EDSON & HUDSON

17 – Tom Brasil – São Paulo

A vida é dura, né? Quando se separaram, os irmãos achavam que iriam se dar bem em suas respectivas carreiras solos. Ledo engano. Com a queda no volume de shows, os dois não tiveram outra coisa a fazer que deixar as brigas de lado e voltar a tocarem juntos. Então, volta aqui a sonoridade “sertanejo/roqueira” que sempre apresentaram, entremeadas por aquele “chororô” ressentido que toda dupla sertaneja tem.

 

ODAIR JOSÉ

17 – Teatro J. Safra – São Paulo
Nesta apresentação, o veterano cantor brega/romântico vai mostrar algumas canções de seu mais recente álbum, Gatos e Ratos, cujas canções voltam a apresentar uma surpreendente “pegada rocker” e com letras bem interessantes, o que ele já havia feito no anterior Dia 16, lançado em 2015. E esta abordagem certamente estará presente quando ele também tocar suas músicas mais antigas. Vá e curta esse show surpreendente. Simples assim.

 

“UM ABRAÇO NO ALÊ”

17 – Auditório Ibirapuera – São Paulo

O evento em comemoração ao aniversário do requisitado clarinetista e compositor Alexandre Ribeiro vai reunir um time de músicos excepcionais: os violonistas Yamandu Costa, Marco Pereira, Paulo Bellinati e Swami Jr., o acordeonista Toninho Ferragutti, o clarinetista Nailor “Proveta” e as cantoras Verônica Ferriani e Fabiana Cozza, entre outros, todo mundo envolvido para apresentar um espetáculo cuja renda será revertida para o tratamento de saúde do aniversariante. É uma boa causa e um evento que pode surpreender positivamente a todos na plateia.

 

PLUTÃO JÁ FOI PLANETA

17 – SESC Belenzinho – São Paulo

O grupo foi finalista de um daqueles programas musicais que a Globo insiste em fazer para não dar em nada e já lançaram dois discos bem “fofinhos” e inofensivos, Daqui Pra Lá (2014) e A Última Palavra Feche a Porta (2017), que devem fazer os publicitários babarem na hora de escolher suas trilhas para comerciais de margarina, banco, plano de saúde para a família e o que mais for… “bonzinho”. Se você não se importa em passar um tempo assistindo a tudo isso, vá por sua conta e risco…

 

DOMINATRIX

17 – SESC Belenzinho – São Paulo

Em tempos de ‘lacração’, nada como o ressurgimento de um grupo que se autodenomina “hardcore feminista” para aproveitar a onda. No caso dessas garotas, pelo menos há a coerência encontrada ao longo da carreira, já que o quarteto vai apresentar as canções de seu primeiro álbum, Girl Gathering, lançado em 1997, além de porradas de seus trabalhos posteriores. Vale uma espiada…

 

PAULO RICARDO

17 – Bolshoi Pub – Goiânia

Não adianta. O cara tenta, tenta, tenta, diz que finalmente gravou um álbum de rock como sempre sonhou, que seus shows agora serão mais intensos, aquele bla bla blá todo… Aí na hora de ouvir e assistir, é aquela sensação de constrangimento, de “vergonha alheia” em grau “master”. Será que não existe uma alma caridosa no mundo que chegue nesse rapaz e diga “filho, tá tudo errado, comece de novo e ouça os conselhos de gente sincera, por favor…”

 

SUPERCOMBO e SELVAGENS À PROCURA DE LEI

17 – Circo Voador – Rio de Janeiro

Duas bandas bastante atuantes na criação de uma nova “cena roqueira” no Brasil, cada uma delas tem seus atrativos que justificam a saída de casa para presenciar seus respectivos sons em cima de um palco. O principal deles é a qualidade de suas canções. Nos dias de hoje, isso já é muito importante…

 

PAULINHO DA VIOLA convida VELHA GUARDA DA PORTELA

17 – Espaço das Américas – São Paulo

Se você é daqueles que grita a palavra “samba” toda vez que assiste a um desses ‘trocentos’ grupos de pagode xexelentos que andam por aí, recomendo que pegue a sua ‘patroa’ e vá a este show. Nele, o “Príncipe do Samba” vai dar uma verdadeira aula a respeito do significado real do gênero musical, resgatando canções de uma época em que cada letra era praticamente um poema e trazendo de volta os integrantes de uma comunidade de músicos, cantores e compositores quase lendários. Pode apostar que Criolo, que fará uma participação especial, vai se ajoelhar perante essa turma.

 

HENRY THREADGILL’S ZOOID e CHARLES TOLLIVER

17 – SESC Pompéia – São Paulo

Dono de um estilo quase inclassificável dentro do universo jazzístico, o saxofonista americano vem ao Brasil com seu quinteto Zooid e certamente vai dar uma ampliada na mente de cada pessoa na plateia. Já seu compatriota trompetista, um mestre da improvisação no cool jazz e no hard bop que foi “apenas” um parceiro do cultuado saxofonista Jackie McLean durante os anos 60, deve ser reverenciado até os dias de hoje por manter sua incrível musicalidade praticamente intacta e ainda revitalizada. Se você é amante do jazz, não perca essas apresentações de modo algum!

 

MARINA LIMA

17 e 18 – SESC Santo Amaro – São Paulo

Ela ainda está em uma fase muito ruim da carreira. Seu mais recente disco – Novas Famílias ­ – é simplesmente pavoroso e sua voz se tornou tão desafinada que seja a ser constrangedor ouvi-la em shows e em programas de TV. Até mesmo quando resgata canções antigas em suas apresentações o resultado é catastrófico. Que pena…

 

PAULO MIKLOS

17 e 18 – SESC Ipiranga – São Paulo

O fato de ter sido o titã que cantava melhor no grupo e por ter uma carreira solo bem interessante certamente fez com que muita gente se surpreendesse com o excesso de “brasilidade” presente em seu mais recente álbum, A Gente Mora no Agora, que é justamente a base de seu novo show. Se você não tiver problema em ver em ação alguém que traz a versatilidade como característica principal de seu trabalho, provavelmente vai se divertir muito nessas duas noites.

 

LENINE

17 a 19 – SESC Pinheiros – São Paulo

Dentro do atual cenário da MPB, poucos são os artistas que apresentam um trabalho tão consistente, coerente e de alto valor artístico quanto ele. Sempre surpreendendo a plateia com repertórios diferentes e com uma banda de apoio muitas vezes pesada para o tipo de som que faz, Lenine transforma cada uma de suas canções em manifestos poéticos muitas vezes sacolejantes – algo ainda mais raro de se ver e ouvir. Seu novo show, Em Trânsito, vai revelar muitas surpresas e não pode ser ignorado, justamente pelas qualidades de seu autor acima citadas. Vá sem medo!

 

CHICO BUARQUE

17 a 19 – Auditório Araújo Vianna – Porto Alegre

Há muito tempo afastado dos palcos, o outrora extraordinário compositor voltou a fazer shows com maior frequência para promover Caravanas, um disco surpreendente bom para seus padrões dos últimos anos. É um espetáculo que vale a pena ser visto pelos ótimos arranjos, sempre uma marca registrada de seu trabalho. A voz de Chico, que nunca foi lá estas coisas, mas que sempre caiu bem dentro de suas composições, continua a mesma, mas a banda que o acompanha é um show à parte. Deixe o preconceito de lado.

 

MAD MONKEES

17 – Estúdio Aurora – São Paulo

19 – V Garage – São Paulo

Uma das melhores bandas de rock surgidas nos últimos tempos no Brasil, esse quarteto cearense definitivamente está pronto para ser catapultado ao cenário internacional, visto a extrema qualidade do som pesado e agressivo de seu autointitulado álbum de estreia, produzido pelo saudoso Carlos Eduardo Miranda e lançado no ano passado. Não deixe de assistir! Ah, vão rolar também as apresentações dos grupos Corona Kings e Instinto Animal na abertura do evento.

 

TRIBALISTAS

18 – Allianz Parque – São Paulo

É inacreditável que depois do total fracasso do segundo e autointitulado álbum lançado no ano passado o trio formado por Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes – secundado por inúmeros músicos contratados, incluindo Dadi, baixista da A Cor do Som – tenha a ousadia de se apresentar em grandes palcos espalhados pelo País. Não é possível que alguém se disponha a gastar uma grana preta para aire de casa e ouvir em cima do palco uma sucessão de canções horríveis e pretensiosas em sua “exibição de simplicidade”, um troço tão falso quanto uma nota de R$ 7. Passe longe desse ‘mamute apodrecido’!

 

SAULO

18 – Audio – São Paulo

Como nesse show vai rolar a gravação de um DVD desse que é um dos cantores mais chatos dos últimos milênios, pode apostar que vão rolar repetições de músicas e uma série de outros ‘passatempos’ para torrar ainda mais o saco de quem vai testemunhar esse troço. Bem feito! Quem mandou ir?

 

FUNDO DE QUINTAL

18 – Carioca Club – São Paulo

Embora seja bastante veterano – na verdade, um dos primeiros grupos de samba a ingressar no universo do que passou a se chamar pagode -, esta rapaziada se contenta em apenas fazer aquele sonzinho sem vergonha para derreter corações de ‘piriguetes’ com mini-saias e cabelo tingido com água de salsicha. Samba que é bom mesmo… Nada!

 

NOVOS BAIANOS

18 – Km de Vantagens Hall – Rio de Janeiro

Simplesmente imperdível! Simples assim…

 

PLANET HEMP

18 – Credicard Hall – São Paulo

A banda voltou às atividades e tocando muito bem, com o entrosamento entre Marcelo D2 e BNegão nas rimas ainda funcionando e sendo uma das atrações dos shows. Se você deixar de lado o preconceito, vai se divertir muito…

 

PIXOTE, SAMPRAZER & MR. CATRA

18 – Pepsi On Stage – Porto Alegre

Já sei onde NÃO estarei. Recomendo o mesmo a você…

 

ADRIANA CALCANHOTTO

18 – Teatro Castro Alves – Salvador

Ela vai apresentar um novo show que, segundo ela, foi idealizado como ‘concerto-tese’, ou seja, uma conclusão de minha residência artística na Universidade de Coimbra, em Portugal, onde estive nos últimos dois anos entre cursos e apresentações”. Seja lá o que isso signifique, uma coisa é certa: se tiver mais solta no palco e menos preocupada com sua performance, a cantora pode proporcionar uma experiência bem interessante para a plateia.

 

LULU SANTOS

18 – concha acústica do Teatro Castro Alves – Salvador

Show de Lulu Santo sempre é garantia de caminhão de hits bem tocados, performances energéticas e precisas, gente incapaz de ficar sentada na plateia e muita cantoria. Ele também vai apresentar algumas canções de seu mais recente projeto, “Baby Baby!”, no qual aborda de maneira bem pessoal algumas canções do repertório de Rita Lee. Quem é fã, deve conferir; quem nunca viu show dele e tem curiosidade, vai se se surpreender.

 

ANDRÉ ABUJAMRA

18 e 19 – SESC Vila Mariana – São Paulo

Aqui o velho maluco – no bom sentido, claro – vai mostrar as canções de seu mais recente projeto musical. Omindá, em que mais uma vez se propôs a misturar a música brasileira com sonoridades da península dos Bálcãs e da Armênia, ritmos africanos e latinos, reggae, música indiana e o que mais pintar em sua cabeça doida. Não é um show para quem tem dificuldades em assimilar diversas informações sonoras e cênicas ao mesmo tempo, da mesma forma que as canções não são palatáveis para gostos redundantes. É sim indicado para quem tem a mente e os ouvidos abertos e sem preconceitos.

 

ITIBERÊ ZWARG

18 e 19 – SESC Pompéia – São Paulo

Quem acompanhou a fantástica carreira de Hermeto Pascoal nos anos 70 e 80 sabe que este baixista formava com o batera Nenê uma “cozinha” rítmica de outra galáxia, tamanha era a habilidade de ambos se conectarem com as excentricidades musicais do genial albino. Vindo para os dias atuais, Itiberê montou um grupo numeroso e se dedica a exibir os resultados de sua pesquisa sonora na forma de composições incrivelmente complexas e lotadas de ritmos lindamente malucos. Você vai sair desta apresentação com o cérebro virado ao contrário e de cabeça para baixo…

 

ADILSON GODOY TRIO com LENY ANDRADE, HECTOR COSTITA, TONINHO HORTA e CLAYBER DE SOUZA

18 e 19 – SESC Santana – São Paulo

Para quem acompanha a história da música brasileira desde o início da década de 60, o espetáculo será um deleite raro de se ver e ouvir, pois reúne o maestro/pianista/compositor Adylson Godoy e seu trio recebendo as gloriosas presenças da sensacional cantora Leny Andrade, do saxofonista Hector Costita, do gaitista Clayber de Souza e do guitarrista Toninho Horta para darem uma aula a respeito da vertente jazzística da bossa nova. Para quem, como o tio aqui, conhece o significado de “Fino da Bossa”, “Sambrasa Trio”, “Sambalanço Trio” e “Bossa Rio”, será uma viagem no tempo tremendamente saborosa.

 

OMAR SOSA QUARTETO AFROCUBANO

18 e 19 – SESC Pompéia – São Paulo

O pianista cubano e seus amigos são chegados em uma ‘mistureba’ que forma um amálgama sonoro bastante melodioso e intrincado ao mesmo tempo, com grandes quantidades de jazz, música caribenha, sons do norte da África e mais uma porrada de outras referências. É daqueles shows que você sai meio atordoado, mas para o bem.

 

JAY VAQUER

19 – Bourbon Street – São Paulo

Lançando seu décimo álbum, Ecos do Acaso e Casos de Caos, o cantor e compositor carioca tenta mais uma vez emplacar o seu som insosso e sem personalidade. Para piorar, ele continua tão carismático quanto um garçom em seu primeiro dia de trabalho em um novo bar. Duvido que seja desta vez que prestaremos atenção ao que ele canta e toca.

 

VANGUART

19 – Auditório Ibirapuera – São Paulo

Deus me livre de indicar este show a você. O motivo? Simples: se em disco o vocalista Helio Flanders se mostrou um primor na arte de desafinar, imagine ouvir isto ao vivo em versões acústicas das fraquíssimas canções do grupo? Fuja!

 

THE CALLING

19 – Carioca Club – São Paulo

Poucos grupos conseguiram fazer uma carreira com tantas canções insuportáveis quanto este quinteto americano, cujo som é tão inofensivo quanto um filhote de orangotango dopado. É claro que a maioria das testemunhas que estarão na plateia conhece apenas a pavorosa “Wherever You Will Go” e só meia dúzia de mocréias cantarão algumas outras porcarias a plenos pulmões. É um show totalmente desaconselhável para quem tem mais de quatro neurônios em funcionamento.

 

JOAN OSBORNE

19 – Bolshoi Pub – Goiânia

21 – Theatro NET – São Paulo

Cantora de um único hit – a delicada “One of Us” -, ela aporta ao Brasil com um show que pretende mostrar que ela é muito mais do que isso, nem que tenha que apelar para a abordagem pasteurizada e polida que deu ao repertório de Bob Dylan em seu mais recente disco, Songs of Bob Dylan. É mais um daqueles shows “vá por sua conta e risco”…

 

EDGAR SCANDURRA

19 – Centro Cultural São Paulo – São Paulo

Quase três décadas depois de seu lançamento original, o primeiro disco solo do guitarrista do Ira!, Amigos Invisíveis, será revisitado na íntegra por seu criador. Será uma boa oportunidade para descobrirmos se as boas canções da época envelheceram bem ou se deveriam ficar na memória afetiva de seus admiradores.

 

OSWALDO MONTENEGRO

19 – Teatro Castro Alves – Salvador

Já vi muitos músicos ruins na vida. Ruins, muito ruins. Mas talvez seja pior ver um artista chato, que faz canções chatas, com letras chatas, que prega um discurso chato e faz arranjos chatos. Músicos ruins podem ser engraçados, mas o artista chato é apenas… chato. Ninguém personifica isso como Oswaldo Montenegro. Não importa que ele esteja estreando um novo show, batizado como Serenata. Ele sempre é capaz de fazer adormecer uma manada de rinocerontes enfurecidos, de fazer gente dormir plantando bananeiras nas cadeiras dos teatros. Deus, como isto é chato…

 

LEONARDO

19 Teatro Positivo – Curitiba

Se você pensa que “romantismo” é ouvir canções tão consistentes quanto um pote de canjica, com letras repletas de poesia de 5ª série de Primeiro Grau, cantadas por um sujeito até que boa-praça, mas que é incapaz de mostrar um pingo de ousadia em seu som, então este show é para você. É um espetáculo em que transbordam emoções de araque. Caia fora!

 

LAURA PAUSINI

20 e 21 – Credicard Hall – São Paulo

Ela é uma boa cantora e uma mulher simpática e divertida, mas suas canções são tão saborosas quanto beber uma vitamina de atum, direto do pote do liquidificador, de um gole só. Não dá! Saber que ela é assistida por grandes plateias – provavelmente formada sempre pelas mesmas pessoas – toda vez que vem para cá é daqueles mistérios que só o público brasileiro pode proporcionar.

 

TIM BERNARDES

22 – Theatro NET – Rio de Janeiro

Integrante do chatíssimo grupo O Terno, o filho do Maurício Pereira (do Os Mulheres Negras, lançou…. lançou… zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz… ahn, lançou um disco-solo, Recomeçar, que deu muito, mas muito sono em quem se aventurou a ouvi-lo sem a preocupação de agradar aos amigos metidos a ‘indies de barba cheia de falhas e coques no alto da cabeça”. Imagine agora o quanto isso se transformara em…. em…  zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz.. ahn, se transformará em um pesadelo quando o garoto subir ao palco sozinho, com seu piano e sua guitarra, tocando…. tocando… zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz… ahn, tocando as músicas do disco iluminado apenas por um pequeno abajur para simular a atmosfera do seu próprio quarto, onde ele…. ele… zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz… ahn, compôs as músicas do álbum. Meu Deus, que sono… zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz..

 

DIONNE WARWICK

23 – Espaço das Américas – São Paulo

Uma das poucas grandes cantoras oriundas da década de 60 que ainda estão com a voz em ordem, a eterna musa de Burt Bacharach vai mostrar um repertório classudo e desfilar sua elegância sóbria e contida perante os olhos e ouvidos de uma plateia privilegiada. Não deixe de presenciar tal experiência!