Kiss Anos 80 – Tem Algum Disco Que Preste?

Você já deve ter assistido aos vídeos que eu fiz a respeito do Kiss aqui no meu canal, incluindo aquela série “Aposto que você não sabe” e também inúmeras lives em que comentei o pouco apreço que eu tenho por parte da discografia do Kiss depois da saída do Peter Criss e do Ace Frehley. Mesmo considerando a tremenda decepção causada em mim e em todos os fãs da banda com o criticado “Unmasked” de 1980, um álbum do qual eu gosto muito mais hoje do que na época do lançamento, quando eu tinha 20 anos de idade.

Inclusive, contei várias histórias a respeito desse álbum e da saída dos dois músicos lá no meu “Aposto que você não sabe”. Também falei sobre o fato de que o Peter Criss não gravou nada nesse disco; todas as baterias foram gravadas pelo Anton Fig, que já tinha feito a mesma coisa no álbum anterior, “Dynasty”, que eu adoro. Gosto tanto desse disco que tenho até a edição em CD e a edição original americana. Qualquer hora eu vou falar especificamente dele. Nesse disco, a única música gravada pelo Peter Criss na bateria foi “Dirty Livin'”, já contei isso lá no “Aposto que você não sabe”.

O meu papo aqui com vocês é a respeito do que aconteceu depois em termos de álbuns, até a redenção ocorrida com o sensacional “Revenge”, já sem a presença do saudoso baterista Eric Carr, que eu vou falar a respeito daqui a pouquinho. Mas enfim, a tal nova fase da banda, aqui para nós brasileiros em uma época em que a internet era coisa de ficção científica, foi muito confusa. Pelo que eu me lembro, eu tinha visto em uma das revistas importadas que eu comprava na época que o Kiss tinha um novo baterista no lugar do Peter Criss, que era um tal de Eric Carr, que ninguém nunca tinha ouvido falar. Inclusive, ele estava numa foto junto com o Ace Frehley.

Logo depois, saíram dois discos em 1981 aqui no Brasil com pouca diferença de tempo entre eles: o famigerado e odiado “The Elder” e uma coletânea chamada “Killers”. “The Elder” não tinha nenhuma imagem da banda. Essa edição japonesa em SHM-CD que eu tenho aqui tem uma qualidade de som inacreditável, o que deu uma salvada no som do disco original, que era bem ruim.

Para assistir ao vídeo completo, clique no botão abaixo.

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