“É Show ou é Fria”: 2 a 8/11

EMICIDA

2 – Circo Voador – Rio de Janeiro

Indo em uma direção oposta ao mau humor de certa corrente do rap nacional, Emicida procura usar da poesia inteligente, com uma qualidade muito acima do se ouve por aí. Para melhorar ainda mais, seu DJ manda ver em bases pesadas, bem na linha “old school”, lembrando uma época em que o hip hop ainda usava o som da caixa de bateria e não palmas para marcar o ritmo. Só que nestes shows a tônica será dada pelo mais recente trabalho do cara, o DVD 10 Anos de Triunfo. Experimente derrubar o seu preconceito!

 

ALOK

2 – P12 Parador Internacional – Florianópolis
Ele é mais um desses “DJ de pendrive” incensados por uma turma que adora beber, paquerar e dançar sem se importar com o tipo de som que está rolando. O set list do sujeito é repleto de sons horríveis, que só entusiasmam quem tem “balinhas coloridas” no lugar do cérebro. Se esse é o seu caso, vá e divirta-se, Não tenho nada com isso…

 

JESUTON

2 – SESC Pompéia – São Paulo

Descoberta nas ruas do Rio de Janeiro em 2012, esta cantora inglesa radicada no Brasil tem agora a oportunidade de mostrar que não foi apenas por caridade que alguns artistas resolveram levá-la para participações em shows e programas de TV. Aqui ela vai mostrar as canções de seu simpático álbum de estreia, Home, lançado no ano passado, e vai rolar a participação especial do naipe de sopros do grupo carioca Afrojazz. A julgar por aquilo que ouvi, vale a pena dar uma espiada na apresentação da moça…

 

DIOGO NOGUEIRA

2 e 3 – Imperator – Rio de Janeiro

Ele até tenta seguir os passos do pai – o lendário e falecido João Nogueira -, mas além de não ter voz condizente com o gênero, Diogo Nogueira tem carisma zero e faz um tipo de samba que não só passa a anos-luz de distância daquilo que Zeca Pagodinho e Jorge Aragão – estes sim representantes do “resgate do samba de raiz” -, como também soa como um Alexandre Pires mais rústico. Não perca seu tempo.

 

FAFÁ DE BELÉM

2 e 3 – SESC Bom Retiro – São Paulo

Dona de uma das vozes mais lindas da história da MPB, ela tem tudo para fazer um bom espetáculo. O problema será o repertório, coisa que Fafá nunca soube escolher muito bem ao longo de sua carreira. Torça para que ela esteja inspirada tanto na hora de abordar as canções de seu mais recente disco, o fraco Do Tamanho Certo Para o Meu Sorriso, como ao resgatar temas anteriores de sua longa carreira. Caso contrário, vai testemunhar toda a cafonice que sempre marcou grande parte de suas interpretações. Como as presenças dos “guitarreiros” Manoel e Felipe Cordeiro foram anunciadas para esses shows, o tom regionalista deverá prevalecer ao longo do espetáculo.

 

LOREENA McKENNIT

2 – Km de Vantagens Hall – Rio de Janeiro

4 – Km de Vantagens Hall – Belo Horizonte

Já refeita da tragédia que se abateu em sua vida – perdeu o noivo e dois amigos em um naufrágio de um barco em 1998, o que a levou a um isolamento que durou mais de uma década -, a cantora canadense vem saindo cada vez mais de seu ‘casulo’ para deliciar as plateias com as lindas canções presentes em seus álbuns. Será um daqueles shows emocionantes, serenos e viajandões, já que o som dela engloba enormes influências da música celta e do Oriente. Se eu fosse você, não perderia…

 

EARTHLESS e MARS RED SKY

2 – Stonehenge Bar – Belo Horizonte (só o Earthless)

3 – Fabrique Club – São Paulo

4 – La Esquina – Rio de Janeiro
Os norte-americanos do Earthless abandonaram o som predominantemente instrumental e com peso psicodélico do passado e agora mostram canções com vocais, enquanto que os franceses do Mars Red Sky primam por uma sonoridade stoner meio doom, bem mais arrastada e igualmente pesada. Para quem gosta de gente nova fazendo som pesado e com influências setentista, a dobradinha é uma experiência imperdível. Ah, e de quebra vão rolar apresentações do grupo carioca Psilocibina.

 

PATRULHA DO ESPAÇO

3 – SESC Belenzinho – São Paulo

Todo roqueiro que se preze tem que ter em sua coleção de discos pelo menos um álbum deste estupendo grupo, que foi inicialmente criado para servir de suporte à carreira solo de Arnaldo Baptista, mas que depois seguiu carreira própria, sempre liderado por um dos maiores bateristas brasileiros de todos os tempos, Rolando Castello “Junior”. Por isto, recomendo que você esteja presente ao show que vai marcar o encerramento das atividades do grupo depois que quase quatro de décadas de carreira da banda, repleto de convidados especiais que já fizeram parte das formações anteriores e amigos. Será uma apresentação celebratória, mas certamente marcada por um grau de tristeza pelo final. Não perca em hipótese alguma!

 

TIME OUT

3 – SESC Itaquera – São Paulo

O trio formado por extraordinários músicos – o baixista Celso Pixinga, o guitarrista Mello Jr e o baterista Maurício Leite – vai simplesmente dissolver os cérebros presentes na plateia com um som absolutamente desconcertante, um tipo de fusion lotado de improvisações inacreditáveis, mas tocado com uma fúria roqueira de cair o queixo e com inúmeros elementos de música brasileira. Assista e depois diga se estou errado…

 

ELLEN OLÉRIA

3 – SESC Campo Limpo – São Paulo

Uma das cantoras mais incríveis e criminosamente subestimadas dos últimos tempos no Brasil, ela agora promete usar suas raízes jazz/funk/samba/hip hop para retomar a energia e o balanço de suas composições, com arranjos pessoais e impactantes. Vale a pena dar uma conferida…

 

MAX & IGGOR CAVALERA

3 – Tropical Butantã – São Paulo

4 – Opinião – Porto Alegre

Não, não será um show do Cavalera Conspiracy, a banda que os irmãos Cavalera montaram para mostrarem que ainda são relevantes tocando juntos. Provavelmente, irão tocar na íntegra dois álbuns dos Sepultura, Beneath the Remains e Arise. Só espero que o show seja menos confuso e embolado do que aquele em “homenagearam” o Roots tempos atrás. Vá por sua conta e risco…

 

ANGELA RO RO

3 – Cine Theatro Brasil – Belo Horizonte

A cantora de voz inconfundível continua a divulgar o pavoroso álbum que lançou no ano passado, Selvagem, que evidenciou o quanto ela está cantando mal mesmo dentro do ambiente de um estúdio, em que desafinações e semitonações podem ser corrigidas – no caso dela, até certo ponto. Como ela também deve mostrar no show algumas de suas versões para canções de Cazuza, Caetano Veloso, João Donato e até Cole Porter, e prepare para uma experiência: pode acontecer de tudo, para o bem ou para o mal. Arrisque e cheque o horário da apresentação!

 

ZÉLIA DUNCAN

3 – Cine Theatro Brasil – Belo Horizonte

Cantora razoável com timbre de voz extremamente característico, ela vai mostrar nestes shows várias canções de seu mais recente trabalho, Antes do Mundo Acabar, com um bom repertório de sambas de sua autoria e de outros parceiros, além de ótimas composições de Paulinho da Viola, Dona Ivone Lara e Riachão. É daquelas apresentações simpáticas, que mostram que ainda é possível fazer música brasileira com um nível de qualidade acima da média. Importante: cheque o horário da apresentação!

 

5 A SECO

3 – Circo Voador – Rio de Janeiro

Quando assisti a um show do grupo tempos atrás, fiquei com a impressão que seria uma atração perfeita para festa de final de ano de grêmio estudantil de alguma faculdade de Letras, um tipo de evento que sempre fugi como os vampiros se afastam das cruzes e da luz do sol. Bem, só por isso já dá para sacar o que penso a respeito das apresentações da banda, né?

 

JOTA QUEST

3 – Km de Vantagens Hall – Belo Horizonte

Não há nada mais a dizer a respeito dos shows deste grupo: é o exemplo de como uma banda que poderia fazer um som sensacional se transformou em uma espécie de “Luciano Huck do pop/rock nacional”. É, não tenho mesmo nada mais a escrever a respeito…

 

LEONARDO

3 – Credicard Hall – São Paulo

Se você pensa que “romantismo” é ouvir canções tão consistentes quanto um pote de canjica, com letras repletas de poesia de 5ª série de Primeiro Grau, cantadas por um sujeito até que boa-praça, mas que é incapaz de mostrar um pingo de ousadia em seu som, então este show é para você. É um espetáculo em que transbordam emoções de araque, em que até mesmo o resgate de músicas do passado de gente como Tião Carreiro, Chitãozinho & Xororó e João Mineiro & Marciano receba um tratamento indigente em termos musicais. Fuja!

 

EGBERTO GISMONTI

3 e 4 – SESC Belenzinho – São Paulo

Assim como acontece com Hermeto Pascoal, as apresentações de Egberto não podem ser perdidas de maneira alguma, não importando o repertório que ele venha a apresentar – parece que vão rolar algumas composições inéditas nesses shows! Você vai entender porque ele é um dos mais aclamados artistas brasileiros no cenário internacional. Não deixe de ver!

 

ORQUESTRA BACHIANA & PALAVRA CANTADA

4 – Espaço das Américas – São Paulo

Esse será um espetáculo beneficente em prol do GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e Criança com Câncer) que vai unir música erudita e canções infantis, tudo pilotado pela regência do maestro João Carlos Martins à frente da Orquestra Filarmônica Bachiana SESI-SP e pela dupla principal do projeto Palavra Cantada. Nem tem o que pensar: vá, leve a família e faça o bem a quem precisa!

 

“BALACLAVA FEST” com WARPAINT, MERCURY REV, DEERHUNTER e outros

4 – Audio – São Paulo

Esse sim é um festival essencial para quem deseja conhecer sonoridades diferentes do usual que rolam por aí, prova de quem nem todo mundo é cumplice da descartabilidade musical que domina a atenção de cérebros menos privilegiados. O Mercury Rev é bem famoso entre o pessoal que curte uma psicodelia revisitada para os anos 90 – e já avisou que o show será para comemorar os vinte anos de lançamento de um de seus ótimos álbuns, Deserter’s Songs -, enquanto que o quarteto feminino Warpaint faz um som meio indie pop e viajandão ao mesmo tempo, repleto de delays, reverbs e outros efeitos. Já os americanos do Deerhunter são responsáveis por belíssimas e oníricas harmonias/melodias, que farão a plateia perambular mentalmente por paisagens pouco conhecidas. Como atrações de abertura, vão rolar os shows do baterista do Tame Impala, o francês Julien Barbagallo – que consegue criar um som razoavelmente interessante dentro do mesmo indie pop, mas com uma abordagem mais serena -, e dos nacionais Metá Metá, Jaloo, Marrakesh e Moons. Recomendo essa maratona musical para quem não tem preguiça musical…

 

 

ANDRÉ ABUJAMRA

4 – Unibes Cultural – São Paulo

Aqui o velho maluco – no bom sentido, claro – vai mostrar as canções de seu mais recente projeto musical. Omindá, em que mais uma vez se propôs a misturar a música brasileira com sonoridades da península dos Bálcãs e da Armênia, ritmos africanos e latinos, reggae, música indiana e o que mais pintar em sua cabeça doida. Não é um show para quem tem dificuldades em assimilar diversas informações sonoras e cênicas ao mesmo tempo, da mesma forma que as canções não são palatáveis para gostos redundantes. É sim indicado para quem tem a mente e os ouvidos abertos e sem preconceitos.

 

CÁTIA DE FRANÇA

4 – Cine Theatro Brasil – Belo Horizonte

A cantora/compositora paraibana se tornou alvo de discreto culto musical quando um de seus antigos LPs, 20 Palavras ao Redor do Sol, de 1979 e produzido por Zé Ramalho, foi resgatado pela nova geração de caçadores de preciosidades perdidas. Por isso, vale a pena dar uma conferida no atual show dela, que certamente vai trazer algumas canções daquele álbum e outras composições que foram gravadas ao longo das décadas por Elba Ramalho e Amelinha, entre tantos outros. Importante: cheque o horário da apresentação!

 

JARDS MACALÉ

4 – Cine Theatro Brasil – Belo Horizonte

Um dos mais irrequietos compositores da História da música brasileira, ele vai apresentar grandes canções de sua carreira que foram incluídas em seu mais recente CD (Jards)/DVD (Macalé), ou seja, vai mostrar várias canções novas. Só que isto não significa que o velho Jards vai deixar de mexer com a cabeça e os sentidos da plateia. E isto é bem legal… Importante: cheque o horário da apresentação!

 

RAÍCES DE AMÉRICA

4 – SESC Itaquera – São Paulo

Formado em 1979, o veteraníssimo voltou à ativa recentemente com a mesma proposta: resgatar a tradição da música latino-americana com uma formação multinacional, com integrantes argentinos, chilenos e brasileiros. Nestes shows eles revisitarão um repertório pinçado de seus dez álbuns e certamente haverá uma abordagem política em cada canção. Vale a pena conhecer a música deste grupo, por mais datada que ela possa parecer…

 

PAULA LIMA

4 – SESC Bom Retiro – São Paulo

Sempre competente na hora de misturar soul musicr&b e música brasileira em suas canções, Paula vai agora colocar sua bela voz acompanhada apenas do pianista Naldo Ramos em um repertório que revisita seu próprio repertório e também canções de Ella Fitzgerald, Chico Buarque, Roberto Carlos e João Donato que tiveram importância na construção de seus alicerces musicais. Boa pedida!

 

FOSTER THE PEOPLE

4 – Pepsi On Stage – Porto Alegre

6 – Km de Vantagens Hall – Rio de Janeiro

O som deste trio americano é o que aconteceria se os Jonas Brothers resolvessem tocar todo o repertório do Franz Ferdinand. Se você está com grana sobrando e quer fazer uma “chinfra” com o tal de ‘crush’ da vez, pode ser que a coisa toda funcione bem com o que rola em cima do palco. Vá por sua conta e risco, mas depois não se queixe…

 

ZEZÉ DI CAMARGO & LUCIANO

6 e 7 – Teatro do Bourbon Country – Porto Alegre

Entra ano, sai ano, e a dupla continua a não mostrar qualquer novidade significativa em suas apresentações. Não dá mais para esperar que os irmãos mostrem canções inusitadas, arranjos novos que fujam da mesmice e interpretações menos cafonas. Resumindo: quem assistir a esses shows vai ter a terrível experiência de ver e ouvir o mesmo desfile de tédio sonoro, mesmo que algumas canções novas tenham sido enxertadas no repertório. Deus, que troço chato…

 

“POA JAZZ FESTIVAL”

7 – Bourbon Street – São Paulo

Será a primeira vez que o tradicional festival que sempre rola em Porto Alegre acontecerá em outras capitais. Só que em Sampa só terão duas atrações: o saxofonista indiano/italiano Rudresh Mahanthappa, que combina os universos do jazz com a tradição da música da Índia com uma abordagem surpreendente e criativa, e o trio feminino argentino Bourbon Sweethears, que faz uma revisitação simpática do dixieland com violão de quatro cordas – simulando um ukelelê mais grave -, contrabaixo acústico e trombone, produzindo uma sonoridade curiosa e divertida. A “dobradinha” é uma ótima pedida!

 

EDUARDO ARAUJO

7 – SESC Belenzinho – São Paulo

O veterano cantor/compositor que foi um dos nomes mais emblemáticos da Jovem Guarda antes de mergulhar de cabeça no universo da country music trata agora revisitar sua pluralidade musical ao resgatar temas sertanejos antigos, fazendo versões de clássicos de Tião Carreiro & Pardinho, Zé Rico, Renato Teixeira & Almir Sater, e também alguns de seus mais famosos sucessos dos tempos de “Goiabão” e “Rua Augusta”. Pode ser bem divertido…

 

NOEL GALLAGHER’S HIGH FLYING BIRDS e FOSTER THE PEOPLE

7 – Pedreira Paulo Leminski – Curitiba

8 – Arena Anhembi – São Paulo

Atrações reunidas em um tal de “Summer Break Festival” – onde já se viu chamar um evento com apenas duas bandas de “festival”? -, cada uma vai entregar shows bem diferentes. A minha opinião a respeito do Foster the People você já leu acima. Quanto ao Noel, estava na cara que o ex-guitarrista do Oasis iria mandar muito bem em sua carreira solo. Vem lançando álbuns excelentes, está com uma banda afiada nas apresentações ao vivo e sempre capricha no repertório. Vai ser um belo show!

 

HANGAR

8 – Bolshoi Pub – Goiânia

Dentre seus inúmeros trabalhos, o excepcional baterista Aquiles Priester nunca abandonou a banda que montou assim que saiu do Angra anos atrás. Desde então, ela reaparece de tempos em tempos com discos e shows, como é o caso agora, em que vai divulgar – tardiamente, diga-se de passagem – seus mais recentes trabalhos, o CD Stronger Than Ever e o DVD Live in Brusque/SC, Brazil, ambos de 2016. Indicado somente para fãs incondicionais…

 

ULTRAMAN

8 – Opinião – Porto Alegre

Faz muito tempo que não assisto a um show dessa banda gaúcha, mas gostei bastante do recente álbum dos caras, Tente Enxergar, lançado no mês passado. Por isso, dá para recomendar o show, principalmente se grande parte do repertório seja formada pelas canções do referido CD. Arrisque!

 

TERESA CRISTINA

8 – SESC Pompéia – São Paulo

Apadrinhada por Caetano Veloso, ela é uma cantora de boa voz, sem sombra de dúvidas. Depois de passar um bom tempo revisitando o repertório de Noel Rosa em seus shows, ela se volta agora ao universo do igualmente lendário Zé Kéti, ainda com o acompanhamento luxuoso do violão de Carlinhos Sete Cordas. É daqueles espetáculos que se transformam em sinônimo de beleza e delicadeza musical.

 

JUDAS PRIEST, ALICE IN CHAINS e BLACK STAR RIDERS

8 – Pedreira Paulo Leminski – Curitiba

Nem preciso escrever que é absurdamente obrigatório presenciar as apresentações dessas três bandas em um mesmo local, mesmo que o Judas não conte mais com a presença de seu líder incontestável, o guitarrista Glenn Tipton, que padece do mal de Parkinson e que vem sendo substituído por Andy Sneap, o produtor do mais recente álbum do grupo, Firepower. Tem que assistir!

 

THE SILVAS

8 – SESC Pompéia – São Paulo

Uma brincadeira de amigos com cobrança de ingressos. Assim pode ser definida a apresentação do projeto de surf music integrado por João Barone, o produtor Liminha na guitarra, o baixista Dé Palmeira (ex-Barão vermelho) e o sempre desafinadíssimo vocalista Tony Platão. Caso esteja a fim de gastar grana com essa patuscada, o problema é todo seu…

 

MARIA RITA

8 – Theatro NET – São Paulo

Demorou um pouco para que grande parte do público levasse a filha de Elis Regina a sério como cantora. E não há nada de errado com o mundo quando se percebe que ela melhorou muito como cantora e, principalmente, na escolha do repertório de seus shows. Há uma dose maior de espontaneidade em suas apresentações e o fato de fazer esses shows acompanhada apenas pelo pianista Tiago Costa vai mostrar uma faceta mais intimista. Para quem nunca a viu em cima do palco, vale a pena dar uma arriscada…

15 respostas

  1. Eu tenho esse disco da Jesuton. Ganhei de uma amiga e de início torci o nariz, pela capa pensei mais uma merda estilo Mariah Carey e Beyonce. Ouvi como quem não espera nada e mordi a língua. Gostei muito, ela foge daquele estilo negra gospel gritona tão em voga hoje em dia. Tem um timbre de voz claro e bonito É um lance mais intimista e por que não dizer, bem mais legal. Recomendo.

  2. Pro show do Judas vale a pena dizer tbm “chegue sem medo de perder a primeira banda”, Black Star Riders, que mais parece um LS Jack gringo, bem fraco!

      1. Acho que apenas pela decência moral de terem adotado outro nome quando foram gravar material inédito, ao invés de eternamente viver dos louros do Thin Lizzy, já merecem algum respeito. Além disso, o vocalista Rick Warick tem bastante bagagem desde os anos 90 quando era líder do Almighty. Dificilmente será o concerto de uma vida, mas certamente cairá como uma luva para aquecer os motores antes dos shows principais.

    1. Bom dia, Eduardo. Não perderei meu tempo escrevendo a respeito de um “prêmio” fajuto e totalmente irrelevante. A própria emissora EUROPÉIA não term mais qualquer relevância, a ponto de dar premiar em termos continentais pseudoartistas baseado em ‘votação’ de fãs pela internet. Imagine a falcatrua de uma ‘premiação brasileira’ em um evento europeu? Não, tenho mais o que fazer do que dar trela para esse tipo de mutreta. Tô fora!

  3. Régis, mais uma vez parabéns pela coluna! Sou leitor assíduo desde o tempo do Yahoo.

    Posso fazer uma sugestão de matéria? Queria ler sua opinião a respeito dos filmes Nasce uma Estrela e Bohemian Rhapsody (se possível, claro!)

    Obrigado e continuo na leitura!

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