Slipknot – Enquanto o Boato Corre Solto…

Vi muita gente criticando a entrada de Eloy Casagrande no Slipknot antes mesmo de acontecer. Já estão dizendo que ele merece algo melhor, que deveria ter permanecido no Sepultura e que o Felipe Kinantot seria uma escolha melhor. São apenas opiniões infundadas de fãs fanáticos, muitos deles metaleiros que adoram criticar enquanto bebem cerveja quente em copos de plástico na porta dos shows.

No entanto, quero mostrar que vale a pena abrir a mente em relação ao som do Slipknot. Para quem está ingressando no universo sônico da banda, é necessário estar preparado para ser imediatamente catapultado para um mundo caótico e distorcido, com ritmos insanos e pesados, vocais gritados e letras carregadas de intensidade e violência sonora. Como alguém que acompanha a discografia completa do Slipknot há anos, posso dizer que conheço bem os discos e admiro os DVDs.

Ouvir os álbuns da banda é como embarcar numa jornada épica pelas profundezas da psique humana, repleta de momentos de intensidade visceral e agressão sonora. O Slipknot surgiu em 1995, na onda do metal, mas seu som sempre foi uma mistura do peso do Sepultura, da agressividade do Fear Factory e de um senso melódico familiar aos fãs de bandas como Korn e Deftones. Os shows da banda são espetaculares e caóticos, embasados em um conceito estético sensacional, o que os torna uma experiência única. Eles construíram uma forte conexão com o público, especialmente com os mais jovens.

Para conhecer mais sobre o som e a essência do Slipknot, assista ao meu vídeo completo sobre a banda.

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