NUBLU JAZZ FESTIVAL

22 e 23 – SESC Pompéia – São Paulo

A 9ª edição do festival tem como atrações imperdíveis os shows do lendário baterista nigeriano Tony Allen, que redefiniu todos os conceitos do instrumento dentro do universo da música africana e será acompanhado pelo excelente saxofonista brasileiro Thiago França, e do guitarrista americano Marc Ribot – que já trabalhou com Tom Waits por muitos anos – com o seu grupo Los Cubanos Postizos, que vai fazer uma apresentação simplesmente acachapante em sua mistura de blues e música latina. De quebra, vão rolar as apresentações da jovem e excelente cantora de jazz Georgia Anne Muldrow com o rapper/produtor Ali Shaheed Muhammad e o grupo Midnight Hour. Para quem gosta de novas vertentes e linguagem do jazz e do blues, é um evento simplesmente imperdível!

 

ALICE C AYMMI

22 – Auditório Ibirapuera – São Paulo

Da doçura da família Caymmi a Alice não tem nada. Sua voz é repleta de uma intensidade quase agressiva e a sua marcante presença de palco faz com que suas boas canções ganhem um atrativo a mais. O som é pop, mas não é babaca. Ótima pedida, principalmente para quem não a conhece.

 

TONY BABALU

22 –Centro Cultural Olido – São Paulo

Figura conhecidíssima na história do rock nacional por conta de seu trabalho com o grupo Made in Brazil, o guitarrista lançou dois belos álbuns – Live Sessions at Mosh (2014) e Live Sessions II (2017), nos quais demonstrou sua habilidade e ecletismo musical ao lado de uma ótima banda de apoio. Ele vem repetindo a experiência em cima do palco com shows excelentes, com doses perfeitamente equilibradas de rock, blues e temas que resvalam levemente até mesmo no fusion. Vá, leve a família e se surpreenda!

 

JON SECADA

22 – Auditório Araújo Vianna – Porto Alegre

Quem é diabético está proibido de ir a esse show, tamanha é a dose de “sacarose brega” resultante da performance desse sussurrante gritador que desconhece um troço chamado “bom senso”. Se você mesmo assim ignorar o meu conselho, esteja preparado para ouvir uma avalanche de canções ditas “românticas” mais fracas que sopa de albergue noturno.

 

TERRA CELTA

22 – Bolshoi Pub – Goiânia

O grupo faz um show bem animado, já que sua música tem profundas influências das canções mais tradicionais da Irlanda, Escócia e Bretanha, e tudo é tocado com aquela sonoridade característica, com muitos instrumentos típicos, como violino, gaita de fole, acordeom, banjo, mandolin, tin whistle, clarinete, bouzoukie muitos outros. Vale a pena!

 

EMMERSON NOGUEIRA

22 – Credicard Hall – São Paulo

É difícil acreditar que alguém saia de casa para assistir a um show em que um cantor/violonista sem o menor carisma apresente um típico repertório “pseudoclassic rock” de barzinho sem a menor ousadia nos arranjos e muito menos sem qualquer traço de criatividade até mesmo em suas interpretações. É o caso de pensar se determinadas plateias realmente não têm o menor senso crítico ou se Emerson é um gênio maquiavélico que hipnotiza as pessoas para que estas sirvam de cobaias para experimentos sônicos que ninguém ainda entendeu quais são. Sou mais a primeira hipótese.

 

CHITÃOZINHO & XORORÓ

22 e 23 – Espaço das Américas – São Paulo

Se você estiver esperando por novidades, nem passe perto da porta deste show. Agora, se você nunca foi a uma apresentação deles e tem certa curiosidade, esta é uma boa oportunidade. Acontece que a dupla está mais do que nunca se afastando daquelas baladas “dor de corno” horrorosas do passado e investindo em uma sonoridade bastante próxima do country rock, o que não deixa de ser uma boa notícia. Isso sem contar que a banda de apoio é uma das melhores da praça. Se você não for um cara preconceituoso, a hora é agora…

 

XANDE DE PILARES

22 e 23 – Imperator – Rio de Janeiro

Por ter boa presença de palco e carisma, ele até poderia ter uma carreira decente se resolvesse construir um repertório bacana, com canções influenciadas pelo samba do passado, e fizesse uma aulas de canto para deixar de desafinar tanto. Em vez disso, prefere chafurdar na vala da descartabilidade com músicas ridículas, que apenas são relevantes para ‘periguetes’ com os cabelos tingidos com água de salsicha e soltar sua voz de maneira ‘qualquer nota’.

 

AMILTON GODOY TRIO

22 e 24 – Theatro São Pedro – São Paulo

O pianista construiu uma carreira irrepreensível junto com o lendário Zimbo Trio. Agora como ex-integrante, ele apresenta seu novo trio instrumental, juntamente com o baterista Edu Ribeiro e contrabaixista Thiago Alves, tendo ainda as participações especiais da flautista Léa Freire. Não tenha dúvidas: é música de primeira categoria!

 

MARIA RITA

22 a 24 – SESC Pinheiros – São Paulo

Demorou para que grande parte do público levasse a filha de Elis Regina a sério como cantora. E não há nada de errado com o mundo quando se percebe que ela melhorou muito como cantora e, principalmente, na escolha do repertório de seus shows – vide o que vai apresentar na referida data, batizado como “Amor e Música”, centrado no seu mais recente álbum com o mesmo título. Há uma dose maior de espontaneidade em suas apresentações e sua banda de apoio é eficientíssima. Para quem nunca a viu em cima do palco, vale a pena dar uma arriscada…

 

MAD MONKEES

23 – FFFront – São Paulo

Uma das melhores bandas de rock surgidas nos últimos tempos no Brasil, esse quarteto cearense definitivamente está pronto para ser catapultado ao cenário internacional, visto a extrema qualidade do som pesado e agressivo de seu autointitulado álbum de estreia, produzido pelo saudoso Carlos Eduardo Miranda e lançado no ano passado. Agora estão lançando um EP, Guerra. Não deixe de assistir! Ah, na abertura vai rolar show do grupo SixKicks.

 

MANO BROWN

23 – Audio – São Paulo

A julgar por aquilo que ouvi em seu primeiro álbum solo, o bom Boogie Naipe, lançado no ano passado, o líder incontestável dos Racionais MCs busca um distanciamento do engajamento sonoro que marcou toda a sua carreira. Agora ele quer se divertir com sons inspirados em fontes tão distintas como Tim Maia, Jorge Ben, Marvin Gaye, Leon Ware, Cassiano, Clara Nunes, Bebeto, Isaac Hayes e Fundo de Quintal, segundo ele mesmo. Certamente não dá para ficar indiferente a esta proposta. Ainda mais de quem vem…

 

JARDS MACALÉ

23 – Auditório Ibirapuera – São Paulo

Um dos mais irrequietos compositores da História da música brasileira, ele vai apresentar grandes canções de sua carreira e algumas de seu mais recente CD, Besta Fera,. Só que isto não significa que o velho Jards vai deixar de mexer com a cabeça e os sentidos da plateia. E isto é bem legal…

 

BELO

23 – Carioca Club – São Paulo

Sempre penso que anos atrás ele passou uma temporada na cadeia pelos motivos errados: quem ‘cantava’ as ‘músicas’ que o sujeito mostrava nos shows não merecia outra coisa senão passar um bom tempo tomando água de caneca e tendo duas horas de sol por dia. Uma verdadeira aberração musical para quem gosta de samba, Belo continua impunemente nos dias de hoje a personificar o que de pior aquele troço que ficou conhecido como “pagode” propiciou. Suas péssimas canções fazem jus às interpretações que costuma cometer em cima dos palcos, o que torna cada um de seus shows – agora risivelmente batizados como “Belo In Concert” e com quase duas horas e meia de duração – uma espécie de castigo sonoro para quem se atreve a testemunhar essa presepada. Fuja disso!

 

KARNAK

23 – Centro Cultural São Paulo – São Paulo

Um dos grupos mais chatos e pretensiosos da música brasileira nas últimas décadas resolveu voltar à ativa atendendo a pedidos inexistentes. Nessa apresentação eles anunciam a execução de uma “ópera-rock” (sic) batizada como Nikodemus – O Rei que Inventa Tudo o que Não Existe e de antigas bobagens como “Alma Não Tem Cor”, “O Mundo”, “Juvenar” e “Comendo Uva na Chuva”. Se quiser saber como uma mistura de ritmos, estilos musicais e teatralidade pode soar enfadonha e acionar em você o “modo dorminhoco”, basta ter a disposição de trocar um bom sexo com o seu amor para presenciar esse troço. Aí o problema é todo seu…

 

LINIKER & OS CARAMELLOWS

23 – Cine Joia – São Paulo

Um dos principais nomes da “lacration music” dos últimos tempos, ele e sua banda padecem do mesmo problema de seus colegas de ‘estilo’: canções fraquíssimas são apenas pretextos para um posicionamento mais contundente perante uma sociedade cada vez mais reacionária e conservadora. E quando a música é ruim, o discurso perde muito da força…

 

GUSTAVO MIOTO

23 – Credicard Hall – São Paulo

Músicas horríveis, voz pavorosa, carisma zero e uma postura “romântica/sertaneja” tão autêntica quanto uma nota de R$ 7. E a ‘fabriquinha’ de ídolos populares tenta emplacar mais um ‘produto jovem’ que só consegue atingir meninas com a capacidade cerebral de um ouriço-do-mar. Até quando teremos que presenciar isso, meu Deus do céu…

 

ANAVITÓRIA

23 – Fundição Progresso – Rio de Janeiro

Meu Deus, que sono…. que sono… que… zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz….

 

HAMMOND GROOVES

23 – JazzB – São Paulo

Aqui está um exemplo de apresentação que você não pode perder em hipótese alguma. O trio capitaneado por Daniel Latorre – um dos maiores experts em órgãos Hammond da América Latina – sempre faz shows espetaculares justamente tendo este lendário instrumento guiando baixo e bateria em levadas instrumentais sensacionais. Para “piorar”, o repertório é lotado de composições de Jimmy Smith, Booker T & The MG’s, Wes Montgomery, John Patton, Dr. Lonnie Smith, George Benson, Jimmy McGriff, Miles Davis, John Coltrane, Medeski, Martin &Wood e mais um monte de coisas bacanas do “jazz boogaloo”. Além disso, preste muita atenção aos sons do primeiro álbum dos caras, Funktastic. Simplesmente imperdível!

 

DEE SNIDER

23 – Tom Brasil – São Paulo

Parece incrível, mas o ex-vocalista do Twisted Sister lançou no ano passado um disco solo, For the Love of Metal, que é melhor do que todos os discos que gravou até hoje. Se repetir no palco a excelência das novas canções e souber pinçar as boas canções de seu passado, o show poderá ser muito divertido. Ah, e a abertura ficará a cargo do grupo The Secret Society. Se eu fosse você, iria numa boa…

 

PEPPINO DI CAPRI

23 – Vivo Rio – Rio de Janeiro

Quase 60 anos de carreira não é para qualquer um. É sinal de que muita gente continua a alimentar o merca do musical voltado a veteraníssimos cantores, seja pela memória afetiva, seja por pura ignorância, já que eu duvido que alguém presente a este show conheça outra música do lendário cantor que não seja a pavorosa “Champagne”. Pois é…

 

KAMASI WASHINGTON

23 – Circo Voador – Rio de Janeiro

26 – Opinião – Porto Alegre

27  – Audio – São Paulo

Hoje, ninguém representa melhor a excelência da nova safra de jazzistas geniais como esse saxofonista/produtor/compositor/band leader. Seus quatro extraordinários álbuns – The Proclamation (2007), Light of the World (2008), the Epic (2015) e o inacreditável Heaven and Earth, lançado no ano passado, são os cardápios de apresentações longas e que frequentemente deixam as plateias de quixo caído. Se tiver que escolher um show no mês para assistir, é um destes…

 

MAFALDA MINOZZI

24 – Auditório Ibirapuera – São Paulo

A espevitada cantora italiana vai mostrar muito mais que seu tradicional bom humor em cima do palco. Em seu novo show, Retratos em Bossa & Jazz, ela mostra que está muito acima da média ao abordar canções de grandes nomes da música brasileira e internacional, como Chico Buarque, Tom Jobim, Ennio Morricone e Bruno Martino, colocando em cada uma delas uma surpreendente abordagem jazzística. Vale a pena dar uma espiada…

 

TONINHO HORTA

24 – Bourbon Street – São Paulo

Esse show ainda divulga o álbum duplo/songbook 108 Partituras, com o qual o grande guitarrista mineiro comemorou seus 35 anos de carreira. O repertório é ótimo e a banda que o acompanha – com destaques para o cultuado saxofonista Nivaldo Ornelas – vai transformar a apresentação em um evento obrigatório!

 

KAROL CONKÁ

24 – Centro Cultural São Paulo – São Paulo

Incensada por gente que pensa que “afinação” é apenas mais uma palavra no dicionário, essa moça tenta fazer um som que se aproxime – ou copie, se preferir -, as modernas produções da atual safra da pavorosa mistura de hip hop com r&b que rola nos Estados Unidos atualmente, mas tudo o que acontece é enervar a todo mundo com suas músicas bem ruins. Se duvida disso, tente ouvir o seu segundo e mais recente, Ambulante, sem ter a vontade de desligar tudo lá pela terceira faixa. Para piorar, nos show ela vem acompanhada apenas de um DJ. Fuja!

 

EDUARDO ARAÚJO

24 – SESC Itaquera – São Paulo

O veterano cantor/compositor que foi um dos nomes mais emblemáticos da Jovem Guarda antes de mergulhar de cabeça no universo da country music trata agora revisitar sua pluralidade musical ao resgatar temas sertanejos antigos, fazendo versões de clássicos de Tião Carreiro & Pardinho, Zé Rico, Renato Teixeira & Almir Sater, e também alguns de seus mais famosos sucessos dos tempos de “Goiabão” e “Rua Augusta”. Pode ser bem divertido…

 

RODRIGO CAMPOS

24 – SESC Vila Mariana – São Paulo

Compositor diferenciado dentre a nova geração da música brasileira, o cantor e também multiinstrumentista sempre apresentou canções que jamais deixam o ouvinte com a sensação de indiferença no cérebro. Agora, ao fazer um show para divulgar um novo disco, 9 Sambas, com repertório centrado no referido gênero, ele reafirma sua posição como artista inquieto. E isso é muito bom!

 

BANDA MANTIQUEIRA

24 – SESC 24 de Maio – São Paulo

Fundado em 1991 pelo clarinetista Nailor Proveta, este grupo voltou à ativa há alguns anos depois de um longo hiato. Desde então faz jus á fama que obteve no passado por conta da excelência musical de cada integrante e, principalmente, pela abordagem “big band” que os caras fazem para composições de Tom Jobim, Pixinguinha, Noel Rosa, Cartola e João Bosco. Se você não conhece, vai ter uma agradável surpresa em todos os sentidos. Pode ir que é sonzaço!

 

VIRGINIA ROSA

25 – SESC do Carmo – São Paulo

Ex-integrante do Isca de Polícia, a banda que costumava acompanhar o falecido Itamar Assumpção, Virginia vai revisitar neste show o repertório de Clara Nunes, definitivamente uma das melhores cantoras deste país. Como canta bem, Virginia certamente vai encantar a plateia com os resgates de ótimas canções do passado, como “O Mar Serenou”, “Conto de Areia” e “Canto das Três Raças”.

 

OLIVIA HIME

25 – Theatro NET – Rio de Janeiro

Nomes importantíssimo da Música Brasileira (sim, com maiúsculas mesmo), a cantora leva aos palcos agora um show centrado no repertório de Edu Lobo, Dori Caymmi e Francis Hime, com a participação especial deste último. Se você está a fim de ver um show classudo esta semana, pode apostar suas fichas nele.

 

BADI ASSAD

26 – Teatro do Centro da Terra – São Paulo

Talentosíssima violonista brasileira com carreira internacional, ela vai fazer uma rara aparição por terras nacionais como parte das comemorações de 25 anos de sua carreira para mostrar seu mais recente trabalho, Singular, acompanhada por dois talentosos músicos: a percussionista Simone Sou e o baixista Rui Barossi. Seu domínio sobre o instrumento é absurdo, embora deixe um pouco a desejar quando começa a fazer firulas vocais. Torça para que ela tenha abandonado isso e se concentre apenas em cantar o que cada canção pede e manter o foco no violão. Aí sim será showzaço!

 

JESUTON

26 – SESC 24 de Maio – São Paulo

Descoberta nas ruas do Rio de Janeiro em 2012, esta cantora inglesa radicada no Brasil tem agora a oportunidade de mostrar que não foi apenas por caridade que alguns artistas resolveram levá-la para participações em shows e programas de TV. Aqui ela vai mostrar as canções de seu simpático álbum de estréia, Home, e a julgar por aquilo que ouvi, vale a pena dar uma espiada na apresentação da moça…

 

PAUL McCARTNEY

 26 e 27 – Allianz Parque – São Paulo

Responda sinceramente: o que você acha que eu poderia escrever a respeito deste show? Não só recomendo que você assista a um dos caras mais legais e geniais de todos os tempos, mas encare isto como uma “celebração de vida”. E não se preocupe: você vai chorar muito na parte final de “Hey Jude”. Como eu sei disto? Fácil: se um sujeito “coração de pedra” como eu se debulha em lágrimas toda vez que ele canta esta canção, imagine você, que é uma pessoa sensível e bacana… Não vou nem comentar mais nada. Só digo o seguinte: não deixa de ver este show!!! Simples assim.

 

JOÃO PARAHYBA

27 – SESC Pinheiros – São Paulo

Um dos mais importantes bateristas/percussionistas da história da música brasileira, o ex-integrante do lendário Trio Mocotó continua divulgando seu mais recente – e bom – disco, O Samba no Balanço do Jazz (2011), e mostrando novas linguagens rítmicas para grandes clássicos da música instrumental nacional, como “Nanã”, de Moacir Santos, e “Sambou, Sambou”, de João Donato, entre outras. É um daqueles espetáculos que vai dar um nó rítmico na sua cabeça, ainda mais porque terá como convidados especiais o genial pianista |Amilton Godoy – um dos fundadores do mitológico Zimbo Trio – e o excelente baixista Sidiel Vieira. Vai ser um showzaço!

 

RITCHIE

28 – Bourbon Street – São Paulo

O cantor e compositor vai mostrar algumas canções de seu mais recente trabalho, Outra Vez – Ao Vivo no Estúdio, com todos os hits de sua carreira e algumas canções inéditas. Como ele é dono de elegância musical inquestionável e o repertório é excelente, já sabe: pode comprar o ingresso sem susto.

 

BIXIGA70

28 – Centro Cultural São Paulo – São Paulo

Outro show imperdível, já que se trata de um dos grupos brasileiros mais legais da atualidade. Os caras resgataram a sonoridade afrobeat de artistas africanos dos anos 70 – que misturavam jazz, rock e a típica sonoridade daquele continente – e acrescentaram um “molho” brasileiro estonteante. E ainda estão lançando um novo álbum, Quebra-Cabeça.  Outro showzaço!