Ludmilla – Passando Vergonha em Coachella

A internet brasileira ficou alvoroçada com a maciça campanha de marketing da assessoria da cantora Ludmilla, tanto antes quanto depois de seu show no Coachella. As redações da mídia foram inundadas com notícias sobre o evento, sempre destacando o caráter “histórico” da apresentação da cantora. Textos glorificavam Ludmilla como a primeira artista afrolatina a brilhar no palco principal do festival, enfatizando sua abertura para a diversidade e representatividade.

Entretanto, é necessário abordar um ponto frequentemente deixado de lado: por que a fala da deputada Erika Hilton, que abordava questões importantes sobre diversidade, não foi traduzida para o inglês nos telões? A ausência dessa tradução levanta dúvidas sobre a plateia presente no evento, composta em sua maioria por brasileiros residentes na Califórnia. A falta de imagens da plateia durante a transmissão online do Coachella parece corroborar essa interpretação.

Além disso, é legítimo questionar se a introdução do show com a voz da Beyoncé foi genuína ou se foi feita por meio de inteligência artificial. A mídia brasileira repetiu obedientemente a informação fornecida pela assessoria de Ludmilla, mas não houve confirmação direta de que a voz realmente pertencia à Beyoncé.

Esses questionamentos destacam a importância da transparência e da veracidade das informações divulgadas em eventos de grande visibilidade. Uma cobertura jornalística responsável deve buscar a verdade e informar o público de maneira imparcial.

Se quiser ver mais detalhes sobre esse assunto e minha análise completa, assista ao vídeo clicando no botão abaixo.

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