ULI JON ROTH

28 – Carioca Club – São Paulo

29 – Jokers – Curitiba

Eternamente conhecido como ex-guitarrista do Scorpions, ele é um instrumentista extremamente admirado por sua técnica cristalina e faiscante, inversamente proporcional à sua voz, uma das coisas mais horríveis da história do rock. Como ele promete apresentar um show com mais de duas horas de duração com canções de sua ex-banda e do grupo que montou na virada dos anos 70 para os 80, o Electric Sun, havia o temor que ele propiciasse um festival de desafinações. Graças a Deus ele virá com um vocalista/guitarrista e a tragédia assim será evitada. Portanto, apreciar o ótimo repertório já escalado será uma experiência deveras interessante.

 

FERNANDA TAKAI

28 – Casa Natura Musical – São Paulo

Em carreira solo, a vocalista do Pato Fu guarda grande parte de sua delicadeza melódica para elaborar boas canções e outras nem tanto. Vale a pena dar uma arriscada e assistir a estas apresentações com uma “vibe” mais tranquila, baseadas em seu novíssimo disco, O Tom da Takai, produzido e arranjado por Roberto Menescal e Marcos Valle, só com músicas de Tom Jobim.

 

LUPA SANTIAGO

28 – JazzB – São Paulo

Excelente guitarrista, Lupa Santiago faz uma interessante ponte unindo o jazz e a MPB instrumental e é exatamente isto que ele costuma apresentar com maestria em seus shows. A “cancha” que adquiriu por ter tocado muito no exterior e ao lado de grandes nomes como Dave Liebman e até mesmo Hermeto Pascoal dão o devido gabarito à sua performance, sempre ao lado de um grande grupo de apoio. Pode ir sem susto…

 

MILTON NASCIMENTO

28 – Auditório Araújo Vianna – Porto Alegre

O célebre cantor/compositor volta aos palcos com um novo show e respaldado por uma banda em que brilham as presenças do baterista Lincoln Cheib, do baixista Alexandre Ito e do pianista Kiko Continentino. Tomara que os músicos ofereçam ao repertório uma abordagem mais dinâmica, com um mínimo de ousadia, e que o velho “Bituca” tenha deixado seus tempos de performances sorumbáticas para trás.

 

BETH CARVALHO & FUNDO DE QUINTAL

28 – Credicard Hall – São Paulo

Quando pensávamos que uma das grandes damas do SAMBA (é, com letra maiúscula mesmo) estava recuperada de um seríssimo problema de saúde, ela voltou ao palco recentemente ao lado do veterano Fundo de Quintal e fez um show inteiro deitada!!! Confesso que foi uma cena meio deprimente de assistir, embora Beth não tenha feito feio na hora de cantar, dada à terrível condição de sua saúde. Torço para que ela tenha se recuperado e possa fazer uma apresentação digna de sua estatura dentro da história da música brasileira.

 

ANGELA RO RO

28 – SESC Santo Amaro – São Paulo

A cantora de voz inconfundível continua a divulgar o pavoroso álbum que lançou no ano passado, Selvagem, que evidenciou o quanto ela está cantando mal mesmo dentro do ambiente de um estúdio, em que desafinações e semitonações podem ser corrigidas – no caso dela, até certo ponto. Como ela também deve mostrar no show algumas de suas versões para canções de Cazuza, Caetano Veloso, João Donato e até Cole Porter, e prepare para uma experiência: pode acontecer de tudo, para o bem ou para o mal. Arrisque!

 

EDGAR SCANDURRA

28 – SESC Pompéia – São Paulo

Quase três décadas depois de seu lançamento original, o primeiro disco solo do guitarrista do Ira!, Amigos Invisíveis, será revisitado na íntegra por seu criador. É uma boa oportunidade para você descobrir que as boas canções da época envelheceram muito bem e que não devem apenas ser apreciadas na memória afetiva de seus admiradores.

 

FAFÁ DE BELÉM

28 – Teatro do Bourbon Country – Porto Alegre

Dona de uma das vozes mais lindas da história da MPB, ela tem tudo para fazer um bom espetáculo. O problema será o repertório, coisa que Fafá nunca soube escolher muito bem ao longo de sua carreira. Torça para que ela esteja inspirada tanto na hora de abordar as canções de seu mais recente disco, o fraco Do Tamanho Certo Para o Meu Sorriso, como ao resgatar temas anteriores de sua longa carreira. Caso contrário, vai testemunhar toda a cafonice que sempre marcou grande parte de suas interpretações.

 

SANDY

28 – Teatro Guaíra – Curitiba

Tentando buscar uma legitimidade em sua carreira solo, Sandy cercou-se de uma boa banda de apoio na hora de transpor as canções de seus discos para o palco.  Louve-se seu esforço em se afastar da imagem de menina bobinha do passado, mas ela ainda precisa comer muito feijão antes de se tornar uma referência musical digna de nota. É isto o que você verá e ouvirá nesse novo show, que traz um apanhado dos álbuns que ela lançou até agora e algumas canções inéditas. Tá a fim de ir? Aí é por sua conta e risco…

 

SILVA

28 – Teatro Castro Alves – Salvador

Depois de lançar um quarto álbum interessante – Júpiter, em 2015 – e tentar dar um golpe de popularidade midiático ao revisitar o repertório de Marisa Monte com uma abordagem bem diferente das canções originais no disco seguinte, o fraquíssimo Silva canta Marisa (2016), ele reaparece insistindo novamente no erro de tentar aumentar a amplitude de seu público a qualquer preço com o álbum Brasileiro, lançado em maio passado. Nem que tenha que cantar de modo cada vez mais ‘adocicado’ e fazer duetos com Anitta ou quem mais for famosa nos dias atuais. Que decepção…

 

CAMISA DE VÊNUS

28 – Teatro Bradesco – São Paulo

Mesmo com apenas dois integrantes da formação original – o baixista Robério Santana e, claro, o vocalista Marcelo Nova – e mais alguns músicos contratados, incluindo o filho de Nova na guitarra, assistir ao grupo prestando homenagem a Raul Seixas com um repertório todo calcado em sua obra – sim, vai ter “Metamorfose Ambulante”, “Cowboy Fora da Lei”, “Al Capone”, “Rock das Aranhas” e “Aluga-se”, mais algumas canções registradas no álbum que Marcelo e Raulzito gravaram juntos, Panela do Diabo (1989) – é uma boa opção de diversão sem grandes compromissos.

 

NIGHTWISH

28 – Tom Brasil – São Paulo

Vamos falar a verdade? A cada dia, a trajetória deste grupo vai ficando ainda mais caricata. Agora com uma nova vocalista, Floor Jansen (ex-After Forever), as canções da banda que já eram de uma chatice atroz vão para um patamar de mediocridade que faz sangrar os ouvidos. Indicado apenas para quem é absurdamente fanático e ainda não cresceu o suficiente para perceber o engodo que é essa fórmula “metal meio sinfônico com vocalista gostosa”.

 

ROBERTA CAMPOS

28 – Teatro J. Safra – São Paulo

Ela ainda está a caminho de se tornar uma artista diferenciada, embora suas canções passem longe da babaquice adolescente e ela nitidamente sabe o que fazer com seu violão. Roberta precisa apenas tomar cuidado com o excesso de doçura em cima do palco e terminar de vez com as desafinações que sempre marcam seus shows. Quem sabe nesta apresentação, na qual irá se apresentar sozinha no palco, ela tome um cuidado maior nesses quesitos…

 

RAÇA NEGRA & AMIGOS

28 – Km de Vantagens Hall – Rio de Janeiro

29 – Credicard Hall – São Paulo

Quando você pensa que nada pode tornar o Brasil um lugar pior, surgem esses shows em que o vocalista Luis Carlos e seus cúmplices vão receber convidados que sequer foram anunciados para que não provoquem uma debandada geral do público. Que a plateia esteja preparada para sentir tonturas e náuseas incessantes. Ou não, dependendo da falta de critério seletivo de cada um…

 

“ILHABELA IN JAZZ 2018”

28 e 29 – Centro Histórico – Ilhabela (SP)

O tradicional evento está em sua sexta edição e traz este ano uma escalação bem interessante. Nesta primeira etapa – a outra acontecerá nos dias 5 e 6 de outubro -, vão rolar interessantes apresentações do trompetista americano Ambrose Akinmusire e seu quarteto, do ótimo grupo Bixiga 70, do também trompetista e italiano Paolo Fresu ao lado do pianista espanhol Chano Domínguez, do acordeonista Renato Borghetti e seu quarteto, da boa orquestra Vintena Brasileira e do septeto do baterista Cleber Almeida. Será um programa bem classudo…

 

XANDE DE PILARES

28 e 29 – SESC Belenzinho – São Paulo

Por ter boa presença de palco e carisma, ele até poderia ter uma carreira decente se resolvesse construir um repertório bacana, com canções influenciadas pelo samba do passado, e fizesse umas aulas de canto para deixar de desafinar tanto. Em vez disso, prefere chafurdar na vala da descartabilidade com músicas ridículas, que apenas são relevantes para ‘periguetes’ com os cabelos tingidos com água de salsicha e soltar sua voz de maneira ‘qualquer nota’.

 

CHICO CÉSAR

28 a 30 – SESC 24 de Maio – São Paulo

Depois de quase uma década sem lançar um álbum com canções inéditas, o cantor e compositor paraibano reapareceu com Estado de Poesia, um disco que não trouxe qualquer novidade na fórmula musical que ele sempre utilizou, misturando as sonoridades e ritmos do nordeste com o samba e a MPB tradicional. O mesmo vale para esse show, no qual ele pretende resgatar canções do passado e até mesmo incluir uma ou outra inédita. Vale uma espiada se você for curioso e gostar dessa “praia sônica”.

 

ALMIR SATER

28 a 30 – Theatro NET – Rio de Janeiro

Um dos artistas mais dignos da história musical deste país continua sua incansável batalha para mostrar às pessoas que “música sertaneja” não é este festival de lamúrias bregas e choronas que se ouve por aí. Por intermédio de poesia genuinamente agreste e bela, da viola bem tocada e da sinceridade que pontuam canções tão simples quanto pungentes, Almir tem tudo para lhe ensinar a diferenciar as pérolas das bijuterias baratas. Entendeu a analogia?

 

JÃO

28 e 30 – Cine Joia – São Paulo

Não, não é o guitarrista do Ratos de Porão em carreira solo. É mais um desses moleques que algum empresário esperto tenta emplacar como a “nova esperança do pop brasileiro”, mas que só atrai a atenção de meninas que estão aprendendo a se masturbar. O fato de ter sido vencedor de um ‘prêmio’ como o MTV MIAW na categoria “Revelação” diz bem a respeito do tipo de som ridículo que esse moço faz. Nem pense em deixar sua filha assistir a esse troço…

 

H20

28 – Basement Cultural Curitiba

29 – Fabrique Club – São Paulo

30 – Bar Preto Zé – Porto Alegre

Comemorando o 10 º aniversário de lançamento de Nothing to Prove, um de seus álbuns mais cultuados pela ainda nova geração do hardcore nova-iorquino, o grupo volta ao Brasil com um convidado bem especial em sua formação: Todd Morse, ex-guitarrista do Offspring e que andou tocando com a banda da deliciosa/talentosa atriz/vocalista Juliette Lewis no ótimo Juliette and the Licks. Para quem curte o estilo e não tem vergonha de “pogar” e em dar stage divings, é diversão na certa. Ah, o show em São Paulo terá como atrações de abertura os grupos nacionais Questions e Instável.

 

VIOLAB

29 – Auditório Ibirapuera – São Paulo

Com a nobre intenção de oferecer às novas gerações uma revisitação da linguagem do violão brasileiro ao longo das décadas, o projeto reúne nomes celebrados do instrumento – Yamandu Costa, Ulisses Rocha, Paulo Bellinati, Badi Assad, Marco Pereira, Douglas Lora e Alessandro Penezzi – tocando juntos e interagindo de maneira bastante criativa uns com os outros. Ideia interessante que pode render um evento bastante significativo…

 

BABY DO BRASIL

29 – Circo Voador – Rio de Janeiro

Só o fato de a cantora ter sido convencida a retomar seu repertório antigo já vale o ingresso desta apresentação. Ela vai mostrar músicas de seus tempos de Novos Baianos e de sua própria carreira solo nos anos 80 e, se Deus quiser, deixar de lado sua pregação “gospel amalucada” que já encheu o saco de todo mundo. E Ele há de querer…

 

HENRIQUE & JULIANO

29 – Espaço das Américas – São Paulo

Como moscas – em cima você bem sabe de onde – andam surgindo por aí duplas que não se diferenciam em nada das outras. Tudo soa praticamente igual: músicas, timbres de vozes, arranjos, letras ridículas, poses estudadas, “coraçõezinhos” com as mãos, declarações genéricas e a postura “sou romântico, mas caio na balada para beijar muito”. Esta dupla é apenas mais uma a tentar um lugar ao sol do show business usando os mesmo artifícios. Simplesmente ignore.

 

THIRTY SECONDS TO MARS

29 – Pepsi On Stage – Porto Alegre

30 Teatro Positivo – Curitiba

Um poço sem fundo de pretensão e ausência de conteúdo, este grupo só se sustenta por conta da presença do vocalista/ator/bonitão de plantão Jared Leto, por quem as garotas ficam úmidas só por lembrarem do rosto do cara. Musicalmente falando, é uma mistura de Tokyo Hotel com Fall Out Boy, ou seja, é show para meninas. Já sabe, né?

 

MUNDO LIVRE S/A

29 – SESC Parque Dom Pedro II – São Paulo

Há três décadas este grupo pernambucano tenta, tenta e não consegue cativar mais do que meia dúzia de fãs com pouco discernimento musical. Talvez as chatíssimas canções, aliadas aos vocais desafinadíssimos do líder Fred 04, tenham a ver com isto. Isto sem contar o total desequilíbrio entre o excesso de pretensão e as condições de transformar isto em boas músicas. É um sonzinho fuleiro, mas no pior sentido do termo, que não melhorou em nada com o lançamento recente de mais um fraco álbum, A Dança dos Não Famosos. Vá por sua conta e risco…

 

DADO VILLA-LOBOS & MARCELO BONFÁ

29 – Teatro Castro Alves – Salvador

Parece que a dupla não pode mais usar qualquer menção ao nome “Legião Urbana” por medida judicial impetrada pelo filho maquiavélico do falecido Renato Russo. O que ambos não podem fazer é cometer os erros bisonhos que apresentaram em cima do palco em todas as ocasiões em que se meteram a revisitar o repertório do grupo. Dito isto, espero que a plateia se divirta com o prometido – a execução na íntegra dos álbuns Dois e Que País é Este? – e não entre no clima histérico que acomete os fãs dos Los Hermanos, por exemplo.

 

SKANK

29 Teatro Positivo – Curitiba

Canções bacanas, instrumentistas competentes, astral animado e simpatia espontânea. São exatamente estas características que sempre estão presentes em qualquer show do grupo mineiro, que agora se propõe a montar um repertório unicamente centrado em seus três primeiros álbuns: Skank (1993), Calango (1994) e Samba Poconé (1996). É inegável que você vai passar o tempo com um sorriso estampado no rosto. Vá e divirta-se!

 

ANAVITÓRIA

29 – Tom Brasil – São Paulo

Meu Deus, que sono…. que sono… que… zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz….

 

“PORÃO DO ROCK – 20 ANOS”

29 e 30 – Estádio Mané Garrincha – Brasília

Comemorando duas décadas de existência, um dos mais tradicionais festivais do calendário nacional não terá bandas internacionais em seu cast, mas vai procurar caprichar em uma interessante e eclética escalação nacional, cujos destaques são Nação Zumbi com BNegão, Korzus, Krisiun, Plebe Rude, Barão Vermelho, Project 46, CPM 22, Devotos, Gangrena Gasosa,  Matanza (RJ), Orquestra Brasileira de Música Jamaicana e Pavilhão 9, entre outros. Se não sentir cansaço em maratonas musicais, se jogue no evento!

 

“SETEMBRO NEGRO FESTIVAL”

29 e 30 – Carioca Club – São Paulo

Já que escrevi a respeito de “maratonas”, esta também é bem respeitável, embora menos eclética. O evento vai reunir um elenco de sons pesadíssimos: os internacionais Coven, Enthroned, At The Gates, Purgatory, Razor, Aeternus, Morbid Saint, Taake, Wolfbrigade e Martin Schirenc (tocando pauladas de sua banda Pungent Stench) e os brasileiros Vulcano, Amen Corner, Decomposed God, Human Atrocity, Infested Blood, Manger Cadavre. Para quem gosta de metal extremo, será um autêntico bacanal de prazeres sônicos…

 

ANDREA BOCELLI

29 e 30 – Allianz Parque – São Paulo

Como “cantor lírico”, no rigoroso significado do termo, Bocelli tem o talento de um pizzaiolo sensível e prestativo com os clientes de seu estabelecimento ao deixar o forno para entreter todos aqueles que estão saboreando as suas massas cheias de queijo derretido. Ele tem uma boa voz? Claro que sim! Seu repertório agrada a quem não manja nada de música erudita, mas gosta de contar para as amigas que é “chegada numa música clássica”? Sem dúvida! Se esse é o seu caso, se jogue na experiência, mas saiba que “cantor lírico” é outro universo, do qual Bocelli não tem a chave…

 

DORI CAYMMI & MARCOS VALE

29 e 30 – SESC Pompéia – São Paulo

Não importa muito o que os dois celebrados artistas vão apresentar em cima do palco. Basta saber que as comemorações de 75 anos de vida e 55 de carreira por parte de ambos certamente serão recheadas de canções antológicas que se transformaram em belos capítulos da história da música brasileira e que você não pode perder um encontro desse porte. Simples assim.

 

DI MELO

30 – Centro Cultural São Paulo – São Paulo

Bastante cultuado por um círculo de fãs — que incluem DJs e adoradores de soul music de várias partes do mundo – de seu disco homônimo lançado em 1975, este cantor e compositor pernambucano vai mostrar também algumas canções inéditas, sendo que neste “bolo” há parcerias com Jair Rodrigues e Geraldo Vandré. Só a presença das canções de seu primeiro e único álbum já faz este show valer a pena, mas torça para que ele tenha parado de desafinar tanto ao vivo…

 

KASABIAN

30 – Credicard Hall – São Paulo

Mesmo que a banda inglesa tenha o costume de oscilar bastante de qualidade e ânimo em suas apresentações ao vivo, a qualidade do repertório e um certo peso sonoro sempre garante bons momentos. Como ainda estão divulgando o interessante álbum que lançaram no ano passado, For Crying Out Loud, sugiro que você dê uma arriscada…

 

KARD

30 – Espaço das Américas – São Paulo

Que o universo do chamado “k-pop” reúne a maior concentração de fãs retardados por metro quadrado não há a menor dúvida. Que a “fabriquinha coreana” de grupelhos ridículos é pródiga em despejar no mercado centenas de atrações especialmente criadas para emocionar/desesperar adolescentes que tiveram seus cérebros substituídos por um pote de alpiste mofado também é fato conhecido. Logo, o que posso dizer a respeito de uma apresentação desse patético quarteto, com dois moleques com baixíssimas taxas de testosterona e duas garotas feiosas que se portam como bonecas de plástico coloridas? Mantenha suas filhas longe dessa merda, claro!

 

NANDO REIS

30 – Teatro Castro Alves – Salvador

O ex-Titãs vinha mostrando que havia dado uma boa melhorada em suas apresentações quando começou a divulgar seu mais recente disco, Sei. Mais conciso, sem as loucuras do passado, ele tinha dado provas de que finalmente aprendeu a valorizar seu bom trabalho. O problema aqui é que ele vai dar um novo tratamento a algumas de suas canções acompanhado apenas de seu próprio violão, sozinho no palco. Aí é sono na certa…