“É Show ou é Fria”: 16 a 22/11

KREATOR e ARCH ENEMY

16 e 17 – Audio – São Paulo

Não é sempre que presenciamos as apresentações de duas bandas de primeira linha dentro da cena do metal mundial em uma única noite. Os alemães do Kreator estão melhores do que nunca em cima do palco, entregando um show absurdamente poderoso, com um repertório de pauladas capazes de entortar os pescoços de todo mundo. O mesmo vale para o quinteto sueco, que não perdeu nada e sua potência com a entrada da vocalista Alissa White-Gluz. Pode crer que será um evento imperdível!

 

BANDA BLACK RIO

16 JazzNosFundos – São Paulo

Embora esteja completamente descaracterizada em relação a sua formação original, esta reencarnação do lendário grupo dos anos 70 faz um show até que animado, mas feito para agradar apenas a quem não faz a menor ideia da história da banda. Quem conhece o som “das antigas” vai simplesmente odiar o que estes caras estão fazendo. Sugiro uma olhadela para que você se posicione.

 

FILAFRO POP ORCHESTRA & ROLANDO LUNA

16 – Auditório Ibirapuera – São Paulo

Um dos braços musicais da Filarmônica Afro Brasileira vai receber como convidado especial o pianista cubano Rolando Luna, um dos muitos integrantes da famosa confraria “Buena Vista Social Club”, que o Ry Cooder apresentou ao mundo no celebrado documentário/disco lançado anos atrás. Pode ser uma experiência curiosa e bem interessante assistir a essa apresentação… Arrisque!

 

FERRUGEM

16 – Credicard Hall – São Paulo

Nunca tinha ouvido falar desse moço. Fui conferir suas músicas e tive a plena certeza que perdi preciosos minutos de minha vida só para ter a oportunidade de dizer a você: já sei onde NÃO estarei…

 

AZEALIA BANKS

16 – Tropical Butantã – São Paulo
Para algumas figuras, fazer pop vagabundo é uma… ahn… ‘arte’. É o caso dessa moça, dona de um repertório tão patético que faz com que cada uma de suas canções pareça pequenas porções de esterco boiando em alguma praia paradisíaca. Perto dela, a Rihanna soa como a Madonna em seus melhores momentos. Fuja dessa porcaria de apresentação! Melhor: nem circule pelo bairro do local do show.

 

ZÉ RENATO & CLAUDIO NUCCI

16 – Teatro Rival Petrobrás – Rio de Janeiro

Ambos são amigos e integraram o grupo Boca Livre no passado. Agora se armam de seus respectivos violões e resolvem subir ao palco para mostrar canções que fizeram no passado e algumas mais atuais. Para quem curte MPB em seu modo mais tradicional, a premissa é de uma apresentação delicada e emocionante. Se essa é a sua “praia”, se jogue nela…

 

ROUPA NOVA

16 e 17 – Km de Vantagens Hall – Rio de Janeiro

É aquela velha história: os caras são músicos extraordinários, com total domínio de seus instrumentos, mas ficaram presos a um mercado que não aceita nada que contenha um mínimo de criatividade musical. Resignada, a banda então vem se rendendo há anos em tocar coisas abomináveis como “Dona” e “Whisky a Go Go”, feitas especialmente para agradar a um público muito pouco exigente. Infelizmente, o Roupa Nova é a prova que todo país tem o Toto que merece…

 

ROBERTA SÁ & HAMILTON DE HOLANDA

16 e 17 – Teatro J. Safra – São Paulo

Esse show terá uma atmosfera bem intimista, já que no palco estarão apenas a cantora com a sua bela voz e o exímio bandolinista, apresentando canções de seus respectivos repertórios em um formato diferente. Não sei se tal parceria segura mais de uma hora de atenção por parte da plateia, mas isso não significa que algumas surpresas possam surgir…

 

JORGE VERCILLO

16 – Tom Brasil – São Paulo

17 – Vivo Rio – Rio de Janeiro

Faz tempo que o maior imitador de Djavan da América Latina comemora uma carreira que, incrivelmente, já ultrapassou duas décadas de duração, o que só evidencia como tem gente sem critério na hora de ouvir música. Suas canções são sempre feitas especialmente para “pentear os ouvidos” dos mais incautos, adocicadas com letras que mais parecem ‘poesia de escada de faculdade’ e arranjos que não oferecem o menor sinal de ousadia e criatividade. É um daqueles shows ideais para se assistir bebericando uísque falsificado e comendo uma porção de provolone à milanesa com data de validade vencida…

 

VINNY APPICE

16 e 17/11 – Santo André/SP – SESC

18/11 – Belo Horizonte/MG

O ex-baterista do Black Sabbath e do Heaven & Hell vem ao Brasil para fazer catar uma grana com esse “show cover de luxo”, pois vai se apresentar ao lado de uma ótima banda de apoio – o ex-guitarrista do Dr. Sin, Edu Ardanuy, mais o vocalista Nando Fernandes (ex-Hangar) e o baixista Fernando Giovannetti, do Armored Dawn – para tocar na íntegra um dos melhores e mais subestimados álbuns de sua ex-banda, Mob Rules, de 1981. No show de Belo Horizonte, vai ter apresentação de abertura do grupo Concreto. Resumindo: vale pela curiosidade e se você não se importar em ser cúmplice desse “passa o chapéu”…

 

“IV FESTIVAL BB SEGUROS DE BLUES E JAZZ”

17 – Parque Santana – Recife

Nesse evento gratuito vão rolar as apresentações de uma escalação de atrações muito interessante: o bluesman Lil´Jimmy Reed – que não tem qualquer parentesco com o lendário Jimmy Reed -, os guitarristas Pepeu Gomes e Toninho Horta, além do saxofonista Leo Gandelman e outras atrações. Como é de graça mesmo, aproveite e leve a família, e não esqueça de botar a criançada para curtir um pouco de música diferenciada daquelas que empesteiam a vida escolar da gurizada nos dias atuais.

 

FAR FROM ALASKA e HUEY

17 – SESC Pompéia – São Paulo

Duas das melhores bandas do atual cenário roqueiro nacional que teima em não desaparecer em uma mesma noite? Dois tipos de som pesado, que não abrem mão de harmonias e melodias por baixo de camadas de guitarras distorcidas e ritmos avassaladores em um mesmo evento? Eu, no seu lugar, não perderia isso por nada nesse mundo…

 

PÉRICLES

17 – Carioca Club – São Paulo

Ele é um cara carismático e dono de uma bela voz. Com o fim do Exaltasamba, Péricles iniciou sua carreira solo e eu torço sinceramente para que ele se afaste completamente do som que fazia com seu finado grupo, voltando a fazer um samba de raiz com letras que tenham uma maior profundidade poética. A julgar pela música mais recente que lançou, “Até que Durou”, que estará presente em seu novo disco, infelizmente parece que isto não vai acontecer tão cedo. Pena…

 

VANESSA DA MATA

17 – SESC Parque Dom Pedro II – São Paulo

Taí um daqueles shows que deixam todo mundo com sorriso no rosto e com vontade de cantar as músicas. Esqueça bobagens como “Ai Ai Ai”. Há uma delicadeza brejeira na voz de Vanessa que funciona perfeitamente dentro de suas canções. Suas apresentações são sempre corretas, com banda afiada e direção segura. É uma boa pedida para quem quer impressionar a(o) parceira(o) recém-conquistada(o), principalmente porque neste show ela vai o resultado de seu mais recente trabalho, o CD/DVD Caixinha de Música, gravado ao vivo em São Paulo.

 

FORÇA MACABRA e KOVAA RASVAA

17 – SESC Belenzinho – São Paulo

18 – 92 Graus – Curitiba

Não ria, é sério: o Força Macabra é finlandês e faz um som ‘disgracento’ cantado em… português!!! Olha, não falta acontecer mais nada de esquisito por aqui em 2018. O mais legal é que as canções dos caras certamente vão agradar a quem gosta de metal extremo e punk casca-grossa ao mesmo tempo. Como atração de abertura, outro grupo finlandês com a mesma vibe, o Kovaa Rasvaa. Não tenha a menor dúvida: será uma noite infernal e no melhor dos sentidos!

 

ALCIONE

17 – Tom Brasil – São Paulo

A “Marrom” canta muito. Isto é fato. O problema é que ela parece ter tanta certeza disto que acha que pode cantar qualquer coisa e todo mundo irá babar. Ledo engano. Um repertório que privilegie o samba e não canções “dor de corno” fazem com que a qualidade de seus espetáculos aumente consideravelmente. Espero que isso ocorra agora, no momento em que ela está comemorando 45 anos de carreira e 70 de idade.

 

ORQUESTRA TABAJARA convida ZEZÉ MOTTA

17 – Teatro Rival Petrobrás – Rio de Janeiro
A mais lendária das orquestras brasileiras em todos os tempos continua na ativa, acredite, desde a 1934!!! Embora não conte mais com seu indiscutível líder, o falecido maestro Severino Araújo, ela continua dando conta do recado em sua abordagem popular com os integrantes da atual formação. E para provar isso, convidaram a atriz/cantora Zezé Motta para apresentarem juntos alguns temas que ela lançou em seu mais recente álbum, O Samba Mandou me Chamar, e alguns clássicos do cancioneiro popular. Show essencial para quem tem saudades dos gloriosos tempos da música brasileira e para a molecada que precisa tomar contato com esse tipo de sonoridade.

 

AT THE DRIVE-IN

17 – Circo Voador – Rio de Janeiro

18 – Opinião – Porto Alegre

Dezesseis anos depois de seu término, a banda capitaneada pelo vocalista Cedric Bixler-Zavala e pelo guitarrista Omar Rodriguez Lopez – que continuaram a tocar juntos no Mars Volta – voltou à ativa de maneira surpreendente, lançando um bom álbum em 2017, In.ter a.li.a, e fazendo shows com a mesma energia do passado. Pode ir sem susto, pois a apresentação inteira é “descabelante”.

 

CJ RAMONE

17 – The House – São Paulo

18 – Arena Club – Santos (SP)

O ex-baixista da finada banda de punk mais legal de todos os tempos volta ao Brasil para dar uma repassada no repertório de seus álbuns anteriores e, claro, tocar algumas músicas da banda que lhe deu fama e alguma grana. Se mantiver o espírito rock ‘n’ roll de seus últimos trabalhos, ele certamente vai fazer um show surpreendente. Na abertura do show de Sampa vão rolar shows com os grupos Carbona e Filhos de Inácio. Diversão sem compromisso!

 

HERBIE HANCOCK

17 – Credicard Hall – São Paulo

19 – Km de Vantagens Hall – Rio de Janeiro

Não importa o que um dos mais lendários pianistas/tecladistas de todos os tempos vai tocar: você tem que assistir a esses shows e simplesmente absorver o que ele vai apresentar em cima do palco. Em qualquer formato e em qualquer circunstância, a música de Hancock é alimento para a alma. Ponto final.

 

ANDRÉ ABUJAMRA

18 – Unibes Cultural – São Paulo

Aqui o velho maluco – no bom sentido, claro – vai mostrar as canções de seu mais recente projeto musical. Omindá, em que mais uma vez se propôs a misturar a música brasileira com sonoridades da península dos Bálcãs e da Armênia, ritmos africanos e latinos, reggae, música indiana e o que mais pintar em sua cabeça doida. Não é um show para quem tem dificuldades em assimilar diversas informações sonoras e cênicas ao mesmo tempo, da mesma forma que as canções não são palatáveis para gostos redundantes. É sim indicado para quem tem a mente e os ouvidos abertos e sem preconceitos.

 

DAVE EVANS

18 – Espaço 555 – São Paulo

Para quem não sabe, ele foi o primeiro vocalista do AC/DC – chegou a gravar o hoje raríssimo compacto de “Can I Sit Next to You, Girl” / “Rockin’ in the Parlour” – tendo sido substituído justamente pelo lendário Bon Scott em 1974. Adivinhe o quê de relevante Evans fez depois daquele ano? Nada. Rigorosamente nada. Por isto, mesmo que ele prometa cantar músicas de sua… ahn… “carreira solo”, o que você tem aqui é apenas um show cover do grupo australiano, tendo à frente um sujeito que vive às custas de um passado que quase ninguém lembra e que não tem o menor pudor de cantar músicas das quais jamais participou. Vá por sua conta e risco… Ah, na abertura vai rolar show do grupo Masmorra. (atualização: o show foi oficialmente cancelado! Adivinhe o motivo…)

 

MIRO DE MELO & OS BREGAPUNKS

18 – Bar Brahma – São Paulo
Capitaneado pelo ex-baterista do cultuado grupo 365, esse projeto pretende derrubar a barreira que existe entre a música rotulada como “brega” e o punk, com resultados até que divertidos. Para quem procura diversão compromissada, pode ser uma boa pedida ouvir antigas canções de Reginaldo Rossi, Odair José, Paulo Sergio, Peninha e Evaldo Braga com uma roupagem mais roqueira.

 

AIR RAID

18 – Manifesto Bar – São Paulo

Tem gente que anda muito saudosa do metal dos anos 80, incluindo o resgate dos timbres daquela época. É o caso desse grupo sueco, que faz discos e shows como se ainda estivessem em 1981. É tão engraçado que chega a ser divertido para quem viveu aqueles tempos, como é o caso do tio aqui. Vale a pena dar uma olhada e rir um pouco de gente que leva isso MUITO a sério no palco e, principalmente, na plateia…

 

VANESSA JACKSON

19 – Bourbon Street – São Paulo

Um exemplo de talento desperdiçado oriundo desses realits shows televisivos, a ótima cantora tem todas as condições de relembrar a ouvidos medíocres que a disco music era muito mais que “música de discoteca”, e que era preciso ter muito gogó e som instrumental caprichado para tocar clássicos como “It’s Rainning Men”, “I Will Survive”, “Last Dance” e tantas outras canções legais pra caralho. Se estiver no pique de sacudir o esqueleto ao som de boa música, pode se jogar na pista!

 

HAMILTON DE HOLANDA

19 – Circo Voador – Rio de Janeiro

Um dos mais extraordinários instrumentistas da nova geração, ele deu ao bandolim uma linguagem absolutamente nova, quase revolucionária, a ponto de estabelecer uma até então inesperada ponte entre o chorinho e o jazz. Aqui ele mostra um show batizado como “Baile do Almeidinha”, no qual mostra suas habilidades interpretando forrós, sambas, frevo, choros, xotes e outros ritmos brasileiros. É um show indispensável para quem quer fugir do comodismo musical que impera nos dias de hoje.

 

ANITTA & LUDMILLA

19 – Espaço das Américas – São Paulo

Nem preciso comentar, né? Próximo!

 

FUNDO DE QUINTAL

19 – Imperator – Rio de Janeiro

Embora seja bastante veterano – na verdade, um dos primeiros grupos de samba a ingressar no universo do que passou a se chamar pagode -, esta rapaziada se contenta em apenas fazer aquele sonzinho sem vergonha para derreter corações de ‘piriguetes’ com minissaias e cabelo tingido com água de salsicha. Samba que é bom mesmo… Nada!

 

NAÇÃO ZUMBI

20 – SESC Itaquera – São Paulo

A verdade é uma só: se você assistiu uma única ao grupo em cima de um palco, pode apostar que viu todos, pois as suas apresentações sempre guardam pouquíssimas surpresas. É bem provável que você, que teve a oportunidade de assistir a algum show anterior, perceba isso nessa apresentação gratuita dos caras. Quem nunca viu tem aqui uma boa oportunidade de conferir a irregularidade do repertório, que alterna bons momentos do passado com as terríveis versões incluídas no mais recente álbum, Radiola NZ Vol.1, no qual literalmente assassinaram canções como “Amor” (Secos & Molhados) e “Refazenda” (Gilberto Gil). Esteja avisado!

 

DI MELO

20 – SESC Interlagos – São Paulo

Bastante cultuado por um círculo de fãs — que incluem DJs e adoradores de soul music de várias partes do mundo – de seu disco homônimo lançado em 1975, este cantor e compositor pernambucano vai mostrar também algumas canções de seu irregular O Imorrível. Só a presença das canções de seu primeiro álbum já faz este show valer a pena, mas torça para que Di Melo tenha parado de desafinar tanto ao vivo…

 

ZEZÉ MOTTA

20 – SESC Ipiranga – São Paulo

Como escrevi acima, ela lançou um disco recentemente e vai mostrar algumas canções pinçadas do repertório dele, além de músicas de seu passado musical. Como ela continua uma boa cantora, é bem provável que você assista a uma apresentação honesta e competente.

 

MADE IN BRAZIL

21 – SESC 24 de Maio – São Paulo

Com um show em comemoração ao 40º aniversário de lançamento de um seus mais significativos álbuns, Paulicéia Desvairada, a veterana banda de rock and roll vai entregar o que promete: sons tocados com garra e energia. Vale a pena!

 

LUPA SANTIAGO QUARTETO

22 – JazzB – São Paulo

Excelente guitarrista, Lupa Santiago faz uma interessante ponte unindo o jazz e a MPB instrumental e é exatamente isto que ele costuma apresentar com maestria em seus shows. A “cancha” que adquiriu por ter tocado muito no exterior e ao lado de grandes nomes como Dave Liebman e até mesmo Hermeto Pascoal dão o devido gabarito à sua performance, sempre ao lado de um grande grupo de apoio. Pode ir sem susto…

 

GROUNDATION e DEZARIE

22 – Opinião – Porto Alegre

Para quem curte o “reggae de raiz”, o som do Groundation pode ser bem interessante, apesar do vocal absurdamente irritante e afetado do vocalista/guitarrista Harrison Stafford, ao passo que a cantora de voz pequena e meio que chegada em umas semitonações vai agradar apenas aos menos exigentes.

 

GANG OF FOUR

22 e 23 – SESC Pompéia – São Paulo

Mesmo completamente descaracterizado – só sobrou o genial guitarrista Andy Gill da formação clássica -, o grupo inglês ainda tem muita lenha para queimar, tanto pela dedicação e garra dos novos integrantes como pelo peso pós-punk desconcertante que as canções antigas e novas ainda apresentam. Show imperdível!

 

2018-11-16T15:19:35+00:00

3 Comments

  1. Eduardo 16 de novembro de 2018 at 15:25 - Reply

    Boa tarde, Regis.

    Poxa, justamente o comentário que eu mais estava esperando (Show Ludmilla e Anitta), você preferiu nem comentar…. Ia ser comédia ver seus comentários ácidos sobre os shows delas… Mas foi engraçado de qualquer jeito.

    Outra coisa, é verdade que a Azealia Banks não quis cantar no mesmo palco que a Pablo Vittar?

    Por fim, aproveito para te agradecer por mais um “É Show ou É Fria”, que sempre termina de forma positiva nossa labutosa semana.

    Tenha um ótimo final de semana.

    • Regis Tadeu 16 de novembro de 2018 at 18:43 - Reply

      Eduardo, me faltaram palavras para exprimir minha opinião a respeito desse “encontro de titãs da merda musica”…
      Com relação a tal de “Azaléia”, ela se recusou a fazer o show porque foi escalada para grasnar antes dos uivos afeminados DO Pablo Vittar. Daí deu xilique e cancelou sua ‘exibição’.
      Obrigado pelo elogio e bom final de semana para você também.

  2. Alinor Junior 19 de novembro de 2018 at 11:19 - Reply

    Confesso que antes de dar o click, percebendo que haveria comentários das apresentações de Kreator e Arch Enemy, me deu um frio na barriga, principalmente em relação a segunda. Mas surpresa, Regis aprovou elogiando ambas ! Ufa… 😎👍

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