IVETE SANGALO

26 – Espaço das Américas – São Paulo

Que ela é absurdamente carismática e se transformou em uma boa cantora, não há dúvidas disto. O que estraga ainda é o seu repertório, em que privilegia os momentos “vamos todos fazer ginástica aeróbica juntos” em detrimentos a outras boas canções de sua lavra. No mais, é aquela ‘babação de ovo’ de sempre por parte do público, um show sem surpresas. Logo, é chato pra c…

 

CÉU

26 – Bourbon Street – São Paulo

Boa cantora em disco e um pouco irregular ao vivo, ela se tornou um dos mais celebrados nomes da nova safra de cantoras brasileiras. Nesse show ela vai mostrar canções de seus bons álbuns – incluindo o mais recente, Tropix -, o que é uma excelente pedida para quem não acredita que a música nacional vai além das “Anittas da vida”…

 

CATEDRAL

26 – Cine Theatro Brasil – Belo Horizonte

Sair de casa para assistir a um show de uma banda que insiste em imitar a Legião Urbana há 452 anos não é bem um programa recomendável, ainda mais apresentando canções de poética mais fraca que sopa de albergue noturno. Para piorar, o trio usou o velho truque da “turnê de despedida pelo Brasil” em 2016 para vender mais ingressos e agora vem com a lorota “milhares de pedidos dos fãs nos fizeram voltar à ativa e comemorar trinta anos de carreira”, uma trapaça absolutamente intolerável. Fuja disso!

 

KAROL CONKÁ

26 – Circo Voador – Rio de Janeiro

Incensada por gente que pensa que “afinação” é apenas mais uma palavra no dicionário, essa moça tenta fazer um som que se aproxime – ou copie, se preferir -, as modernas produções da atual safra da pavorosa mistura de hip hop com r&b que rola nos Estados Unidos atualmente, mas tudo o que acontece é enervar a todo mundo com suas músicas bem ruins. Se duvida disso, tente ouvir o seu segundo e mais recente, Ambulante, sem ter a vontade de desligar tudo lá pela terceira faixa. Para piorar, nos show ela vem acompanhada apenas de um DJ e vai rolar participação de uma tal de Xênia França, da qual nunca ouvi falar… Fuja!

 

QUARTETO EM CY

26 – SESC Bom Retiro – São Paulo

Um dos melhores grupos vocais de todos os tempos na história da música brasileira volta à ativa e trata de comemorar meio século de carreira com um show delicado e repleto de belas harmonias, tudo a serviço de um repertório recheado de clássicos. Resumindo: aula de canto à vista!

 

NUCLEAR ASSAULT

26 – SESC Belenzinho – São Paulo

Depois de voltar à ativa em 2002, a banda liderada pelo extraordinário baixista Dan Lilker reaparece mais uma vez no Brasil e é garantia de porrada nas orelhas. O peso instrumental continua o mesmo e o repertório… Só clássicos do passado, como “Game Over”, “Critical Mass”, “Brainwashed” e mais um monte de artilharia pesada. É daqueles shows para se esbaldar até morrer.

 

JOÃO SUPLICY & BIG BAND NA GAVETA

26 – Blue Note – São Paulo

Dono de um carisma próximo do zero e incapaz de produzir alguma canção que não seja medíocre, o irmão do Supla agora inventou um trio para mostrar o fraquíssimo repertório de seu mais recente disco, “João”, lançado no ano passado. Duvido que a presença de uma big band ao seu lado melhore o seu som, mesmo que todo mundo também se dedique a mostrar versões de canções de Elvis Presley, Tom Jobim e Beatles.  Ele deve ser um sujeito gente fina, mas na música não dá para encarar…

 

BRUNO & MARRONE

26 e 27 – Credicard Hall – São Paulo

Sem sombra de dúvidas, esta dupla – bem, “dupla” é modo de escrever, já que apenas um canta, ou melhor, grita, enquanto o outro apenas mexe os lábios – é um dos troços mais asquerosos que a música mundial já presenciou. É impressionante como Bruno & Marrone são artistas de uma regularidade impressionante: nada do que eles cantam e tocam é digno de um único elogio. No palco, então… As canções são arremedos do que de pior pode ser chamado de “romantismo”, com arranjos absurdamente manjados e interpretações canhestras. Quando a dupla cisma de colocar bailarinos fazendo coreografias de 18ª categoria, aí é o Apocalipse. Parece incrível, mas, perto eles, Vitor & Leo soavam como Simon & Garfunkel.

 

KARNAK

26 a 28 – SESC Vila Mariana – São Paulo

Um dos grupos mais chatos e pretensiosos da música brasileira nas últimas décadas resolveu voltar à ativa atendendo a pedidos inexistentes. Nessa apresentação eles anunciam a execução de uma “ópera-rock” (sic) batizada como Nikodemus – O Rei que Inventa Tudo o que Não Existe e de antigas bobagens como “Alma Não Tem Cor”, “O Mundo”, “Juvenar” e “Comendo Uva na Chuva”. Se quiser saber como uma mistura de ritmos, estilos musicais e teatralidade pode soar enfadonha e acionar em você o “modo dorminhoco”, basta ter a disposição de trocar um bom sexo com o seu amor para presenciar esse troço. Aí o problema é todo seu…

 

RIDE

27 – Audio – São Paulo

Uma das melhores bandas do chamado shoegaze britânico continua na ativa – vão lançar daqui a alguns meses um novo álbum, This is Not a Safe Place – e certamente irão mostrar alguns temas desse trabalho, além daquelas ótima canções do passado. O grupo será a tração principal de um festival que ainda tem em sua escalação alguns nomes internacionais bem pouco conhecidos por aqui, como Wild Nothing, Land of Talk, Vagabon e How to Dress Well, além de novíssimos representantes da música nacional, como Tuyo, Terno Rei e Luiza Lian. É daqueles eventos que merecem atenção por conta das surpresas positivas que podem propiciar…

 

GRAVE DIGGER

27 – Carioca Club – São Paulo

Uma das coisas que jamais vou entender é como uma banda tão medíocre como esta consegue ter uma pequena legião de admiradores por onde quer que passe. Tudo bem, seus integrantes são bons instrumentistas, coisa e tal, mas as músicas – como as mais recentes, incluídas no pavoroso novo álbum, The Living Dead – são tão desprovidas de qualidade em termos de arranjos e letras que chegam até a ser engraçadas. É um mistério mesmo.

 

ANA CAÑAS

27 – Centro Cultural São Paulo – São Paulo

Outra boa representante da nova safra de cantoras brasileiras, Ana tem a seu favor um belo timbre de voz e uma postura até certo ponto ousada em termos musicais quando comparada com suas colegas contemporâneas. Isto faz com que seus shows sejam sempre surpreendentes – e no bom sentido. Vale a pena sacar o que ela vai aprontar no lançamento de seu mais recente álbum, Todxs. Outro show que vale uma espiada atenta…

 

TURMA DO PAGODE

27 – Carioca Club – São Paulo

Quem se importa com mais um dos 3.769 grupos de “pagode chifrudo” que existem por aí? Quem se importa com um grupo que só sabe cantar “lelelê”, “laialaiá” e mais um monte de letras ginasianas a respeito de dor do corno? Eu não. E você?

 

JOSÉ AUGUSTO e RÁDIO TAXI

27 – Km de Vantagens Hall – Rio de Janeiro

Depois de anos enterrado em um profundo ostracismo, eis que um dos maiores representantes do “romantismo piegas com cafonice explícita” ressurge sabe-se lá de onde para nos assombrar com canções horrorosas e uma voz carregada das piores características que se pode dar à palavra “sentimento”. Na abertura, ou sei lá se depois, vai ter a competente apresentação do grupo que sempre foi o exemplo de como ótimos músicos poderiam se render a fazer um pop desavergonhado e divertido na década de 80. Que dobradinha esquisita!

 

FUNK COMO LE GUSTA

27 – SESC Parque Dom Pedro II – São Paulo

Esta ótima banda paulistana, que sabe misturar soul, funk, jazz, MPB, ska e o que mais vier pela frente, andava meio sumida e reaparece agora divulgando seu mais recente disco – o ótimo A Nave Mãe Segue Viagem -, com temas executados de modo brilhante, que transformam cada show em um grande baile. Em vez de perder tempo com picaretagens do naipe do Monobloco, vá assistir às apresentações destes caras e veja como técnica e suingue podem caminhar lado a lado, sem conflitos.

 

AZYMUTH

27 – SESC Belenzinho – São Paulo

Uma das maiores bandas brasileiras de todos os tempos, com sólida carreira internacional e tudo, o trio volta aos palcos desfalcado de um de seus mais emblemáticos integrantes – o falecido tecladista Jose Roberto Bertrami, agora substituído por Kiko Continentino -, mas não deve deixar de mostrar a excelência de sua mistura sensacional de samba, soul, funk e jazz. Ainda mais porque prometem apresentar na íntegra o seu primeiro e lendário álbum, Azymuth, de 1975 – sim, aquele que tem a clássica “Linha do Horizonte”. Outro espetáculo imperdível!

 

NEY MATOGROSSO

27 – Teatro Guaíra – Curitiba

Ele apresenta agora um novo espetáculo, Bloco na Rua, no qual vai mostrar um repertório que fica meio longe de seus tradicionais hits, incluindo versões de canções alheias, aliado a arranjos quase brilhantes. É ainda um show com uma abordagem mais pop, em que Ney resgata “Eu Quero é Botar Meu Bloco Na Rua”, clássico de Sergio Sampaio, “O Beco”, dos Paralamas do Sucesso e “Mulher Barriguda”, dos Secos & Molhados. É um show obrigatório para quem gosta de música como arte. Pena que tenha gente que não entenda isso e fique gritando “te amo”, “gostoso” e outras babaquices nos intervalos entre as canções e até mesmo durante as mesmas, o que é um porre…

 

SKANK

27 – Teatro Castro Alves – Salvador

Canções bacanas, instrumentistas competentes, astral animado e simpatia espontânea. São exatamente estas características que sempre estão presentes em qualquer show do grupo mineiro, que agora se propõe a montar um repertório unicamente centrado em seus três primeiros álbuns: Skank (1993), Calango (1994) e Samba Poconé (1996). É inegável que você vai passar o tempo com um sorriso estampado no rosto. Vá e divirta-se!

 

MATHEUS & KAUAN

27 Teatro Positivo – Curitiba

Qual motivo faria qualquer pessoa com uma mínima capacidade cerebral sair de casa para assistir a mais uma dessas 3.259 duplas que existem por aí fazendo o mesmo som, cantando as mesmas letras horríveis e fazendo as mesmas coreografias patéticas em cima de um palco? Sério, faça essa pergunta a si mesmo…

 

FERNANDA TAKAI

27 – Blue Note – São Paulo

Em carreira solo, a vocalista do Pato Fu guarda grande parte de sua delicadeza melódica para elaborar boas canções e outras nem tanto. Vale a pena dar uma arriscada e assistir a estas apresentações com uma “vibe” mais tranquila, baseadas em seu novíssimo disco, O Tom da Takai, produzido e arranjado por Roberto Menescal e Marcos Valle, só com músicas de Tom Jobim.

 

MILTON NASCIMENTO

27,  28 e 1/5 – Espaço das Américas – São Paulo

O célebre cantor/compositor volta aos palcos com um novo show, no qual celebra as mais de quatro décadas de existência de dois álbuns emblemáticos na história da música brasileira: os dois volumes do Clube da Esquina, lançados respectivamente em 1972 e 1978.  Tomara que os músicos ofereçam ao repertório uma abordagem mais dinâmica, com um mínimo de ousadia, e que o velho “Bituca” tenha deixado seus tempos de performances sorumbáticas para trás…

 

HAMILTON DE HOLANDA

28 – Centro Cultural São Paulo – São Paulo

Um dos mais extraordinários instrumentistas da nova geração, ele deu ao bandolim uma linguagem absolutamente nova, quase revolucionária, a ponto de estabelecer uma até então inesperada ponte entre o chorinho e o jazz. Ele certamente vai deixar a plateia de queixo caído nestas apresentações que homenageiam o centenário do nascimento de Jacob do Bandolim. É um show indispensável para quem quer fugir do comodismo musical que impera nos dias de hoje.

 

RATOS DE PORÃO

28 – Opinião – Porto Alegre

Uma das melhores bandas brasileiras de todos os tempos vai desfilar o seu tradicional festival de pancadaria sonora com a competência de sempre. E promete tocar na íntegra o ótimo álbum Brasil. É daqueles shows para não se perder…

 

AMARO FREITAS

28 – SESC Belenzinho – São Paulo

O trabalho deste pianista pernambucano é uma das mais surpreendentes revelações dos últimos tempos. Em seus dois álbuns, Sangue Negro (2016) e Rasif, lançado no ano passado, ele criou um amálgama sonoro que uniu o jazz a ritmos tradicionalmente nordestinos de uma maneira exuberante. Não tenho dúvida de que ele vai reproduzir no palco a excelência de suas composições de seus discos. Resumindo: não perca essa apresentação de maneira alguma!

 

MARCELO D2

28 – SESC Itaquera – São Paulo

2/5 – SESC Pompéia – São Paulo

Podem falar o que quiserem, mas a fórmula “rap + samba” deste cara é muito bem temperada, com consistência instrumental e letras espertas, ideais para o estilo. Nos shows, isto costuma tomar uma proporção ainda mais contagiante, desde que D2 deixe lado os longos discursos e os papos furados que costumam permear suas apresentações e se concentre em cantar, ao lado de sua sempre competente banda de apoio. Se fizer isso, é showzão.

 

ZEZÉ DI CAMARGO & LUCIANO

30 – Espaço das Américas – São Paulo

Entra ano, sai ano… E a dupla continua a não mostrar qualquer novidade significativa em suas apresentações? Dá para esperar que os irmãos mostrem canções inusitadas, arranjos novos que fujam da mesmice e interpretações menos cafonas? Claro que não. Resumindo: quem assistir a este show vai ter uma incrível experiência de ver e ouvir o mesmo desfile de tédio sonoro, mesmo que algumas canções novas tenham sido enxertadas no repertório. Deus, que troço chato…

 

MANEVA

30 – Opinião – Porto Alegre

O grupo é mais uma das provas vivas de que o reggae no Brasil é tratado como se fosse um ritmo em que é permitido fazer um som totalmente asséptico, sem um pingo de rusticidade sônica, com letras tão poéticas quanto a bula de um remédio, perfeito para embalar romances de casais de namorados que não vêem a hora de abrir um crediário para começar a comprar as tralhas que vão equipar o apartamento em que irão morar assim que saírem das casas de seus respectivos pais. E ainda tem gente que fica brava quando digo/escrevo que o reggae brasileiro é uma piada muito sem graça…

 

CAPITAL INICIAL

30 Teatro Positivo – Curitiba

Podem acusar a banda de qualquer coisa, menos de ser incompetente em cima do palco e de fraquejar na hora de propiciar um show animado. Por ser o único grupo remanescente da cena roqueira brasileira dos anos 80 que conseguiu reciclar o seu público, o quarteto certamente vai exibir um desfile de hits para todo mundo cantar junto e se esbaldar. Isso, claro, para quem tem idade mental inferior a dezessete anos e não se irrita ao ver o vocalista Dinho Ouro Preto falar a palavra “cara” em cada frase que pronuncie…

 

HUMBERTO GESSINGER

30 – Tom Brasil – São Paulo

Não se engane: os shows da carreira solo do líder do extinto Engenheiros do Hawaii são exatamente uma extensão da carreira de sua ex-banda. A diferença é que ele não se cerca mais de músicos medíocres. As canções são as mesmas. Como vai apresentar duas formações distintas ao longo a apresentação – uma “acústica” e outra em trio –, Gessinger oferece shows que servem apenas para quem já era “convertido” e é desaconselhado para quem nunca suportou as letras “qualquer nota” do cara.

 

IRA! e SUPLA

1/5 – Carioca Club – São Paulo

Aqui está uma ótima oportunidade para quem ainda viu a dupla Nasi e Edgard Scandurra novamente em ação, pois ambos e mais alguns músicos de apoio vão apresentar um  repertório com todas aquelas canções do passado que os fãs amam. Na abertura, o galhofeiro Supla vai divertir todo mundo com suas canções tão ruins que são ótimas e aquela performance igualmente divertida. Vá com tudo!

 

BARÃO VERMELHO

1/5 – SESC Itaquera – São Paulo

Quando a banda resolveu prosseguir em atividade a partir do momento em que Cazuza caiu fora, pouca gente acreditou que o guitarrista Roberto Frejat seguraria a onda de “frontman”. Não só segurou, como o fez com imensa dignidade e competência. Agora que o próprio Frejat se foi e o saudoso percussionista Peninha anda batucando em paragens celestiais, os talentosos integrantes remanescentes escalaram Rodrigo Suricato como cantor/guitarrista e o resultado não ficou ruim como se imaginava. Quem é fã vai continuar se esbaldando…

 

AVE SANGRIA

1/5 – SESC Interlagos – São Paulo

O grupo pernambucano se tornou uma das maiores lendas do rock nacional quando lançou um único e autotitulado LP em 1974 que, com o passar dos anos, se tornou objeto de culto por conta de sua sonoridade roqueira e psicodélica embebida em música regional nordestina.  Mais de quatro décadas depois, a banda se reúne novamente com alguns integrantes daquela formação para mostrar as canções daqueles tempos e alguns temas inéditos. Não perca isso de jeito algum!

 

BLUES ETÍLICOS

1/5 – SESC Bom Retiro – São Paulo

Uma dos bons nomes da cena blues/rock que temos no Brasil, o grupo carioca está comemorando três décadas de existência com o lançamento de mais um CD gravado ao vivo. Tomara que a irregularidade de suas apresentações em cima dos palcos tenha ficado para trás e que este show marquem uma nova etapa na errática carreira dos caras. Repertório para isto eles têm…

 

LAURYN HILL

1/5 – Opinião – Porto Alegre

3/5 – Espaço das Américas – São Paulo

Quem já teve o desprazer de assistir a um show dessa pretensa ‘diva do soul’ sabe que a sua falta de profissionalismo em termos de horários e performances em cima do palco é uma das experiências mais exasperantes que uma plateia pode presenciar. Torça MUITO para que ela esteja em uma boa noite…

 

14 BIS

2/5 – Teatro Castro Alves – Salvador

A subestimada banda mineira – que se formou a partir das cinzas do O Terço – se reagrupou e obviamente vai dar uma repassada em várias boas canções de sua carreira. É um bom programa para quem valoriza a memória afetiva…

 

MELIM

2/5 – Teatro Bradesco – São Paulo

Meu Deus do céu! Era só o que faltava: uma “versão Jack Johnson” do duo Anavitória!!! Jesus Cristo, que troço ruim do caralho! As canções são tão bobas e inofensivas que fazem a Mallu Magalhães soar como o Siouxsie & The Banshees no auge do pós-punk. Meu Jesus Cristo, quem criou esse troço?