – SESC Pinheiros – São Paulo

Um show que reúne três figuras fundamentais dentro da história da música brasileira jamais pode ser desprezado, ainda mais quando a ocasião marca o lançamento o final de uma trilogia em disco, iniciada com Todo Sentimento (2016), seguida de Dos Navegantes (2017) e encerrada agora com Quase Memória. Para os amantes da música brasileira de qualidade, é um espetáculo imprescindível.

 

TOQUINHO & IVAN LINS & MPB-4

13 – Vivo Rio – Rio de Janeiro

15 – Teatro Castro Alves – Salvador

Embora seja um exímio violonista e um cantor até que razoável, já faz muito tempo que Toquinho se acomodou musicalmente, sempre fazendo shows com o mesmíssimo repertório – “Tarde em Itapoã”, “Regra Três”, “Testamento”, “Como Dizia o Poeta”, “Meu Pai Oxalá”, “Que Maravilha”, “Caderno” e, claro, “Aquarela”. E é ainda mais lamentável saber que qualquer esperança de ousadia seja sepultada pelas próprias plateias, que querem sempre ouvir as mesmas coisas. E aqui ele irá se apresentar juntamente com seu amigos Ivan Lins e a turma do MPB-4. Se o seu lance é presenciar encontros de compadres, então vá.

 

PITTY

14 – Audio – São Paulo

Os shows da cantora e de sua boa banda sempre foram relevantes apenas para quem tinha idade mental inferior a dezessete anos. A questão agora é que ela está em uma nova fase, aberta a outras sonoridades, o que é um perigo no caso dela – vide as pavorosas músicas novas que ela lançou recentemente, “Contramão” e “Te Conecta”. É óbvio que ela vai manter a pegada roqueira de seus trabalhos anteriores em cima do palco, mas… Bem, vá por sua conta e risco.

 

BELO

14 – Auditório Araújo Vianna – Porto Alegre

Sempre penso que anos atrás ele passou uma temporada na cadeia pelos motivos errados: quem ‘cantava’ as ‘músicas’ que o sujeito mostrava nos shows não merecia outra coisa senão passar um bom tempo tomando água de caneca e tendo duas horas de sol por dia. Uma verdadeira aberração musical para quem gosta de samba, Belo continua impunemente nos dias de hoje a personificar o que de pior aquele troço que ficou conhecido como “pagode” propiciou. Suas péssimas canções fazem jus às interpretações que costuma cometer em cima dos palcos, o que torna cada um de seus shows – agora risivelmente batizados como “Belo In Concert” e com quase duas horas e meia de duração – uma espécie de castigo sonoro para quem se atreve a testemunhar essa presepada. Fuja disso!

 

MUMUZINHO

14 – Carioca Club – São Paulo

Ele é um dos nomes mais ativos da tentativa de reerguer o pagode, algo que graças a Deus não rolou. Agora ele tenta mais uma vez ao lançar um DVD, A Voz do Meu Samba, que de samba mesmo não tem absolutamente nada: é um amontoado de pagodes xexelentos, repetitivos e sem um pingo de criatividade. E isso obviamente vale para suas apresentações, que não conseguem escapar da mesmice. Indicado apenas para quem costuma sair de casa para “beijar muito”…

 

THIAGUINHO

14 – Km de Vantagens Hall – Rio de Janeiro

Embora seja um cara carismático em cima do palco, Thiaguinho desperdiça isto com um repertório de porcarias vexaminosas, que só entusiasma periguetes e candidatas a tal. Sem contar que, ao vivo, sua voz não é lá essas coisas, o que não ajuda em nada a tornar seu show um evento imperdível. Pelo contrário: é preferível ficar em casa assistindo ao videotape de Remo x Tuna Luso, disputado em uma terça-feira chuvosa.

 

RACIONAIS MC’S

14 – Km de Vantagens Hall – Belo Horizonte

Se você for daquelas pessoas com a mente aberta em termos musicais, certamente vai gostar de ver a maior banda de rap do Brasil em cima do palco. Evidentemente, é preciso que se deixe de lado certos parâmetros cênicos do que significa um show para sacar os grooves muito bem escolhidos e as letras certeiras de Mano Brown. Deixe de lado o preconceito e encare esta apresentação como uma “experiência sonoro/literária”. Aí o lance tomará outra – e melhor – proporção…

 

LENINE

14 – Imperator – Rio de Janeiro

Dentro do atual cenário da MPB, poucos são os artistas que apresentam um trabalho tão consistente, coerente e de alto valor artístico quanto ele. Sempre surpreendendo a plateia com repertórios diferentes e com uma banda de apoio muitas vezes pesada para o tipo de som que faz, Lenine transforma cada uma de suas canções em manifestos poéticos muitas vezes sacolejantes – algo ainda mais raro de se ver e ouvir. Seu novo show, Em Trânsito, vai revelar muitas surpresas e não pode ser ignorado, justamente pelas qualidades de seu autor acima citadas. Vá sem medo!

 

MARIA GADÚ

14 – Opinião – Porto Alegre

Erroneamente chamada de “a nova Cássia Eller”, ela faz aquele tipo de som bem quadradinho, asséptico, sem risco, ideal para quem idolatra o Ivan Lins. O show costuma ter uma dinâmica meio arrastada e chega a dar sono em determinados momentos, pois fica a impressão de que ela passa o tempo inteiro cantando uma mesma música. Tomara que não inclua a pavorosa “Shimbalaiê” em suas apresentações. Vá por sua conta e risco…

 

ALCIONE

14 – Teatro Castro Alves – Salvador

A “Marrom” canta muito, isso é fato. O problema é que ela parece ter tanta certeza disto que acha que pode cantar qualquer coisa e todo mundo irá babar. Ledo engano. Um repertório que privilegie o samba e não canções “dor de corno” fazem com que a qualidade de seus espetáculos aumente consideravelmente. Espero que isso ocorra agora, no momento em que ela está comemorando 45 anos de carreira e 70 de idade.

 

BANDA BLACK RIO

14 – Blue Note – São Paulo

Embora esteja completamente descaracterizada em relação a sua formação original, esta reencarnação do lendário grupo dos anos 70 faz um show até que animado, mas feito para agradar apenas a quem não faz a menor ideia da história da banda. Quem conhece o som “das antigas” vai simplesmente odiar o que estes caras estão fazendo. Sugiro uma olhadela para que você se posicione.

 

JARDS MACALÉ

14 e 15 – SESC Avenida Paulista – São Paulo

Um dos mais irrequietos compositores da História da música brasileira, ele vai apresentar grandes canções de sua carreira e algumas de seu mais recente CD, Besta Fera,. Só que isto não significa que o velho Jards vai deixar de mexer com a cabeça e os sentidos da plateia. E isto é bem legal…

 

HECTOR COSTITA QUARTET

14 e 15 – SESC 24 de Maio – São Paulo

Um dos mais brilhantes músicos da História da música brasileira é um argentino que se transformou em brasileiro ao trazer à tona um trabalho instrumental não menos que primoroso desde a primeira metade dos anos 60. Nessa apresentação ele vai mostrar sua peculiaríssima abordagem sonora em cima de temas conhecidos da bossa nova e do jazz. Imperdível!

 

ISABELLA TAVIANI

14 e 15 – SESC Bom Retiro – São Paulo

Não dá para engolir mais um clone da Ana Carolina, agora em versão “atração de diretório acadêmico de faculdade”. Tão espontâneo quanto um cacto seco, seu som – agora reduzido a voz e violão, em mais uma daquelas presepadas ditas “intimistas” – busca desesperadamente encontrar espaço dentro de um nicho de público que idolatra o engajamento musical dentro do universo da diversidade sexual. Deu para entender o que eu quis dizer, né? É um show indicado para quem curte as canções da Simone, Zélia Duncan, Maria Gadú e da própria Ana Carolina. Bem entendido?

 

STRYPER

14 – Tropical Butantã – São Paulo

15 – Circo Voador – Rio de Janeiro

Um dos pioneiros na ligação entre o heavy metal e o cristianismo, este grupo voltou à ativa há alguns anos com a mesma proposta, mas com um som um pouco mais agressivo do que fazia no passado. Felizmente, seus integrantes abandonaram aquelas ridículas roupas listradas em preto e amarelo do passado, mas certamente a farta distribuição de Bíblias continua a rolar. Se esta for a sua onda…  Na abertura, vão rolar apresentações das bandas Tourniquet e Narnia (esta também vai abrir o show do Rio), ambas professando a mesma crença religiosa em suas pesadas canções.

 

MELIM

15 – Auditório Araújo Vianna – Porto Alegre

Meu Deus do céu! Era só o que faltava: uma “versão Jack Johnson” do duo Anavitória!!! Jesus Cristo, que troço ruim do caralho! As canções são tão bobas e inofensivas que fazem a Mallu Magalhães soar como o Siouxsie & The Banshees no auge do pós-punk. Meu Jesus Cristo, quem criou esse troço?

 

THIAGO PETHIT

15 – Centro Cultural São Paulo – São Paulo

Sempre pretensioso e constantemente desafinado, ele vai mostrar canções de seu mais recente disco, Mal dos Trópicos. Se conseguir cantar no tom correto das músicas e deixar de lado afetação infantil de seus discursos, pode vir a ser um show até que divertido.

 

KAROL CONKÁ

15 – SESC Itaquera – São Paulo

Incensada por gente que pensa que “afinação” é apenas mais uma palavra no dicionário, essa moça tenta fazer um som que se aproxime – ou copie, se preferir -, as modernas produções da atual safra da pavorosa mistura de hip hop com r&b que rola nos Estados Unidos atualmente, mas tudo o que acontece é enervar a todo mundo com suas músicas bem ruins. Se duvida disso, tente ouvir o seu segundo e mais recente, Ambulante, sem ter a vontade de desligar tudo lá pela terceira faixa. Para piorar, nos show ela vem acompanhada apenas de um DJ. Fuja!

 

PENTAGON

15 – Tropical Butantã – São Paulo

Mais uma “salsicha musical” parida pela indústria do k-pop coreano. São nove (sim, nove!) garotos com cabelos tingidos com papel crepom colorido, todos fingindo que cantam – já que o playback rola à vontade – e demonstrando baixíssima quantidade de testosterona em seus sistemas fisiológicos. A música? É aquela mesma merda de sempre…

 

TURBONEGRO

15 – Carioca Club – São Paulo

Confesso que fico agradavelmente surpreso em saber que uma banda tão sensacional vai aportar pela primeira vez aqui no Brasil. O sexteto norueguês faz apresentações muito divertidas, com canções espetaculares que conseguem unir sons pesados típicos do rock and roll escandinavo com ganchos pop irresistíveis! Pode apostar: será um dos melhores shows do ano por aqui! Não perca de maneira alguma!

 

TRIBUTO A B.B. KING com NUNO MINDELIS , TUCO MARCONDES e GIBA BYBLOS

18 – Bourbon Street – São Paulo

Não tenho dúvida que o show que vai reunir três ótimos guitarristas com estilos bem diferentes entre si será uma ótima ocasião para celebrar a proximidade da data de nascimento do mitológico B.B. King. Se o blues é o seu prato diário de consumo musical, você tem que estar presente…

 

AMARO FREITAS TRIO

18 – SESC Pinheiros – São Paulo

O trabalho do pianista pernambucano é uma das mais surpreendentes revelações dos últimos tempos. Em seus dois álbuns, Sangue Negro (2016) e Rasif, lançado no ano passado, ele criou um amálgama sonoro que uniu o jazz a ritmos tradicionalmente nordestinos de uma maneira exuberante. Não tenho dúvida de que ele vai reproduzir no palco a excelência de suas composições de seus discos. Resumindo: não perca essa apresentação de maneira alguma!

 

FERRUGEM

19 – Opinião – Porto Alegre

Nunca tinha ouvido falar desse moço. Fui conferir suas músicas e tive a plena certeza que perdi preciosos minutos de minha vida só para ter a oportunidade de dizer a você: já sei onde NÃO estarei…

 

CHICO CÉSAR

19 – SESC Pinheiros – São Paulo

Depois de quase uma década sem lançar um álbum com canções inéditas, o cantor e compositor paraibano reaparece com O Amor é um Ato Revolucionário, um disco repleto de canções engajadas na posição política de seu autor. Hum, não sei não…

 

CÉU

19 – SESC Pompéia – São Paulo

Boa cantora em disco e um pouco irregular ao vivo, ela se tornou um dos mais celebrados nomes da nova safra de cantoras brasileiras. Neste show ela vai mostrar canções de seus bons álbuns – incluindo o mais recente, cujo título ainda não foi divulgado -, o que é uma excelente pedida para quem não acredita que a música nacional vai além das “Anittas da vida”…

 

CATEDRAL

19 – Teatro Opus – São Paulo

Sair de casa para assistir a um show de uma banda que insiste em imitar a Legião Urbana há 452 anos não é bem um programa recomendável, ainda mais apresentando canções de poética mais fraca que sopa de albergue noturno. Para piorar, o trio usou o velho truque da “turnê de despedida pelo Brasil” em 2016 para vender mais ingressos e agora vem com a lorota “milhares de pedidos dos fãs nos fizeram voltar à ativa e comemorar trinta anos de carreira”, uma trapaça absolutamente intolerável. Fuja disso!