Roberto Carlos – O Que Vale a Pena?

Quem mergulha na vasta discografia do Roberto Carlos fatalmente percebe uma série de altos e baixos que desafiam até mesmo a paciência dos fãs mais leais, os súditos do rei, e outras bobagens desse gênero. Enquanto alguns álbuns clássicos ainda soam como testemunhos da qualidade do Roberto como cantor e compositor, outros discos são desprovidos completamente de inspiração e já estão relegados ao esquecimento.

Muito disso se deve à relutância do próprio Roberto em fazer qualquer tipo de mudança sonora. Enquanto o mundo ao redor dele evoluía musicalmente, o Roberto ficou preso a uma fórmula antiquada e repetitiva, principalmente a partir de 1978. Ele acabou reciclando temas e arranjos que, embora tenham funcionado razoavelmente para os fãs dos anos 80 em diante, são completamente datados e irrelevantes nos dias de hoje.

No entanto, esse cenário desolador não se aplica aos álbuns que o Roberto Carlos gravou durante as décadas de 1960 e parte da década de 1970. Esses são os álbuns que merecem destaque e que você e seus filhos não podem deixar de ouvir. A produção durante esse período era de alta qualidade, com repertório consistente. Alguns dos álbuns que se destacam são:

– “O Inimitável” (1968)
– “Jovem Guarda” (1965)
– “É Proibido Fumar” (1964)
– “Roberto Carlos Canta para a Juventude” (1965)
– “Splish Splash” (1963)

Esses são apenas alguns exemplos de discos que são imprescindíveis para qualquer apreciador da música brasileira. Eles representam o melhor do Roberto Carlos em sua fase mais prolífica e inspirada. Assista o vídeo completo clicando no botão abaixo.

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