Metallica – Ride the Lightning – Pauladas Sujas, Pesadas e Rápidas

Pois é, o tempo voa. Tanto é verdade que esse segundo álbum do Metallica aqui vai completar 40 anos em 2024, já está praticamente completando. E ainda hoje, esse disco mantém uma aura impressionante, o que faz o disco pairar pela história do heavy metal de uma maneira incontestável, mesmo que ele não seja tão famoso quanto outros dois discos do Metallica, como o Black Album, e claro, o Master of Puppets, que é praticamente uma unanimidade para quem gosta de metal. Mas o Ride the Lightning ainda é hoje um disco que você tem que ouvir. Aliás, você, seus filhos e todo mundo tem que ouvir com muita atenção, como quem analisa minuciosamente uma pintura, sabe? Assim, observando cada pincelada, cada sombra, cada detalhe.

Primeiro, eu tenho que salientar e destacar que foi exatamente o Ride the Lightning que fez com que o disco anterior, o também sensacional e brutal Kill ‘Em All, não tivesse o mesmo caminho de tantos discos incríveis que, por não terem uma continuação do mesmo nível, acabaram fazendo com que muitas bandas simplesmente desaparecessem do radar de todo mundo, como aconteceu, por exemplo, com o disco de estreia do Angel Witch, né? Para citar uma banda contemporânea do Metallica que lançou um disco sensacional e depois lançou outros que ninguém prestou atenção, e os discos acabaram sumindo do radar da gente. E foi por isso que o Ride the Lightning é importantíssimo, porque havia muita consistência composicional por trás de toda aquela agressividade, por trás de toda aquela velocidade inicial do Kill ‘Em All.

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