Fluminense Expõe Imprensa Esportiva

O objetivo deste artigo não é discutir a derrota brilhante do Fluminense diante do poderosíssimo Manchester City na final do título mundial ou o fim do sonho dos torcedores de conquistar o primeiro título mundial, algo impossível para quem tem conhecimento de futebol, como é o caso do tio Régis, que entende bastante do assunto. O São Paulo já foi Tricampeão mundial, mas isso é outra história.

Quero abordar o desonesto papel intelectual da imprensa esportiva brasileira nesse episódio. Não podemos ignorar a excelente temporada de 2023 do Fluminense, conquistando a Taça Libertadores da América pela primeira vez. No entanto, a participação na disputa pelo título mundial foi frustrante, não apenas para os torcedores, mas também para quem, como eu, gostaria de assistir a bons jogos.

Não quero desperdiçar nosso tempo analisando a injusta vitória do Fluminense contra o time do Egito, Awali, que jogou melhor, nem quero comentar o espetáculo trágico proporcionado pelo Fluminense ao tentar enfrentar o Manchester City de igual para igual, resultando em uma derrota previsível e vergonhosa. O Fluminense perdeu como se fosse o Crystal Palace, Burnley ou Fulham, times ingleses medíocres, jogando em um ritmo de treino, com saídas suicidas ordenadas pelo técnico Fernando Diniz e seu patético “dinizismo”.

Lembro que a última goleada de 4 a 0 em uma final de mundial interclubes foi proporcionada pelo Barcelona de Guardiola contra o Santos em 2011. No entanto, o foco deste artigo é o desonesto jornalismo esportivo brasileiro, que tende a endeusar equipes ruins ou medíocres na tentativa de criar narrativas questionáveis. Se quiser entender melhor essa análise e minha perspectiva sobre o assunto, clique no botão abaixo e assista ao vídeo completo.

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