Led Zeppelin – Meus 3 Mais

Mais um episódio da série Meus 3 Mais. Neste artigo eu trago os meus três discos preferidos do Led Zeppelin.
Escolher meus três discos preferidos do Led Zeppelin é uma tarefa muito difícil, então resolvi trazer os meus três favoritos na atualidade.

Como terceiro colocado: Houses of the Holy, de 1973. É um álbum que guarda algumas conexões muito fortes com o disco anterior, o Led Zeppelin IV, embora seja possível identificar no House of the Holy alguns momentos em que e ocorreu o certo relaxamento que deu ao disco uma atmosfera um pouco mais descontraída do que o do seu antecessor. As guitarras do Jimmy Page nesse disco continuam assim absolutamente faiscante e super bem elaboradas, e isso ocorre tanto nas várias camadas que ele colocou em cada uma dessas canções como nas timbragens que são bem mais cristalinas do que nos álbuns anteriores. As maiores provas de que tudo isso que eu falei ela elas estão por exemplo no em um reggie deliciosamente torto e pesado chamado D’yer Mak’er, na qual John Bonham fez a antítese de peso que o gênero sempre teve com aquela bateria magrinha sentando a mão na bateria.

O curioso é que essa música era tratada como uma piada durante as gravações do disco até o momento em que resolveram incluí-la no álbum. E isso deixou John Paul Jones muito puto porque ele achava que era uma bobagem e não deveria ser incluída no disco. Ao contrário do Robert Plant que insistiu que a inclusão dessa música faria com que a canção se tornasse uma das favoritas para tocar em rádio nos Estados Unidos e foi exatamente o que aconteceu, tocou muito essa música e toca muito até hoje essa música.

Se você quiser saber mais detalhes do que gostei no disco Houses of the Holy e nos outros dois discos do Led Zeppelin, clique no botão abaixo para assistir o vídeo completo.

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