Spotify – Falcatrua nos Números de Streaming

Desde que surgiu dentro da leva de serviços de streaming musicais, o Spotify emergiu como um colosso onipresente, derrubando paradigmas e redefinindo o modo como a grande maioria das pessoas passou a ouvir música. Só que há muito tempo eu venho dizendo que por trás dessa fachada brilhante, dos algoritmos supostamente imparciais, se esconde uma verdadeira e nojenta realidade que os números manipulados teimam em encobrir para as pessoas menos afeitas ao pensamento lógico.

A era dos streamings trouxe junto uma enxurrada de fraudes e artimanhas, e o Spotify não está isento disso, obviamente. A ascensão desses robôs, que são essas criaturas digitais obscuras que inflam artificialmente os números de reprodução, se tornaram a pedra mais imunda de uma cultura distorcida em que a autenticidade foi sacrificada no altar da visibilidade instantânea. Para você ter uma ideia da gravidade ainda maior de toda essa falcatrua mafiosa nos dias atuais, saiba que praticamente metade das músicas presentes naquele maldito top 100 do Spotify da plataforma são ritmos completamente falsos, são colocados naquele ranking por conta dessa estratégia nojenta dos robôs. Metade das músicas!

E se você soubesse a quantidade de pseudo-artistas famosinhos que usam esse esquema de bots, para aumentarem as reproduções de suas músicas, vocês iam ficar enojados. Para quem não sabe, os bots são programas que funcionam como ouvintes fictícios, inexistentes, programados especificamente para acessar música e aumentar os plays. Agora, você imagina uma fazenda disso, que são salas ou escritórios com celulares conectados a um sistema repleto desses bots, que fazem o trabalho de um ouvinte de música, que é dar o play.

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