Como faz certo tempo que não abordo esse tema, volto aqui com mais um capítulo da série que pretende mostrar a você que, ao contrário do que muita gente pensa, o rock brasileiro vive um de seus períodos mais férteis. Só que é preciso procurar, pois nada de legal vai ser visto na TV ou ouvido nas rádios, ou seja, use as facilidades da internet para descobrir novos e ótimos sons. Nem sei se essa turma conseguiu sobreviver artisticamente nos dias atuais de pandemia, mas a música de cada um deles ainda merece ser saboreada.

 

TREM FANTASMA

A banda de Curitiba usou as influências do hard rock dos anos 70 e da psicodelia flower power para compor canções ao mesmo tempo pesadas e extremamente melódicas. É um som retrô? Claro! E não há nada de mal nisto, como você vê abaixo em “Nunca Se Sabe”…

 

THE 900

O quarteto de Americana (SP) tem apenas um EP, mas a julgar por aquilo que se ouve nele, está aqui uma banda de grande futuro. A canção “Hoje Tudo Está Bem” é um ótimo ‘portal de entrada’ para o som pesado desta turma…

 

CRUZ

Não foi à toa que o produtor Jay Baumgardner – que já trabalhou com Linkin Park e o Papa Roach, entre outros – ficou impressionadíssimo com o som dessa banda paulistana. Preste atenção ao vídeo de “Chains” e veja se o gringo tinha razão em dar um bom destaque a esses caras…

 

NETO LOBO E A CACIMBA

Até o momento, pouca gente descobriu a interessante mistura de rock, música nordestina e “afrobaiana” que esse ‘cabra arretado’ faz com seu grupo. Isto vai mudar quando você ouvir guitarras intensas, violões bem colocados e instrumentos típicos daquela região – pandeiro, zabumba, timbau e surdo virado – formando um ótimo amálgama sônico para letras muito acima da média. Duvida? Veja abaixo o que Neto e seus amigos fizeram em “A Peleja do Diabo com a Flor”…

 

As dicas foram dadas. Agora é com você…